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'Capitães de Abril' não estarão pela primeira vez nas celebrações oficiais da revolução

23 de Abril, 2012
A Associação 25 de Abril não participará este ano, pela primeira vez, nas celebrações oficiais da Revolução dos Cravos por considerar que «a linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril».

O anúncio foi feito hoje em Lisboa pela direcção da associação, de que fazem parte alguns dos chamados «Capitães de Abril».

«A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa», lê-se no texto do manifesto «Abril não desarma», lido hoje, em Lisboa, aos jornalistas e a uma assembleia de associados pelo coronel Vasco Lourenço.

«O poder político que actualmente governa Portugal configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores. Em conformidade, a Associação 25 de Baril anuncia que não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril», lê-se no texto.

O manifesto, lido pelo presidente da associação, esclarece que, porém, a Associação «participará nas comemorações populares e outros actos locais de celebração» da revolução de 1974, assim como «continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspectiva de festa pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões."

«Neste momento difícil para Portugal», os subscritores do manifesto deixam também um apelo «ao povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia».

Os militares ressalvam que esta «atitude não visa as instituições de soberania democráticas, não pretendendo confundi-las com os que são seus titulares e exercem o poder», até porque consideram que «os problemas da democracia se resolvem com mais democracia».

«Também por isso, a Associação 25 de Abril e, especificamente, os militares de Abril, proclamam que, hoje como ontem, não pretendem assumir qualquer protagonismo político», lê-se no texto, que sublinha ainda que os subscritores têm «plena consciência da importância da instituição militar, como recurso derradeiro nas encruzilhadas decisivas da História».

«Por isso, declaramos a nossa confiança em que a mesma saberá manter-se firme, em defesa do seu país e do seu povo», lê-se no texto.

No final da leitura do manifesto, em resposta a questões dos jornalistas, Vasco Lourenço disse que a associação não quer com estas palavras apelar a uma intervenção militar: «De maneira nenhuma, confiamos em que [a instituição militar] saiba comportar-se e não intervenha fora da democracia. Longe de nós qualquer apelo à intervenção militar, antes pelo contrário», afirmou.

Neste manifesto, que foi feito pela associação, mas «fundamentalmente pelos militares de Abril», nas palavras de Vasco Lourenço, são várias as críticas ao poder político, começando por considerar que «o contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder».

«As medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana», prossegue o texto, que considera que «o rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho».

Para os militares de Abril, Portugal não tem uma «justiça capaz» e para os «dirigentes políticos» a «ética é palavra vã», fazendo do país aquele que tem maiores desigualdades sociais dentro da União Europeia.

A postura nacional no seio da Europa e também no quadro da assistência financeira externa é outra das críticas apontadas pela Associação 25 de Abril: «Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia. Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes. O nosso estatuto real é hoje o de um 'protectorado', com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos».

Foi por causa deste cenário que os militares de Abril sentiram «o dever de tomar uma posição cívica e política no quadro da Constituição da República», uma «posição clara contra a iniquidade, o medo e conformismo» que consideram estarem a instalar-se na sociedade portuguesa.

