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Carvalho da Silva inaugura reunião magna da CGTP pela última vez

27 de Janeiro, 2012
Os trabalhos do XII Congresso da CGTP-IN começam hoje no Centro de Congressos de Lisboa, cabendo a intervenção inaugural a Manuel Carvalho da Silva, a última como secretário-geral da Intersindical.

Os trabalhos começam pelas 9h30, a sessão inaugural de evocação simbólica, especialmente criada para a ocasião, está prevista para as 12h horas. Será a esta hora que a mesa do Congresso e as diferentes delegações nacionais e estrangeiras serão apresentadas aos delegados e ao Congresso.

A intervenção inaugural que pertencerá ao secretário-geral, Manuel Carvalho da Silva, terá início às 12h30 horas, que este ano abandona o cargo que ocupa há 25 anos.

Na reunião magna de dois dias serão definidas as linhas gerais de orientação para o quadriénio 2012-2016, com uma estratégia sindical expressa no programa de acção.

Para além do programa, os cerca de mil delegados discutirão também os termos de uma carta reivindicativa, na qual serão apontadas as orientações e os objectivos [reivindicativos] a prosseguir pela nova direcção da CGTP.

Será ainda apreciada uma resolução sobre 'Outra Política é Possível e Necessária!', uma segunda resolução sobre 'Defender o Estado Social - Factor de desenvolvimento, coesão social, promoção de igualdade' e, ainda, uma moção 'Por Uma Europa e um Mundo Justos, Solidários, de Cooperação, Paz e Progresso'.

O Congresso elegerá também o novo Conselho Nacional da CGTP que será apresentado no dia 28 de Janeiro, às 19h horas, seguindo-se a intervenção de encerramento, que será proferida pelo novo secretário-geral, às 19h30 horas.

Lusa/SOL




2 Comentários
Rui Abreu Silva Abreu
27.01.2012 - 12:19
Não sou, nem nunca fui defensor do sindicalismo "inconvergente". Antes pelo contrário. No entanto e divergências à parte, não posso deixar de reconhecer em Carvalho da Silva um Homem de coerência e sempre pronto a dar a cara pelo movimento sindical, pelos trabalhadores. os mais minimalistas e detractores dirão o que quiserem desde que enxovalhem este homem bom e que ao longo de anos deu o "peito às balas" independentemente da sua filiação partidária ou tendência sindical associada. Se não estamos pior ainda, talvez lhe devamos isso mesmo, enquanto outros passram anos e anos a "negociar" (percebe-se não é?). Para Carvalho da Silva um obrigado, um abraço e votos de felicidades na sua vida futura, pois bem o merece (minha opinião).
GalliziaGira
27.01.2012 - 11:00
vai viver das reformas


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