 | torresmos 09.11.2012 - 20:23 | |
Gostava de saber quantos bifes é que se comem por semana na casa desta Senhora.
 | HORACA 15.10.2011 - 03:45 | |
Há uns BURROS aqui para baixo, que fizeram comentários sem ler o que está lá escrito.
SE LESSEM, NÃO SAÍA TANTA ESTUPIDEZ E IGNORÁNCIA.
LEIAM O ARTIGO.
 | HORACA 15.10.2011 - 03:40 | |
Uriel 00:03,
Veja lá se está enganado nos salarios minimos no estrangeiro.
Lá fora fazem o calculo do SMN x 14 /12.
E é por isso que Portugal aparece nas lista de 2010 com um salario de 525 euros.
SE CALHAR A FRANÇA SÓ PAGA 1178 EUROS.
 | caiombe 15.10.2011 - 01:01 | |
É preciso uma total falta de bom senso para produzir estas afirmações. A Senhora deve ter sido, em tempos idos, colega do Dr. José Manuel Durão Barroso quando este procurava, ainda na FECML, imitar o Grande Educador da Classe Operária. Querem ver que a Senhora ainda se vai tornar GUARDA VERMELHA E DÁ INÍCIO À REVOLUÇÃO CULTURAL PORTUGUESA: COMPREM JÁ OS LIVROS VERMELHOS DO PRESIDENTE MAO E UM BONÉ COM ESTRELA E TUDO.
 | caiombe 15.10.2011 - 00:40 | |
Tem toda a razão e porque não suporto esse seu arzinho de superioridade estorilista, contribuições para o BANCO ALIMENTAR, "JAMAIS".
 | Uriel 15.10.2011 - 00:03 | |
E tem esta senhora o "TACHO" de presidente do Banco Alimentar Contra a Fome
Com certeza não ganha 475€ por mês.
Com estas declarações ficam todos a saber que faz parte da quadrilha.
Não me importava mesmo nada de receber só 12 meses do ordenado mínimo da França 1375€.
 | karioka 14.10.2011 - 23:57 | |
reeducar a fome?!?...
 | TORREDOSCLERIGOS 14.10.2011 - 23:24 | |
E esta Senhora deveria passar a ganhar de imediato 500 € mensais!!!!
 | Padre 14.10.2011 - 22:49 | |
As famílias vão ter que ser reeducadas é no sentido de correrem com todas as corjas. Nalguns caso evocando as boas práticas da Revolução Francesa, que é exemplo que vem mesmo a calhar para este apelido "Jonet". A História, são os Povos que a escrevem, com sangue muitas vezes. E cá, se necessário for, assim haverá de ser feito.
 | Padre 14.10.2011 - 22:49 | |
As famílias vão ter que ser reeducadas é no sentido de correrem com todas as corjas. Nalguns caso evocando as boas práticas da Revolução Francesa, que é exemplo que vemmesmo a calhar para este apelido "Jonet". A História, são os Povos que a escrevem, com sangue muitas vezes. E cá, se necessário for, assim haverá de ser feito.
 | zeper 14.10.2011 - 21:33 | |
Porque não "educar" todos os ganham mais que o ordenado mínimo nacional a viver só com ele. Começando por si e passando por TODOS os portugueses?
Será que não se acabava com o defice em apenas um ano? UM SÓ ANO!!! Ou isto já é utopia, apenas e só porque toca a todos?
 | zeper 14.10.2011 - 21:29 | |
Adoro estas pessoas que, lá de cima do seu pedestal, fazem caridade com o dinheiro dos outros e vêm dar lições de "educação", mas com a conta bancária bem recheada!
 | vaz 14.10.2011 - 21:15 | |
Quem precisa de ser reeducado é a Isabel Jonet.