Lusa/SOL 




49 Comentários
Lusojos
25.04.2012 - 13:45
Meia dúzia de patéticos e armados em "demo-cratas". Só uma nota: Antes do fatídico 25/04/74, nunca ninguém falou em matar gente no Campo Pequeno, ou sequer admitir publicamente a eliminação de parte da sociedade portuguesa, que por sinal, ainda hoje deve ser a maioria! São por expressões e apelos como estes, destes obscurantistas, ao serviço de potências e ideologias estrangeiras, que avaliamos o teor "demo-cratico" destas criaturas, são estes canalhas que se apoderaram do meu belo país! Estes obscurantistas, que dominam este regime de malditos, por muito meios e aos quais nem lhes dou a dignidade de chamar de portugueses (isso é ser gente especial que não se confunde com esta miséria humana), fizeram num ano, mais mal do que todo o tempo do anterior regime, que de forma mentirosa, chamam de fascista, era um regime autoritário e anticomunista, mas ao contrário do que dizem, até permitia oposição, estudem vejam com os vosso olhos! “Eles” que vejam parecido nos países que tanto admiram como Cuba ou Coreia do Norte e infernos afins! E é essa a sua raiva! E com qual nos andam a aldrabar a contando histórias até às crianças nas escolas, basta ler um manual escolar e, quem tenha vivido como eu, estes acontecimentos, e que teve um pai que SÓ fez 3 comissões em África a tal onde se diz que havia por lá uma guerra (para mim e milhões de portugueses de todas cores, terroristas, que o provaram bem o que eram e são, quando se colocaram com o apoio destes traidores no poleiro, desses povos mártires), irá desatar-se a rir, tal é o chorrilho de cantilenas e mentiras. Querem à força, fazer-nos crer que o antigo regime era contra a população, a mais refinada mentira de sempre! Se fosse fascista, estes cromos nem existiriam para estar aqui insultar gente civilizada, quanto mais fazer ameaças veladas a quem não lhes liga nenhuma! Mas o tiro pode-lhes sair pela culatra, eles sabem-no! O meu braço, sempre esteve ao serviço de Portugal, a única politica que tenho, são os interesses do meu país e a única que me interessa, mas que nestes últimos anos têm sido de humilhação em humilhação! Mas cuidado, que para estes obscurantistas, não podemos dizer que gostamos da nossa terra pátria, isso é pior que a peste, a nossa obrigação na sua acepção é servir os estrangeiros e os seus interesses e que nos comem tudo e querem à viva força fazer regredir á Idade da Pedra, já faltou mais. Basta olhar à nossa volta e perguntar onde estão as nossas indústrias (do aço, do vidro, naval, automóvel, componentes, ect), saber o que é feito da nossa agricultura, pescas, território? Ao fim deste tempo todo, estamos a chegar à conclusão que afinal, vivemos um logro, o pior e mais vergonhoso da nossa História! Esta "revolução" devia ser conhecida como a "Revolução dos Tachos"! Não há nenhum dos seus apoiantes que não esteja hoje de barriga cheia e cheio de alcavalas! O Nobre Povo Português, esse, é todos dias insultado e passa fome quando podia viver um tempo de fartura, com dignidade! Liberdade? Do quê? Em ser pobre, insultado por “analfabrutos” gananciosos e invejosos estrangeiros todos dias, isso é liberdade? Imitar os outros? É democracia? Quando um cidadão se sente escravo do seu próprio país, esmagado em impostos, em dívidas que não fez, que lhe chamam mandrião quando trabalha e ganha pior do que os outros, mas desconta para que estranhos vivam à sua conta! O regime actual, diz-lhe que vive em democracia, só porque pode escolher entre meia dúzia de oportunistas de 4 em 4 anos? Grande coisa, que se fiquem com ela, os mamões, não é digna de ombrear com os nossos nobres heróis que enchem as páginas gloriosas da nossa longa História! Nesta longa História, também houve e muitos, traidores à causa da nação, desses, hoje nada contam, nada são. Indignos foram rastejar para junto dos seus donos! Portugal sempre!
Jalopes
25.04.2012 - 11:50
O atual estado do País é consequência, dos militares comunistas e socialistas pós 25/4 e ultimamente dos governos socialistas de Guterres e Sócrates. Deixaram o País na bancarrota.
Os militares são tão importantes como os outros cidadãos e não tutelam a liberdade dos portugueses. Proponho que o 25/4 deixe de ser feriado.
AntiFachos
24.04.2012 - 20:43
SABEM PORQUE É QUE O 25 DE ABRIL FALHOU??? PORQUE NÃO FORAM POSTOS NO CAMPO PEQUENO AQUELES QUE PARA LÁ DEVERIAM TER IDO!!! MAS ATENÇÃO!!!... NUNCA É TARDE!!!
Zedk
24.04.2012 - 16:15
emadio
24.04.2012 - 02:14
As estatisticas valem o que valem: NADA. Para que pudessem ser honestas, teriam de ser completadas com idades, origem dos individuos, sexo, ocupação.
Lisboa cidade sempre foi sonho de provincianos, alfabetizados ou não; os naturais são poucos.
Durante o período salazarista, a Censura prévia, em privado, era obrigatória para todos os espectáculos teatrais ou de cinema. Ao "vivo", a presença da censura era obrigatória, sempre.
O único noticiário fiável era o da BBC londrina, que em Portugal se ouvia com som cautelosamente muito baixo, com um copo com água sobre o rádio. Com o 25/4/74, extinguiu-se a frequente e detestável pergunta: O senhor(a)sabe com quem está a falar ? (Não era para oferecer bom-bons)
A liberdade de conversas políticas era traduzida pelos corvos no emblema da cidade: "Se pias, embarcas" numa velada alusão ao Tarrafal, colónia de férias dos comunistas conhecidos e daqueles que, suspeitos ou por denúncia, se "cansavam" de Peniche ou Caxias. Em Peniche tinham a cela de água para quem tinha muito calor e os familiares, para as visitas, ou aproveitando as férias, não podiam estar albergados dentro dos muros da vila.
A classificação da população, um pouco como hoje, fazia-se assim: pulhas e caciques eram "bons", quem não colava nas ideias proclamadas pela máquina salazarista eram todos "comunistas".
Continuo "comunista", tal como nesse tempo, que vivi, sem mêdos ou covardia. Nada, nem ninguém, me faz a cabeça e se esse dia vier, que morra no dia seguinte.
Viva Portugal ! SEMPRE !
icebreaker
24.04.2012 - 12:25
os "PATÊGOS DE ABRIL" é uma associação de comensais que passa a reforma a tentar celebrar um projecto falhado que só durou um ano..

