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Doentes deixam de ter isenção total de taxas moderadoras

29 de Setembro, 2011
O ministro da Saúde anunciou hoje que a isenção de pagamento de taxas moderadoras para os portadores de doenças crónicasvai deixar de ser total, passando a aplicar-se apenas aos atos relativos à respectiva doença.

«Passa a haver a isenção, não pelo doente em si, mas por tudo o que é relacionado com a doença, ou seja, tudo o que são consultas e sessões de hospital de dia, atos complementares no decurso e no âmbito da doença», afirmou Paulo Macedo.

«Outro tipo de actos que não têm nada a ver com a doença, esses passarão a estar sujeitos», acrescentou o ministro da Saúde, na conferência de imprensa sobre as conclusões do Conselho de Ministros, que hoje aprovou um decreto-lei que altera as regras de aplicação das taxas moderadoras.

O ministro reforçou que, «fora dessa doença não se põe a condição de isenção, ou está abrangido pela condição de recursos ou terá um tratamento normal».

Segundo Paulo Macedo, é sobretudo esta alteração de regras vai permitir ganhos para o Estado: «É isto que faz aqui uma diferença, porque de resto, de facto, em termos de recursos passará a haver mais pessoas isentas. Mas é essa a nossa intenção deliberada».

Até agora, estavam isentos do pagamento de qualquer taxa moderadora no Serviço Nacional de Saúde, entre outros, os diabéticos, hemofílicos, parkinsónicos, tuberculosos, doentes do foro oncológico, alcoólicos crónicos e toxicodependentes em recuperação, doentes com lúpus e com dermatomiose.

«Mantém-se a isenção total para as grávidas e crianças até aos 12 anos» e para «um conjunto grande» de outros casos, mas os dadores benévolos de sangue e bombeiros, atualmente também dispensados de pagar qualquer taxa moderadora, passarão a estar isentos apenas «na prestação de cuidados de saúde primários», referiu Paulo Macedo.

Lusa/SOL




16 Comentários
Zedk
29.09.2011 - 18:32
A taxa moderadora, já de si, era impeditiva de certos doentes abusarem de, por dá cá aquela palha, correrem para o Centro de Saúde. Passaram, assim, de se apresentarem no SNS por se sentirem doentes com queixas ou padecendo de doenças crónicas próprias da idade, todos, a ir à farmácia ou à hervanária, saíndo de lá com o custo da taxa diluído no preço do produto ali receitado. Nem é mau de todo... considerando que os vencimentos de trabalho, se não estiver desempregado, neste país não ultrapassam o nível do absolutamente necessário para não morrer de fome ou de sede. Muitos morrem por falta de cuidados mas, a vida não é eterna, apenas morrem mais cedo e dão lugar à juventude.
A Saúde, um bem tendencialmente gratuito, assim continuará.
Os médicos vão ficar satisfeitos: A classe já tem quem os substitua.
Gosto muito deste ministro. A minha conviqueção, desculpem, vou passar a escrever como falo para não retirar impaqueto às ideias, é que merece que o destino se amerceie dele: Se tem de ser, antes mais cedo que tarde.
Não acredito que a classe médica fique impassível a esta despromoção profissional, de invasão compulsiva das ciências e competências próprias, limitados a função de espetadores.
kemal
29.09.2011 - 18:22
Os doentes que recusam os genéricos são na maioria os que estão isentos e não pagam os medicamentos. Mas o ministro sabe disso se mandar analisar o perfil estatístico do consumo dos não genéricos.
vermelho51
29.09.2011 - 18:19
@ unicornio 29.09.2011 - 16:58: cá por mim, antes phoder um tijolo...
Periquitobranco
29.09.2011 - 18:11



Em todos os países da Europa quem recebe rendimento mínimo não pode trabalhar ou ter viatura própria e nas suas longas deslocações tem que andar de transportes públicos.



Em Portugal vê-se por exemplo os ciganos com varias viaturas próprias e algumas de luxo e vivem em casas de renda subvencionada, e vendem em feiras e mercados ou coisas nas ruas. Fruta muita vez. quais os horticultores se queixam de terem sido roubados.



E muito imigrante também recebem esse apoio sem que se saiba o que eles tem de património nos seus países de origem.



O governo pede ao povo para dar a parasitas.





Periquitobranco
29.09.2011 - 18:02


Portugalix
29.09.2011 - 17:04

BRITISH HOSPITAL



Há pouco tempo foi Boom em toda impressa internacional o descarrilamento de um comboio TGV sobre uma Ponte ferroviária na china.



Os TGV na Europa estão 3 messes em testes nas respectivas linhas férreas.



Na china só esteve duas semanas em teste e depois o director deu o comboio livre para receber passageiros. O descarrilamento foi logo a seguir.



