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Deficientes e ex-combatentes excluídos dos cortes

14 de Outubro, 2013
O ministro da Defesa afirmou hoje em Torres Vedras que os deficientes das Forças Armadas e os antigos combatentes estão de fora dos cortes anunciados nas pensões, no Orçamento de Estado para 2014, que foi aprovado pelo Governo.

"No que diz respeito aos deficientes das Forças Armadas e aos antigos combatentes, tem sido um esforço que fiquem à margem de situações penalizadoras para quem deu tanto pela pátria e por quem teve uma disponibilidade da própria vida em relação a serviço público desta dimensão de sentido patriótico e esse esforço está a ser conseguido", declarou José Pedro Aguiar-Branco aos jornalistas.

O ministro da Defesa falava à margem da visita à única empresa no país a produzir e comercializar aeronaves não tripuladas, equipadas com sistemas de visão e de detecção de alvos, que exporta 60% da sua produção.

No domingo à noite, enquanto decorria ainda o Conselho de Ministros, o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas já tinha referido que as excepções aos cortes nas pensões de sobrevivência são as pensões dos deficientes das Forças Armadas, as pensões de sangue ou de relevantes serviços à Pátria, como são a dos ex-combatentes.

Segundo Paulo Portas, 86,5% dos pensionistas de sobrevivência em Portugal não são afectados pela medida, que abrange quem receba mais de dois mil euros de duas ou mais pensões.

Uma delas é a pensão de sobrevivência, que é recebida por viúvos ou órfãos e que representa 60% da pensão que seria devia ao familiar falecido.

Os cortes anunciados, que vão permitir uma poupança de 100 milhões de euros por ano de um total de 2700 milhões, foram justificados com o défice contributivo que, de acordo com o Governo, é de 1200 milhões de euros.

Lusa/SOL




5 Comentários
apagaoerega
15.10.2013 - 10:49
Como ex-combatente na Guiné e desde que estou reformado recebo anualmente em Outubro uma subvenção de 150 euros brutos, que após os miseráveis descontos de 26% fica em 111 euros, e em Março, na apresentação do IRS ainda é incluída nos meus rendimentos e passível de abranger o escalão seguinte.
Ora isto é vergonhoso e o segundo parágrafo da declaração do ministro é uma mentira demagógica balofa e populista.
Até posso prescindir da mesma e com todo o prazer, desde que seja entregue aos ex-combatentes
mais necessitados e óbviamente sem quaisquer descontos inadmissíveis.
Esta gente é escandalosamente imoral.
jooliveira
14.10.2013 - 21:37
Ouve lá sabes onde para a P.... da Reforma do Estado?
Portugalix
14.10.2013 - 18:27
Quem tem cu tem medo e se os gajos se zangam e lhes vão aos fagotes. Agorra o zé que se lixe o gajo é cobarde.
DEFENDEPORTUGAL
14.10.2013 - 15:36
e quantos mais? juizes, forças segurança, ex-deputedos?


Ajuda Portugal ----------------

Somos poucos, estamos a perder território, precisamos de todos os patriotas …………………….

É gratuito, defendes a nação, lutando, criando as tuas empresas, liderar partidos ou até o nosso Pais, segue o link:
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LUTA POR PORTUGAL !!!!!



Espero por vós
Escud0
14.10.2013 - 14:57
JURO,
Como Português e como Militar,
Servir as Forças Armadas,
Cumprir os Deveres Militares,
Guardar e fazer guardar a Constituição
E as Leis da República.

JURO,
Defender a minha Pátria
E estar sempre pronto a lutar
Pela sua Liberdade e Independência
Mesmo com o sacrifício da própria Vida.



No que diz respeito aos deficientes das Forças Armadas e aos antigos combatentes, tem sido um esforço que fiquem à margem de situações penalizadoras para quem deu tanto pela pátria e por quem teve uma disponibilidade da própria vida em relação a serviço

Todos os MILITARES tem de ter disponibilidade da propria vida em relação ao serviço

ESTÁ IMPLICITO NO JURAMNETO DE BANDEIRA ....


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