quinta-feira, 24 de Abril de 2014, 17:10
Pesquisa
pesquisar
Emprego Imobiliário Motores
iPad
'Famílias vão ter que ser reeducadas para viver com 12 ordenados'

14 de Outubro, 2011
A presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, Isabel Jonet, considerou hoje que as medidas apresentadas pelo Governo são «muito duras» e particularmente gravosas para as famílias que já não têm onde cortar.

«Estas medidas seriam expectáveis, em função do que foi anteriormente divulgado, mas para a população com orçamentos mais baixos são muito duras e essa dureza é tanto maior quanto essas pessoas vivem com orçamentos muito reduzidos, sem folga para mais reduções», afirmou.

Isabel Jonet lembrou também as famílias que contam com os subsídios de férias e de Natal como rendimentos extra para pagar o seguro do carro ou outros serviços que não podem pagar, e para quem este corte abrupto vai ter consequências graves.

No entanto, estas famílias de «classe média ou remediadas» não são as mais preocupantes para a responsável que considera que essas terão que reafec tar todos os seus consumos e ajustá-los, para não contarem com estes rendimentos extra com que contavam.

«Na maior parte dos países europeus não existem os subsídios, só os 12 ordenados. Em Portugal vai ser necessária uma reeducação das famílias para viver com os ordenados 12 meses por ano. Vão ter que ter um nível de consumo mais baixo», defendeu.

A grande preocupação de Isabel Jonet vai para os mais pobres e para os idosos com reformas muito baixas e que, com o aumento do IVA, seja qual for o valor, não vão conseguir aguentar.

«As famílias que mais me preocupam são as que vivem com salários mínimos, com pensões mínimas e que vão ser penalizadas com os acréscimos dos impostos», acrescentou.

Lusa/SOL




18 Comentários
torresmos
09.11.2012 - 20:23
Gostava de saber quantos bifes é que se comem por semana na casa desta Senhora.
HORACA
15.10.2011 - 03:45
Há uns BURROS aqui para baixo, que fizeram comentários sem ler o que está lá escrito.

SE LESSEM, NÃO SAÍA TANTA ESTUPIDEZ E IGNORÁNCIA.

LEIAM O ARTIGO.
HORACA
15.10.2011 - 03:40
Uriel 00:03,

Veja lá se está enganado nos salarios minimos no estrangeiro.

Lá fora fazem o calculo do SMN x 14 /12.

E é por isso que Portugal aparece nas lista de 2010 com um salario de 525 euros.

