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Aumento dos crimes contra património pode estar ligado à crise

30 de Março, 2012
O Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT) considerou hoje que o aumento dos crimes contra o património, como o roubo por esticão e a ourivesaria, pode estar ligado à crise económica que o país atravessa.

O porta-voz do OSCOT, Filipe Pathé Duarte, disse à agência Lusa que «é difícil estabelecer uma ligação directa entre a crise económica e a criminalidade».

Porém, «há um determinado tipo de criminalidade que pode estar ligada à crise», nomeadamente os crimes contra o património, adiantou o investigador universitário, reagindo ao Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2011, hoje apresentado.

Segundo o RASI, a criminalidade participada à GNR, PSP e PJ desceu dois por cento em 2011 face ao ano anterior, tendo a criminalidade violenta e grave sofrido uma diminuição mais ligeira (1,2 por cento).

O relatório indica que em 2011 aumentaram os crimes de roubo por esticão (mais 21,2 por cento), roubo a ourivesarias (mais 14,2%), furto em residência (mais 6,2%) e roubo em residência (mais 7,3 por cento).

Para o porta-voz do OSCOT, o aumento dos crimes de roubo por esticão e a ourivesarias é «uma tendência com a crise».

Filipe Pathé Duarte sublinhou que, apesar de não existir «uma ligação directa» com a crise, há uma criminalidade específica que aumenta.

O porta-voz do OSCOT recordou ainda que a criminalidade aumentou até 2008, quando atingiu o seu pico, tendo desde essa altura diminuído devido à acção das polícias e às políticas de segurança.

Lusa/SOL




4 Comentários
Niajar
20.05.2012 - 22:42
No Irão cortavam-lhes as mãos ,agora nem sei se melhor é o fascismo ,comunismo ,nazismo ou uma ditadura teocrática islâmica ,vou reflectir para votar nas próximas eleiçoes!.-.
Kalvin
31.03.2012 - 00:52
Dantes havia uma profissão extraordinariamente útil, que era um complemento a muita gente e permitia que os bairros tivessem um mínimo de segurança, sobretudo à noite.

O famoso guarda nocturno, indivíduo pacato e bonacheirão que conhecia as coscuvilhices todas da zona, quem era o filho da não-sei-quantas que até gamava uns auto-rádios, quem era o "Neko" que traficava haxixe, quem era o Toni que vendia cassetes piratas, etc.

Melhor ainda, o guarda nocturno por vezes tinha uma motinha e com isso fartava-se de caçar gatunos de automóvel, pois aparecia de repente e trocava-lhes as voltas, os meliantes pensavam que ele ainda ia demorar a dar a volta a pé ao quarteirão mas o polícia tinha a motinha e de vez em quando utilizava-a para fazer a ronda.

Em informações, ninguém batia o guarda nocturno, sabia tudo, desde a cabeleireira às clientes, da mercearia à drogaria, até os casos do padeiro local e do leiteiro com as mulheres do bairro, um poço de informações.

Hoje ? Bem, hoje nada se sabe e quando chegam a tribunal, nada se comprova, tudo prescreve. Acabaram com os guardas nocturnos, eliminaram inúmeras esquadras, a polícia sabe o resultado final, apenas quando acontece o mal, vão remediar, pois já não têm informação para prevenir. A culpa ? Não é da polícia, mas efectivamente quando se sai da universidade para o Parlamento, não se pode perceber muito de nada, muito menos para fazer leis e o resultado está à vista.
pauloc
30.03.2012 - 21:49
Temos de aceitar pois nem todos podem ter 15 polícias...
Zedk
30.03.2012 - 21:35
Eu diria que os crimes contra o património são por falta de policiamento apeado.
As paredes em redor do castelo de S. Jorge foram todas conspurcados com grafitis em polaco, de onde apenas se retira tyerem sido feitas por adeptos do Legia. Isto é uma amostra... Daqui ao roubo e aos assaltos a vigilância é a mesma: ZERO


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