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Associação criminosa, tráfico de armas e de droga e corrupção são crimes imputados a agentes

16 de Maio, 2011
O Ministério Público esclareceu hoje que os quatro arguidos da PSP ouvidos pelo juiz Carlos Alexandre foram indiciados por tráfico de droga e de armas, associação criminosa, detenção de arma proibida, destruição e falsificação de documentos, entre outros crimes.

Uma nota informativa da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL) adianta que os quatro arguidos pertencentes aos quadros da PSP foram ainda indiciados pelos crimes de corrupção para acto ilícito, crimes continuados de extorsão e de coacção, denegação de justiça, exercício ilícito da actividade de segurança privada e violação qualificada do dever de sigilo.

Três dos membros da PSP foram detidos fora de flagrante delito no cumprimento dos respectivos mandados de detenção, enquanto o outro agente e um cidadão civil foram detidos em flagrante delito

Levados a primeiro interrogatório judicial, todos os arguidos foram submetidos a «fortes medidas de coacção», uma vez que o juiz de instrução criminal considerou a existência de fortes indícios de todos os factos que o Ministério Público (MP) imputou aos arguidos, refere a PGDL.

A dois destes arguidos - precisa a PGDL - foi aplicada a prisão preventiva e aos outros dois, proibição de contacto, por qualquer meio, com os demais arguidos e testemunhas, proibição de entrar nas Esquadras da Divisão da PSP de Cascais, caução e suspensão do exercício da actividade policial.

A PGDL menciona ainda que o arguido não pertencente à PSP foi indiciado por um crime de extorsão e outro de detenção de arma proibida, sendo-lhe aplicado como medidas de coacção a proibição de contacto, por qualquer meio, com os demais arguidos e testemunhas, obrigação de apresentação periódica às autoridades e suspensão do exercício da actividade de segurança privada.

Além destes foram, ainda, constituídos mais seis arguidos, entre eles três elementos da PSP, conclui a PGDL.

No Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa (Unidade Especial Contra o Crime Especialmente Violento) está em curso um inquérito em que são investigadas diversas pessoas, umas funcionalmente ligadas à PSP e outras sem esta condição.

O inquérito iniciou-se em finais de Março de 2010, tendo-se já reunida diversa prova, o que permitiu a realização, na passada sexta-feira, de uma operação na qual foram cumpridos três mandados de detenção, onze mandados de busca domiciliária emitidos por um juiz de instrução criminal e vinte e dois mandados de busca não domiciliários emitidos por um magistrado do Ministério Público, segundo balanço da PGDL.

Em resultado desta operação foram apreendidas diversas armas de fogo e suas munições, outras armas, bem como diversos objectos, documentos e dinheiro.

A investigação - diz a PGDL - vai prosseguir para apurar «toda a verdade».

Lusa/SOL




3 Comentários
RogerUK
17.05.2011 - 07:48
Vulcao
16.05.2011 - 19:44
Cuidado, quem te avisa teu amigo e...
Anonymous
16.05.2011 - 19:44
Mas falta o subintendente da PSP Fernando Lopes que é o cabeça desta quadrilha que tem influencia com agentes de todos os distritos de Portugal...só que a PJ que já está informada sobre este individuo, nada faz.
Mete Fundo
16.05.2011 - 16:41
belo negocio se fazem na policia


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