quinta-feira, 24 de Abril de 2014, 6:49
Pesquisa
pesquisar
Emprego Imobiliário Motores
iPad
PSP e SIRP negam investigação a alegadas escutas a deputada do PSD

8 de Fevereiro, 2012
A Polícia de Segurança Pública (PSP) e o Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) negaram hoje que seja verdade a notícia ontem avançada pelo Correio da Manhã, segundo o qual os dois organismos estariam a investigar alegadas escutas à deputada Teresa Leal Coelho.

A deputada do PSD foi quem redigiu o relatório dos sociais-democratas sobre a relação entre a maçonaria e as secretas e a imprensa de ontem dava conta de que PSP e SIS estavam a investigar alegadas escutas ilegais ao seu telemóvel.

«A PSP desmente aquelas notícias e informa que, no âmbito das suas competências legais, não teve, nem tem, em curso quaisquer diligências relacionadas com a senhora deputada da Assembleia da República, Teresa Leal Coelho», diz a PSP em comunicado.

Também o secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) negou ter procedido a «quaisquer diligências» relacionadas com eventuais escutas ilegais ao telemóvel da deputada do PSD Teresa Leal Coelho.

A informação das duas entidades surge dias depois de vários órgãos de comunicação social terem referido que o Serviço de Informações de Segurança (SIS) e a PSP estavam envolvidos numa alegada investigação sobre eventuais escutas ilegais feitas ao telemóvel da deputada, que foi responsável pelo relatório do PSD sobre as audições na comissão de assuntos constitucionais, a propósito de alegadas irregularidades nos serviços de informações e segurança.

Um comunicado do gabinete do secretário-geral do SIRP, Júlio Pereira, refere que «tais notícias não têm fundamento», desmentindo que o SIS «esteja a proceder ou tenha procedido» a quaisquer diligências relacionadas com a deputada social-democrata.

Teresa Leal Coelho foi responsável pelo relatório social-democrata sobre as audições na comissão de assuntos constitucionais, direitos, liberdades e garantias, sobre alegadas irregularidades nos serviços de informações de segurança.

No âmbito das audições realizadas na comissão sobre irregularidades no funcionamento das secretas, nomeadamente a passagem de informações para empresas privadas e o acesso ao registo telefónico de um jornalista, foi constituído um grupo de trabalho para elaborar um relatório sobre as conclusões daquelas audições.

Como metodologia desse grupo de trabalho, cada partido elaborou um relatório próprio, sendo que o documento do PSD, explicou Teresa Leal Coelho, no início de Janeiro, concluía que havia «indícios, relativamente a ligações de algumas pessoas, não só nos serviços de informações, mas também fora deles, e algumas lojas da maçonaria».

Lusa/SOL

(actualizada às 20h43)




0 Comentários


PUB
PUB
Siga-nos
CD Carríssimas Canções de Sérgio Godinho
Assinaturas - Revista FEEL IT (PT)
Siga o SOL no Facebook


© 2007 Sol. Todos os direitos reservados. Mantido por webmaster@sol.pt