Gostava que me informasse quanto recebe e como o administra!
 | Kilimanjaro 14.10.2011 - 19:00 | |
O que esta senhora nos está a dizer é que nos vamos preparando para o fim desses direitos. Essa era uma das pretensões do patronato, que agora vê finalmente as suas pretensões realizadas. Assim duvido que alguma vez voltemos a contar com esses subsídios, se não fizermos alguma coisa, como por exemplo deixar de fazer horas extraordinários e as duas horas que nos querem por a trabalhar a mais, deixarem de ser produtivos. Há tomates para isso? É que temos que fazer alguma coisa, nem que seja parar o país, porque na bancarrota já andam as familías, e eles têm mais a perder que nós, que já perdemos praticamente tudo.
 | Zedk 14.10.2011 - 18:54 | |
Bole-me com o sistema nervoso a exposição pública da ignorância de qualquer pessoa.
Não irei longe. Em Espanha o normal é os trabalhadores disporem de 15 ordenados ANUAIS.
Descoconheço e confesso-o qual o ordenado mínimo espanhol mas, tenho como certo, ser muito superior ao português.
Os subsídios de Natal e de férias atribuídos em Portugal, não são uma dádiva do patronato. Existem porque foram negociados, entre patrões e sindicatos, por compensação dos baixos ordenados mensais acordados. O patronato entendeu que seria melhor pagar pouco e ahaver dois meses no ano com pagamento em dobro e mais: antes do 25/4 quando o trabalhador era dispensado em Novembro não recebia nada do subsídio de Natal e se fosse antes de gozar férias acontecia a mesma coisa, do subsídio de férias nada vinha.
Por estas razões, a situação dos trabalhadores portugueses não pode ser comparada com os trabalhadores do resto da Europa seja em que aspeto for pois, até os aumentos anuais, eram calculados sobre a inflação do ano anteriuor e não sobre a suposta para o período seguinte como acontecia nos outros países. Fomos sempre miseraveis, é o termo, tanto quem recebia, como quem pagava e ainda hoje paga.
Comparar a situação dos trabalhadores gregos com a dos trabalhadores portugueses é como comparar os povos africanos, com os aborrígenes australianos. Uns já sabem ler e fazer contas, os outros desconhecem o que seja uma carabina.
Cultura, politica, sindicalismo, organização social, para a maioria dos portugueses são coisas doutro planeta, amaldiçoadas, vis e sinistras.
 | Zedk 14.10.2011 - 18:54 | |
Bole-me com o sistema nervoso a exposição pública da ignorância de qualquer pessoa.
Não irei longe. Em Espanha o normal é os trabalhadores disporem de 15 ordenados ANUAIS.
Descoconheço e confesso-o qual o ordenado mínimo espanhol mas, tenho como certo, ser muito superior ao português.
Os subsídios de Natal e de férias atribuídos em Portugal, não são uma dádiva do patronato. Existem porque foram negociados, entre patrões e sindicatos, por compensação dos baixos ordenados mensais acordados. O patronato entendeu que seria melhor pagar pouco e ahaver dois meses no ano com pagamento em dobro e mais: antes do 25/4 quando o trabalhador era dispensado em Novembro não recebia nada do subsídio de Natal e se fosse antes de gozar férias acontecia a mesma coisa, do subsídio de férias nada vinha.
Por estas razões, a situação dos trabalhadores portugueses não pode ser comparada com os trabalhadores do resto da Europa seja em que aspeto for pois, até os aumentos anuais, eram calculados sobre a inflação do ano anteriuor e não sobre a suposta para o período seguinte como acontecia nos outros países. Fomos sempre miseraveis, é o termo, tanto quem recebia, como quem pagava e ainda hoje paga.
Comparar a situação dos trabalhadores gregos com a dos trabalhadores portugueses é como comparar os povos africanos, com os aborrígenes australianos. Uns já sabem ler e fazer contas, os outros desconhecem o que seja uma carabina.
Cultura, politica, sindicalismo, organização social, para a maioria dos portugueses são coisas doutro planeta, amaldiçoadas, vis e sinistras.
 | pontaesquerda 14.10.2011 - 15:17 | |
errado!...
as familias vão ter que se preocupar mais com a politica e saber escolher os seus governantes para acabar com os bancos alimentares e todas as formas de pedinchice instituida que alberga muitos tachinhos!...
 | gipsyking 14.10.2011 - 15:15 | |
Quem me dera ter só 12 salários ingleses, franceses, alemães ou espanhóis....