o 25A nunca foi aquilo que alguns prometeram e muitos acreditaram.. depois do 25 de Novembro, passou a viver-se no 26A, como rescaldo do 25A, mas que também não está a resultar..

venha o 27 de Abril e bem depressa, e ponha-se um baldse de cal em cima desta associação, cujas glórias do passado valem tanto como um pneu furado.. umas "larachas" entre as azeitonas e a feijoada e, no intervalo de um "arroto" e enquanto esperam pela bica e pelo bagaço, sai-lhes mais uma "Abrilada"..

as "Abriladas" (ideias românticas, sem nexo ou viabilidade, proferidas por gente sem responsabilidade) dão neste "saudosismo":.. pra esta malta a realidade é uma porcaria, mas se estes barrigudos mandassem na sociedade e transferissem o parlamento para o Campo Pequeno, viveríamos todos tão felizes como se a "Sierra Maestra" fosse o paraíso..

porreiro, pá!..
pinto2007
24.04.2012 - 10:33
EU TAMBEM NÃO VOU!
icebreaker
24.04.2012 - 09:54
os "PATÊGOS DE ABRIL" é uma associação de comensais que passa a reforma a tentar celebrar um projecto falhado que só durou um ano..

o 25A nunca foi aquilo que alguns prometeram e muitos acreditaram.. depois do 25 de Novembro, passou a viver-se no 26A, como rescaldo do 25A, mas que também não está a resultar..

venha o 27 de Abril e bem depressa, e ponha-se um baldse de cal em cima desta associação, cujas glórias do passado valem tanto como um pneu furado.. umas "larachas" entre as azeitonas e a feijoada e, no intervalo de um "arroto" e enquanto esperam pela bica e pelo bagaço, sai-lhes mais uma "Abrilada"..

as "Abriladas" (ideias românticas, sem nexo ou viabilidade, proferidas por gente sem responsabilidade) dão neste "saudosismo":.. pra esta malta a realidade é uma porcaria, mas se estes barrigudos mandassem na sociedade e transferissem o parlamento para o Campo Pequeno, viveríamos todos tão felizes como se a "Sierra Maestra" fosse o paraíso..

