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Artur Agostinho em entrevista ao SOL

22 de Março, 2011
O SOL entrevistou Artur Agostinho em Novembro de 2010, quando estava perto de completar 90 anos. Começou na rádio antes da Segunda Guerra, acompanhou a evolução tecnológica, com o 25 de Abril foi preso e exilou-se no Brasil, viu um neto morrer, continua apaixonado pela mulher, ainda trabalha e só espera que a memória não lhe falhe.

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2 Comentários
veritatis
22.03.2011 - 18:40
Os sacrificaram as suas vidas para contestar a ditadura que escravizou o País são esquecidos, mas, em compensação, os defensores de um regime nefando salazarista são recordados como heróis.
Mais um que pode ir para o Panteão...
antas
22.03.2011 - 15:55
Olhando para o que nos foi dado a conhecer sobre a vida de Artur Agostinho podemos constatar quão diversificada foi a sua vida profissional à qual dedicou todo o seu talento desempenhando afincadamente e sempre com humildade quaisquer desafios sem preocupações com anteriores estatutos .
Na nossa vida pública dificilmente encontraremos alguém que após ter atingido determinados patamares ,merecidos ou não, tenha a mesma humildade de reiniciar uma nova função, que pelos padrões actuais poderá ser considerada menos meritória , mesmo que os resultados conseguidos por esse alguém venham a revelar-se autênticos fracassos.


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