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Helena André: 'não nos podemos assustar' com desemprego

14 de Abril, 2011
A ministra do Trabalho defendeu esta quinta-feira que as previsões do FMI de aumento do desemprego para Portugal não devem assustar, mas antes motivar a agir na procura de soluções que ajudem os desempregados a regressar ao mercado de trabalho.

«O desemprego em Portugal tem tido aumento no último ano e não nos podemos assustar. Temos de agir e temos de encontrar soluções para apoiar o regresso das pessoas ao mercado de trabalho e é isso que estamos a fazer», defendeu Helena André, no final da assinatura de um protocolo no Instituto Nacional de Estatística (INE), em Lisboa.

Na segunda-feira, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou o seu relatório Panorama Económico Global, em que as previsões para Portugal apontavam que será a única das economias periféricas da zona euro em recessão no próximo ano, com um crescimento contínuo da taxa de desemprego para 12,4 por cento em 2012.

Helena André disse dar «muita atenção a tudo aquilo que são previsões» dadas por organismos internacionais ou nacionais, mas lembrou que sempre tem dito que o comportamento do desemprego ao longo da crise não tem sido linear, mas antes «errático».

«Temos de ter todos a consciência de que esta crise atacou de uma forma muito forte alguns sectores mais tradicionais da nossa economia onde os trabalhadores são pessoas que têm níveis de competências e de qualificações relativamente baixos e, quando falamos de uma economia que vai ser cada vez mais inovadora e cada vez mais exigente, o esforço que temos de fazer é de dar a essas pessoas essas competências e essas qualificações de que o mercado de trabalho necessita», defendeu.

Nesse sentido, a ministra apontou que os números do FMI fazem o Governo agir.

«Agir na necessidade de continuarmos a qualificar estas pessoas para que elas possam num momento de retoma económica aumentar a sua capacidade de voltar ao mercado de trabalho», apontou.

Lembrou, a propósito, o trabalho feito no âmbito do Programa Pares, que através da construção de lares de terceira idade ou jardins de infância vai criar 14 mil postos de trabalho permanentes quando todos os equipamentos entrarem em funcionamento.

Apontou igualmente o desempenho «muito positivo» das exportações, «que é em si próprio gerador de emprego».

«Não podemos ser catastrofistas, temos de ter a capacidade de ir analisando aqueles que são os sinais, temos de ter a capacidade de ir apostando naqueles sectores que são criadores de emprego e temos de ter no terreno um conjunto de políticas activas que ajudem as pessoas a enfrentar melhor a sua capacidade de voltar ao mercado de trabalho», defendeu.

Questionada sobre a necessidade de medidas que flexibilizem mais o mercado de trabalho, além das que foram definidas no acordo tripartido, Helena André apontou que não se pode «alterar constantemente a legislação do trabalho».

«Temos de ir avaliando a implementação dessa legislação e ir afinando e corrigindo aqueles pontos sobre os quais entendemos que há alterações a fazer. Não faz qualquer sentido uma revisão do Código do Trabalho», concluiu.

SOL/Lusa




14 Comentários
jmosimoes
15.04.2011 - 20:07
lança-te ao tejo com o que por lá anda ninguém te estranha
ravp
15.04.2011 - 16:23
Os elementos deste governo andam a tomar o quê?
blabla
15.04.2011 - 10:34
PARA QUEM JÁ FOI SINDICALISTA NÃO ESTÁ MAL!!!!! PIMENTA NO CU DOS OUTROS É REFRESCO NO MEU.
Rui Abreu Silva Abreu
15.04.2011 - 09:53
Estou a utilizar um teclado cuja tecla geradora dos "espaços" funciona mal.Por isso tantas palavras sem esses espaços no comentário que acabei de fazer.Espero que compreendam a situação. Até parece a UGT, sempre colada a qualquer governo. "Central responsável, versos teclado irresponsável".Fora como "teclado"!
Rui Abreu Silva Abreu
15.04.2011 - 09:29
Para ex-sindicalista ...está "muito bem,mesmo muito bem!Continue Sr.ª Ministra, continue. Só esperoque tenha tanta sorte na sua vida como aquela a que sujeitou e quer sujeitar centenas de milhar de famílias portuguesas. De facto parecedar jeito fazer parte da UGT, sempre ao lado dopoder e sempre a ter o reconhecimento através de ... será de verbas para a formaçãoprofissional ?(Afinalparece ser o principal objecto...). A Senhora Ministra foi sindicalista? Ah! Já me esquecia sindicalista mas..."responsável" (?) Está quase tudo dito!
Vingador1
15.04.2011 - 00:12
Desconfio que depois de ser Ministra...perdeu a bondade natural que tinha!

É pena...!...ou teve pouca sorte.

Entretanto vou fazendo um baile para não ficar assustado!
mundonovo50
14.04.2011 - 23:55
onde te foste meter Helena André num governo dum mentiroso compulsivo que só podia dar no que deu, mas o pior é que na tua UGT há muita gentinha a apoiar o homem que nos levou à desgraça
madmax
14.04.2011 - 22:21
especialmente se forem xuxalista. Para os Bois há sempre emprego e bem pago...
professorvicente
14.04.2011 - 21:50
"Não nos podemos assustar com o desemprego".
Tudo o que esta SOPEIRA diz é conversa sem conteúdo, pois nem o desemprego a assusta. Mas de idéias concretas para a criação de emprego ZERO.
Portugalix
14.04.2011 - 21:27
E foi esta banhinha, delegada sindical da UGT…..as mulheres do PS são……..

http://donodaloja.blogspot.com/2011/04/gabriela-ventura-es-muita-boa.html

Mas algumas grandes aviões…………
balburdio
14.04.2011 - 21:07
Temos 12% de desemprego, se a nossa ministra ainda não está assustada, isso assusta-me. Ou é assustadoramente doida ou é um sucedâneo de sócrates o que me mete imenso medo!
Sempre que há um governo prolongado do PS temos a fórmula infalível:
PS X muitos anos = FMI
temos o caso do governo Soares nos anos 70 80,
e temos este caso agora, só Guterres escapou a esta fórmula porque se demitiu a tempo!
JesusC
14.04.2011 - 20:44
Dar novas competencias e qualificaçoes, e' uma treta, que so' serve para encher os bolsos aos formadores. E', tambem, um paliativo para os formandos. Antes isso, que nada.Se a falta de qualificaçoes e' grave, entao porque e' que os licenciados vao das Universidades para o desemprego? E nao me venha com essa da crise: antes da crise, havia pleno emprego? E ha' quantos anos se sabe que depois dos 35 anos, ninguem da' emprego a ninguem? Alguem tem mais consideraçao pelas gravidas, se elas forem muito qualificadas ? Claro, o desemprego nao nos assusta. Mas quem sao os ''nos'' ?
JMOC
14.04.2011 - 20:44
E perguntar a ministra para comentar o sec estado quando disse a uns meses....."o pior já passou"....é só incompetentes.....
elpontinho
14.04.2011 - 20:27
Claro que não a banhuda tem o ordenado garantido + a
reforma antecipada e mais indemnização por não ter governado até ao fim do mandato e nós à espera que o comparsa dela o pinócrates consiga os 150.000 postos de trabalho prometidos à tempos( abre a boca ou entra mosca ou diz m**** )


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