porreiro, pá!..
Viriato Pedrada
24.04.2012 - 09:13
A falta de comunicação do governo leva a estas atitudes, pois eles não sabem que para 2012 vai haver cuecas para todos e que Passos sempre cumpriu o que prometeu. http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/04/anda-ze-tu-aguentas.html
emadio
24.04.2012 - 02:14
Os dados estatisticos sao sobre o analfabetismo;
emadio
24.04.2012 - 01:58
A «estória», meia deturpada, ensinada aos jovens:

a) Salazar foi um facínora e um ditador fascista que nada fez em prol do bem estar de Portugal e dos portugueses.
b) Só os filhos de pais ricos podiam frequentar o «liceu» (hoje dito de ensino básico e secundário) e o ensino superior. O país era tão pobre que a maioria das crianças, só iam à escola até fazerem a 4ª classe e depois tinham de ir trabalhar.
c) Salazar permitiu uma ingerência exagerada da Igreja na vida do Estado e das pessoas.
d) Salazar olhava para as colónias apenas como fontes de receita e escravizou países como a Índia Portuguesa, Moçambique, Angola ou Guiné.
e) Os mancebos eram obrigados a alistarem-se na tropa para serem enviados para as Guerras Coloniais.
f) Com o 25 de Abril derrubou-se a ditadura de Salazar, e a Bandeira Nacional e o Hino «A Portuguesa» são símbolos fascistas.
g) Os capitães de Abril foram uns messias patrióticos que só tinham em mente libertar os portugueses do terror e miséria em que viviam, acabar com uma guerra não justificada e implantar uma democracia.



A história, mais verdadeira, que não lhes é contada:

NOTA: A verdade histórica (quando se pensa ser sabida) é uma obrigação moral e cívica, sem que, ao ser dita, tal signifique uma apologia de factos descritos, ou concordância com eles. Por exemplo, Fidel de Castro é um ditador, mais ditador que Salazar o foi, mas não podemos negar que com atropelos aos direitos humanos e com opositores torturados e metidos em masmorras, ele pensa que está a gerir o país da maneira mais conveniente para o bem estar dos cubanos e que, em certos campos, contribuiu para o desenvolvimento social do país.
a) O salazarismo foi considerado uma ditadura militar fascista mas foi, com mais exactidão, «um regime autoritário», já que Salazar não implantou regimes como o fascismo italiano do Duce Mussolini, ou a ditadura nazista do Fuhrer Adolfo Hitler. Foi um ditador suave quando comparado com Fidel de Castro, com Pinochet, com Saloth Sar (Conhecido como Pal Pot do Khmer Rouje), ou com os ditadores governantes de países comunistas da sua época, e fez bastante pelo bem estar de Portugal.

Além de equilibrar as contas do Estado, Salazar ergueu inúmeras obras públicas, contando-se entre elas infra-estruturas de transporte como a já referida Ponte Salazar, hospitais, escolas, melhorou as condições de trabalho ao estabelecer algumas regras na relação entre patrão e empregado através do Estatuto do Trabalho Nacional, de Grémios, de Casas do Povo e de Pescadores e de «sindicatos nacionais», organismos sob o olhar vigilante do Estado, mas é falso dizer-se que não havia um mínimo de liberdade de expressão de pensamento e de acção.



Humberto Delgado no República, 1958.
Durante o seu regime existiu um jornal da oposição (O República dirigido por Raul Rêgo), de grande e livre circulação, embora censurado como todos os outros jornais, pela Comissão de Censura, um órgão que passava a pente fino tudo o que era divulgado ao público (riscando a lápis azul o que não podia ser publicado, daí a ser conhecida como «O Lápis Azul»), e no Teatro de Revista eram muito vulgares as piadas políticas, nada veladas.

A partir de certa altura, os espaços, no Repúlica, que seriam ocupados pelo artigos censurados, apareciam em branco carimbados «CENSURADO». Que outros ditadores permitiriam tal audácia?

Para além do jornal República circulavam centenas de panfletos meio-clandestinos de várias origens, e vários magazines de oposição, legais, como a conceituada Seara Nova (que derivou de A Águia) uma revista política e cultural, aglutinando grandes nomes como Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Câmara Reis, Jaime Cortesão, Augusto Casimiro e Raul Proença.

Igualmente, como referido na primeira página, havia organizações «antifascistas» sempre em confronto visível com a lei vigente, resultando não só em manifestações e consequentes prisões, mas também em julgamentos que a oposição considerava viciada.