SE CALHAR A FRANÇA SÓ PAGA 1178 EUROS.
caiombe
15.10.2011 - 01:01
É preciso uma total falta de bom senso para produzir estas afirmações. A Senhora deve ter sido, em tempos idos, colega do Dr. José Manuel Durão Barroso quando este procurava, ainda na FECML, imitar o Grande Educador da Classe Operária. Querem ver que a Senhora ainda se vai tornar GUARDA VERMELHA E DÁ INÍCIO À REVOLUÇÃO CULTURAL PORTUGUESA: COMPREM JÁ OS LIVROS VERMELHOS DO PRESIDENTE MAO E UM BONÉ COM ESTRELA E TUDO.
caiombe
15.10.2011 - 00:40
Tem toda a razão e porque não suporto esse seu arzinho de superioridade estorilista, contribuições para o BANCO ALIMENTAR, "JAMAIS".
Uriel
15.10.2011 - 00:03
E tem esta senhora o "TACHO" de presidente do Banco Alimentar Contra a Fome
Com certeza não ganha 475€ por mês.
Com estas declarações ficam todos a saber que faz parte da quadrilha.
Não me importava mesmo nada de receber só 12 meses do ordenado mínimo da França 1375€.
karioka
14.10.2011 - 23:57
reeducar a fome?!?...
TORREDOSCLERIGOS
14.10.2011 - 23:24
E esta Senhora deveria passar a ganhar de imediato 500 € mensais!!!!
Padre
14.10.2011 - 22:49
As famílias vão ter que ser reeducadas é no sentido de correrem com todas as corjas. Nalguns caso evocando as boas práticas da Revolução Francesa, que é exemplo que vem mesmo a calhar para este apelido "Jonet". A História, são os Povos que a escrevem, com sangue muitas vezes. E cá, se necessário for, assim haverá de ser feito.
Padre
14.10.2011 - 22:49
As famílias vão ter que ser reeducadas é no sentido de correrem com todas as corjas. Nalguns caso evocando as boas práticas da Revolução Francesa, que é exemplo que vemmesmo a calhar para este apelido "Jonet". A História, são os Povos que a escrevem, com sangue muitas vezes. E cá, se necessário for, assim haverá de ser feito.
zeper
14.10.2011 - 21:33
Porque não "educar" todos os ganham mais que o ordenado mínimo nacional a viver só com ele. Começando por si e passando por TODOS os portugueses?
Será que não se acabava com o defice em apenas um ano? UM SÓ ANO!!! Ou isto já é utopia, apenas e só porque toca a todos?
zeper
14.10.2011 - 21:29
Adoro estas pessoas que, lá de cima do seu pedestal, fazem caridade com o dinheiro dos outros e vêm dar lições de "educação", mas com a conta bancária bem recheada!
vaz
14.10.2011 - 21:15
Quem precisa de ser reeducado é a Isabel Jonet.
Gostava que me informasse quanto recebe e como o administra!
Kilimanjaro
14.10.2011 - 19:00
O que esta senhora nos está a dizer é que nos vamos preparando para o fim desses direitos. Essa era uma das pretensões do patronato, que agora vê finalmente as suas pretensões realizadas. Assim duvido que alguma vez voltemos a contar com esses subsídios, se não fizermos alguma coisa, como por exemplo deixar de fazer horas extraordinários e as duas horas que nos querem por a trabalhar a mais, deixarem de ser produtivos. Há tomates para isso? É que temos que fazer alguma coisa, nem que seja parar o país, porque na bancarrota já andam as familías, e eles têm mais a perder que nós, que já perdemos praticamente tudo.
Zedk
14.10.2011 - 18:54
Bole-me com o sistema nervoso a exposição pública da ignorância de qualquer pessoa.
Não irei longe. Em Espanha o normal é os trabalhadores disporem de 15 ordenados ANUAIS.
Descoconheço e confesso-o qual o ordenado mínimo espanhol mas, tenho como certo, ser muito superior ao português.
Os subsídios de Natal e de férias atribuídos em Portugal, não são uma dádiva do patronato. Existem porque foram negociados, entre patrões e sindicatos, por compensação dos baixos ordenados mensais acordados. O patronato entendeu que seria melhor pagar pouco e ahaver dois meses no ano com pagamento em dobro e mais: antes do 25/4 quando o trabalhador era dispensado em Novembro não recebia nada do subsídio de Natal e se fosse antes de gozar férias acontecia a mesma coisa, do subsídio de férias nada vinha.
Por estas razões, a situação dos trabalhadores portugueses não pode ser comparada com os trabalhadores do resto da Europa seja em que aspeto for pois, até os aumentos anuais, eram calculados sobre a inflação do ano anteriuor e não sobre a suposta para o período seguinte como acontecia nos outros países. Fomos sempre miseraveis, é o termo, tanto quem recebia, como quem pagava e ainda hoje paga.
Comparar a situação dos trabalhadores gregos com a dos trabalhadores portugueses é como comparar os povos africanos, com os aborrígenes australianos. Uns já sabem ler e fazer contas, os outros desconhecem o que seja uma carabina.
Cultura, politica, sindicalismo, organização social, para a maioria dos portugueses são coisas doutro planeta, amaldiçoadas, vis e sinistras.
Zedk
14.10.2011 - 18:54
Bole-me com o sistema nervoso a exposição pública da ignorância de qualquer pessoa.
Não irei longe. Em Espanha o normal é os trabalhadores disporem de 15 ordenados ANUAIS.
Descoconheço e confesso-o qual o ordenado mínimo espanhol mas, tenho como certo, ser muito superior ao português.
Os subsídios de Natal e de férias atribuídos em Portugal, não são uma dádiva do patronato. Existem porque foram negociados, entre patrões e sindicatos, por compensação dos baixos ordenados mensais acordados. O patronato entendeu que seria melhor pagar pouco e ahaver dois meses no ano com pagamento em dobro e mais: antes do 25/4 quando o trabalhador era dispensado em Novembro não recebia nada do subsídio de Natal e se fosse antes de gozar férias acontecia a mesma coisa, do subsídio de férias nada vinha.
Por estas razões, a situação dos trabalhadores portugueses não pode ser comparada com os trabalhadores do resto da Europa seja em que aspeto for pois, até os aumentos anuais, eram calculados sobre a inflação do ano anteriuor e não sobre a suposta para o período seguinte como acontecia nos outros países. Fomos sempre miseraveis, é o termo, tanto quem recebia, como quem pagava e ainda hoje paga.
Comparar a situação dos trabalhadores gregos com a dos trabalhadores portugueses é como comparar os povos africanos, com os aborrígenes australianos. Uns já sabem ler e fazer contas, os outros desconhecem o que seja uma carabina.
Cultura, politica, sindicalismo, organização social, para a maioria dos portugueses são coisas doutro planeta, amaldiçoadas, vis e sinistras.
pontaesquerda
14.10.2011 - 15:17
errado!...

as familias vão ter que se preocupar mais com a politica e saber escolher os seus governantes para acabar com os bancos alimentares e todas as formas de pedinchice instituida que alberga muitos tachinhos!...
gipsyking
14.10.2011 - 15:15
Quem me dera ter só 12 salários ingleses, franceses, alemães ou espanhóis....


PUB
PUB
Siga-nos
CD Carríssimas Canções de Sérgio Godinho
Assinaturas - Revista FEEL IT (PT)
Siga o SOL no Facebook


© 2007 Sol. Todos os direitos reservados. Mantido por webmaster@sol.pt