O governo em Pequim despediu esse Director e para o seu lugar veio outro director que também já tinhas sido despedido por ter deixado descarrilar um comboio. Um incompetente substitui outro ignorante.



Portanto o Dr. Macedo bem se calha faz como os chineses que tudo copiam o que passa pelas mão ou pelos olhos?



Zedk
29.09.2011 - 17:59
Ora vamos lá a ver se entendo bem:
A taxa moderadora foi instituída para evitar que os tratamentos por técnicos de saúde (médicos). Em vez da pessoa se apresentar no SNS por se sentir doente, com queixas, levava-as à farmácia ou à hervanária e saía de lá com o preço da consulta incluído no preço do produto receitado. Nem era mau de todo... muitos morriam por falts de cuidados mas, a vida não é eterna, apenas morriam mais cedo.
A Saúde, um bem tendencialmente gratuito, assim continuará. Os médicos vão ficar satisfeitos pois a classe já tem quem os substitua.
Gosto muito deste ministro. A minha conviqueção, desculpem, vou passar a escrever como falo para não retirar impaqueto às ideias, é que merece que o destino se amercie dele: Se tem de ser, antes mais cedo que tarde.
Não acredito que a classe médica fique impassível a esta despromoção profissional, de invasão compulsiva das ciências e competências próprias.
Marvilense
29.09.2011 - 17:58
Fala-se em acbar com as taxas moderadoras, referentes a doenças crónicas, e que muitas delas surgiram por motivos profissionais, mas não se fala da continuação do fornecimento gratuito da metadona e dos kits para os drogados com seringa, preservativos e toalhetes.
paulopires68f
29.09.2011 - 17:54
Aceito!
IndioMeiaPraia
29.09.2011 - 17:19
Finalmente uma medida inteligente da parte do governo. Não faz qualquer sentido ser-se isento de tudo e mais alguma coisa quando a doença é especifica.
Nota: Contra mim falo, dado que tenho isenção total das taxas moderadoras, quando apenas deveria ter em dermatologia. :)
Portugalix
29.09.2011 - 17:05
Este ministro da saúde é o ignorante que diz que transplantes não são prioritários, mas é o mesmo anormal que se faz transportar por três viaturas que o vão buscar a casa pelo 12h00, um trabalhador incansável, uma viatura para o anormal que é um cobardolas e duas para os seguranças….vá povo ignorante paguem impostos para estes senhores viverem à grande ás vossas custas que até as cuecas e peúgas vocês lhes pagam…..
Portugalix
29.09.2011 - 17:04
BRITISH HOSPITAL
O MAIS CEGO, É AQUELE QUE NÃO QUER VER!!!!!!!!!!
COM AS DEVIDAS RESERVAS...
Quando o British Hospital surge numa conversa, tendemos a perguntar: o de Campo de Ourique ou o das Torres de Benfica? O hospital pertence ao Grupo Português de Saúde desde o início dos anos 1980. O Grupo Português de Saúde pertence ao universo da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), a tal que tinha um banco dentro. Exactamente: o BPN.
O banco serviu para financiar a compra do British. Um fiasco. Entre 1999 e 2009, o British recuou de uma média anual de 12 mil consultas para cerca de 1800. Entre 2004 e 2007, o presidente do Grupo Português de Saúde foi o economista José António Mendes Ribeiro, o qual, quando saiu do grupo, deixou um passivo de perto de " cem milhões de euros" .
Pois foi precisamente José António Mendes Ribeiro que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, foi buscar para coordenar o grupo de trabalho que vai propor os cortes a aplicar no Serviço Nacional de Saúde. Isto, que podia ser uma charla dos Malucos do Riso, é o ponto em que estamos.
Link:http://daliteratura.blogspot.com/2011/09/tem-pai-que-e-cego.html
P.S. Qualquer semelhança entre Portugal e um país do Velho Continente é pura coincidência...



beiramar
29.09.2011 - 17:02
Já não bastava os governantes deste país deixarem os seus cidadãos passarem fome agora querem se ver livres deles por falta de assintência médica.
kemal
29.09.2011 - 16:58
O SNS está feito para uma população de 3 milhões de beneficiários. Ora, os utentes são mais de 10 milhões se contarmos com os estrangeiros que cá vivem...
As listas de espera vêm da discrepância entre a capacidade instalada do serviço e o número real de utentes.
unicornio
29.09.2011 - 16:58
E isto quererá dizer que se eu me deslocar a um centro de "saúde" para adquirir o viagra tenho de pagar taxa?.

Não sei se desisto do viagra se da taxa.

mjla
29.09.2011 - 16:16
Oh mete bala, tu a generalizares assim por classes a sociedade, ainda te convidam para o Governo...
Mete Bala
29.09.2011 - 16:09
as listas de espera são uma estratégia montada pelos médicos. objectivo levar doentes para clínicas privadas. médicos e advogados uma classe de corruptos


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