Por exemplo, em Dezembro de 1956, «iniciam-se no Tribunal Plenário do Porto as audiências do julgamento que ficou conhecido como o "julgamento dos 51". São julgados membros do MUD Juvenil e outros militantes da causa da Paz, intervindo no processo cerca de 30 advogados e 300 testemunhas de defesa.
Decorre uma campanha nacional pela amnistia para os presos políticos, com recolha de assinaturas depois entregues na Assembleia Nacional » (Fonte: Comunicado do MUD)


Note-se no número de advogados e testemunhas de defesa envolvidos, e a recolha de assinaturas em público, o que evidencia que o medo ao regime não era tão grande como se diz agora. Havia mesmo uma certa tolerância governamental com respeito a alguns actos, como o de 25 de Outubro de 1951, em que é decidida a criação do Dia do Estudante numa reunião de dirigentes estudantis de Lisboa, Porto e Coimbra, na presença de um delegado do Ministério da Educação Nacional .
b) Só os filhos de pais ricos podiam frequentar o «liceu»? É uma espalhafatosa acusação. Apenas nos meios rurais que fossem muito atrasados e pobres, é que tal podia acontecer, geralmente por falta de meios de transporte. Milhares e milhares de crianças de famílias pobres, incluindo muitas de famílias partidárias da ideologia comunista, frequentaram o liceu, a Escola Técnica, a Escola Comercial, o Instituto Industrial (Estas 3 instituições foram fechadas após o 25 de Abril!) e a Universidade, e muitos delas fizeram-no com bolsas de estudo dadas pelo governo.
Se o país era assim tão pobre como se diz, como justificar o facto dos «liceus», e das universidades, estarem a abarrotar de alunos, de todas as classes sociais?


Dados estatísticos:
1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970
70,3 66,2 61,8 49 40,4 32,1 26,6


Curiosidade: A 15 de Julho de 2007 realizaram-se as Eleições Intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa, após a queda de Carmona Rodrigues. Nas estatísticas lê-se: "12,5% dos eleitores a estas eleições (estamos a falar de Lisboa e não de uma aldeia do interior) não sabem ler ou escrever ... 33 anos após o 25 de Abril.





emadio
24.04.2012 - 01:25
Zedk
24.04.2012 - 00:16
PURA LATA COMUNA!!!!!
MAS COMO DIZES NO FUTURO ,NAO MENIRA.......
CUNHAL=KGB=URSS
mundonovo50
24.04.2012 - 01:21
os fascistas rejubilam, basta ler os comentários abaixo, coitados, não passam mesmo de coitados estes fascistoides
Zedk
24.04.2012 - 00:16
emadio
23.04.2012 - 22:40

Não me interessa quem está por detrás do que escreve. Tanto espaço para uma inverdade suja.

Os capitães, o MFA, o Conselho de Revolução, os verdadeiros Homens de esquerda, todos aqueles que de algum modo estiveram ligados ao 25/74/74, nada teem a ver com a situação presente, fruto do 25 de Novembro de 1975, que marcou o fim do sonho popular de ter ganho um País diferente.

A História, no futuro, não mentirá e os vindouros terão ocasião de a conhecer, sem manipulações nem fugas à verdade.
QUIMTUGA
23.04.2012 - 22:56
AFINAL ESTÃO DE ACORDO COM O FIM DO FERIADO DO 25 DE ABRIL.

EU TAMBÉM.

emadio
23.04.2012 - 22:40
25 de Abril de 1974
Duzentos capitães! Não os das caravelas,
Não os heróis das descobertas e conquistas,
A Cruz de Cristo erguida sobre as velas
Como um altar
Que os nossos marinheiros levavam pelo mar
À terra inteira!
(Ó esfera armilar.
Que fazes hoje tu nessa bandeira?)
Ó marujos do sonho e da aventura,
Ó soldados da nossa antiga glória,
Por vós o Tejo chora,
Por vós põe luto a nossa História!
Duzentos capitães! Não os de outrora...
Duzentos capitães destes de agora,
(Pobres inconscientes)
Levando hílares, ufanos e contentes
A Pátria à sepultura,
Sem sequer se mostrarem compungidos
Como é dever dos soldados vencidos.
Soldados que sem serem batidos
Abandonaram terras, armas e bandeiras,
Populações inteiras
Pretos, brancos, mestiços
(Milagre português da nossa raça)
Ao extermínio feroz da populaça,
Ó capitães traidores dum grande ideal
Que tendo herdado um Portugal
Longínquo e ilimitado como o mar
Cuja bandeira, a tremular,
Assinalava o infinito português
Sob a imensidade do céu,
Legais a vossos filhos um Portugal pigmeu,
Um Portugal em miniatura,
Um Portugal de escravos
Enterrado num caixão d’apodrecidos cravos!
Ó tristes capitães ufanos da derrota,
Ó herdeiros anões de Aljubarrota,
Para vossa vergonha e maldição
Vossos filhos mais tarde ocultarão
Os vossos apelidos d'ignomínia...
Ó bastardos duma raça de heróis,
Para vossa punição
Vossos filhos morrerão
Espanhóis!
emadio
23.04.2012 - 22:37
25 DE ABRIL de 1974, "QUEREMOS ECONTRAR UMA – CAUSA–, UMA SÓ".
SOBRE A PÁGINA MAIS VERGONHOSA E ULTRAJANTE NA HISTÓRIA DE
PORTUGAL. A EFEMÉRIDE DO PROFANO, DOS ASSASSINATOS DE
MILHÕES DE PORTUGUESES, DO LUTO E DA DESONRA.
A EFEMÉRIDE DO "CARNAVAL VERMELHO" TAMBÉM VERMELHO A COR
DO SANGUE DERRAMADO PELOS CRIMES DA TRAIÇÃO À PÁTRIA.
DA TÚNICA AUGUSTA E PURA DE ESPERANÇA DE UM PORTUGAL MAIOR,
AO MANTO NEGRO E TRÁGICO DE UM PORTUGAL FINADO.
"Julgai com equidade as questões de cada um (...) Não fareis acepção de
pessoas nos vossos julgamentos.
Ouvireis tanto o grande como o pequeno, sem temor de ninguém, porque a
Justiça provém de Deus".
Deuteronómio—1-16/17
– O 25 de Abril marca a transformação de uma Nação do Minho a Timor,
próspera e rica, a um manicómio nacional.
– O 25 de Abril marca os acontecimentos trágicos da nossa Nação e os
assassinatos de portugueses.
– O 25 de Abril marca que no exército da Nação existiam traidores apátridas que
desonravam as fardas e divisas envergadas sem honra nem dignidade.
– O 25 de Abril marca que no exército de Portugal existiam "homens" que
iludiam os órgãos do Estado e a Hierarquia Militar para promoções imerecidas a
capitão, major, coronel, marechal, general. Canalha criminosa destituída de
patriotismo, de honestidade que desonravam o exército da Nação, a mancha
desonesta e vergonhosa entre Patriotas, os Heróis e os militares mortos que
deram as suas vidas, derramaram o seu sangue pela defesa intransigente da
Nação e da paz dos povos de Portugal.
Esta Canalha Criminosa, falhos obscenos imorais, continuaram a manter as
divisas militares após os crimes realizados, alguns deles ousaram autopromoverem
aproveitando as oportunidades fortuitas com a anuência dos
cúmplices participantes dos crimes de assassinato realizados nas províncias
ultramarinas de Portugal, e responsáveis pelo crime de Lesa-Pátria, alguns
falhos de vergonha escreveram livros sobre os Crimes realizados: António da
Silva Cardoso, o livro "Anatomia de uma Tragédia" tendo sido ele um dos
responsáveis pela Tragédia.
Pedro Júlio Pezarat Correia, o livro " PERVERSÕES E FRAGILIDADES" sendo
ele um dos Perversos Traidores.
Todo o homem tem como valores intransigentes: a Palavra como Honra, a
Hombridade como Dignidade, a Nobreza como generosidade, a Honra como
Sentimento da Integridade e do Dever, a Rectidão como Justiça, o Carácter
como Propriedade Individual, o Dever Sacro na Defesa da sua Nação, a
Decência como Decoro, a Moral como Princípios, a Protecção aos seus iguais
como Dever, a Consciência do Dever Cumprido na Causa do Bem Comum como
Valor Humano, a Protecção e a defesa da sua Nação e da Paz do seu Povo
como Obrigação e Dever de Patriota.
"Estes Valores não foram encontrados em nenhum dos Apátridas Criminosos
Militares de Abril".
E surgem nomes do nada, na maioria desconhecidos, saídos das casernas dos
quartéis, dos hospitais psiquiátricos, das ruelas estranhas, dos quiosques de
França, de um qualquer Gulag de Moscovo, de uma qualquer favela de Argel.
E surgem os embustes tramados nos quartéis para justificarem os actos
paranóicos dos insanos militares, perante a estupefacção de milhões de
portugueses, apanhados na surpresa pelo acto paranóico destes militares
apátridas e pelo aparato saído dos quartéis.
E Surgem as siglas feitas em cima do joelho, nos degraus ou nos vãos de uma
qualquer escada, de Moscovo, de Argel ou Conakry ou num qualquer quiosque
de Paris: PRP, PREC, PCP, PS. O MFA o CEMGFA o COPCON. E os Pactos
entre a CANALHA DA MAROFA : MFA/Partidos, o PDC ex-MES. Mais os
Plenários na: BETP na EPAM, os da tropilha fandangueira a: EPC/ RASP. As
Manifestação dos: SUV, APU, FUP, GDUP do MES e da LCI, o CEMGFA, o
MFA/POVO-UNIDO/VASCO -AMIGO, da UDP do MRPP mais conhecido por MR
pum-pum pelos petardos que rebentavam por todo este já pequeno Portugal,
uma organização terrorista vinculada a Pequim, Jiang Quim, a viúva de Mao, e o
chamado “bando dos quatro” ainda eram influentes, um dos chefes era o
enganoso Durão Barroso. Já em fase de completa destruição da Nação surge
uma Junta de Salvação Nacional, sobre a Junta percebe-se, sobre a Salvação
Nacional, essa nunca existiu.
– E surgem os Embustes –
1°- Embuste, a saída do quartel de alguns militares com material de guerra
usado abusivamente pelas ruas de Lisboa em passeio exclusivo e pessoal,
deram-lhes o nome de "intentona", alguns minutos mais tarde, passaria a ser
denominada "insurreição", horas mais tarde já com directrizes vermelhas,
passaria a "revolução militar", e de "revolução militar" passaria à Lírica
"revolução dos cravos", mas, para uma revolução militar tinha que existir uma
forte ditadura civil com existência de terror diário, com repercussões dramáticas
a todo um povo, persecuções diárias com milhares de portugueses presos,
desaparecidos ou milhares de mortos civis vítimas de uma feroz ditadura, "esta
ditadura anunciada não existia".
2 °- Embuste, era contra Salazar, não se pode atentar contra alguém que
fisicamente não existe!.
3°- Embuste, era contra o regime de Salazar, não se pode acusar contra um
Estado de Direito cívico, livre e Constitucional...
4°- Embuste, era a guerra no Ultramar, centenas de milhares de portugueses de
origem europeia nasceram, cresceram e viviam nas províncias ultramarinas de
Portugal eram testemunhos vivos e presentes, podiam provar e testemunhar de
que em Angola não existia guerra, em Moçambique o terrorismo estava
praticamente ganho, em Cabo-Verde não existia guerra, em S. Tomé e Príncipe
não existia guerra, em Timor não existia guerra, na Madeira não existia guerra,
nos Açores não existia guerra, na Guiné haviam focos de terroristas mas para os
eliminar existiam os exércitos! Caso contrário afinal para que servem os
exércitos?
Que se saiba desde que o mundo é mundo, e desde que existem Estados ou
Nações existem exércitos para defenderem as suas Nações, o seu povo e os
seus territórios! Neste caso, qualquer acto de terrorismo que atentasse contra o
Estado de direito da Nação e do povo, o seu exército perante juramento feito de
honra, de lealdade ao serviço da sua Pátria e do bem comum pela paz, e pela
ordem, tinham por dever e obrigação defender a Nação dos inimigos a
interesses estrangeiros, alheios a Portugal, e a Nação portuguesa era do Minho
a Timor.
A nossa Nação encontrava-se em vários continentes e a sua geografia em si
própria não era impedimento,para motivo de negação da sua defesa, a Nação
Portuguesa era como era há 500 anos, a Nação era uma só e, aonde chegava a
Nação, tinha que chegar o Estado e o seu exército, esta era precisamente a
razão porque a Constituição de um Estado Unitário não permitia qualquer
descriminação entre os seus territórios.
O exército da Nação era constituído por homens naturais de toda a Nação do
Minho a Timor, brancos, asiáticos, euro-africanos e africanos.
5°- Embuste, apelaram que o único objectivo da saída dos quarteis era a
reivindicação de status militares e salários mais elevados, mas aqui também a
situação não era clara, estes assuntos são tratados em gabinetes e não nas
ruas nem na posse de armas de guerra.
6°- Embuste, a causa era o colonialismo em África, como pode existir
colonialismo entre um só povo que faz parte integrante de uma única Nação!!!
De Embuste em Embuste, surgiu a Usura, a Perfídia, a Traição, as Prisões, os
Assassinatos, o Apunhalamento pelas costas dos povos de Portugal.
Destruída a Nação, declarada as guerras nas suas províncias a única saída que
colocavam estes paranóicos, trágicos apátridas era abandonar os territórios de
Portugal e os seus povos, perante a catástrofe só lhes restava a retirada e
refugiarem-se nos quartéis de Lisboa, e retiraram armas e bandeiras, e todos os
povos de Portugal foram abandonados e entregues há morte às mãos
assassinas dos seus algozes comunistas.
E restava-lhes continuarem a suster um qualquer embuste como justificação aos
seus Crimes para imporem as suas razões pela força da mentira, sobre os
portugueses assassinados, sobre as ferozes guerras fomentadas por Abril,
sobre as centenas de milhares de portugueses refugiados dessas guerras,
desenraízados e espoliados, sobre o grave Crime praticado contra a Nação.
De entre os Crápulas Criminosos, alguns nomes:
O camarada Spínola o homem que cultivava as peneiras, o monóculo, o
pengalim, que se cuspia quando falava como trôpego de pensamento, de
palavras e de acção, este não era comunista, nem socialista, nem democrata,
não sabia o que era, era simplesmente um patético pérfido.
O camarada Salgado Zenha comunista de índole criminosa, mais conhecido por
pescoço de cavalo. O camarada Costa Gomes mais conhecido por falar para
dentro e, o boca de sapo este, não era comunista, nem socialista, nem
democrata, não sabia o que era, era simplesmente um patético pérfido, ao
deixar este mundo rumo ao Julgamento Divino descobriu-se que tinha uma
"consciência", "oculta", disse como num expurgar de pecado e remorsos a
"descolonização" feita daquela forma foi o maior desastre para Portugal ( mas
não existiu descolonização!!! não deveria confundir abandono e desprezo dos
povos de Portugal entregues à morte, com descolonização).
Segue-se o camarada esquizofrénico Vasco Gonçalves que tinha acabado de
saír do Hospital Psiquiátrico Júlio de Matos e abandonado as consultas a meio
do tratamento, como doente mental era comunista. Mas nada para admirar a
Nação foi transformada em manicónio nacional.
Ainda para se juntarem à pandilha dos desequilibrados mentais e pérfidos.
O camarada Corvacho, fiel cão rafeiro do COPCON criminoso cumpridor e
seguidor das leis do COPCON das prisões arbitrárias, das expropriações, dos
roubos, comunista com índole criminosa.
O camarada Rosa Coutinho figura tenebrosa, canalha assassino, instigador e
fomentador da guerra em Angola (às ordens do colega e amigo, camarada Mário
Soares) mestiço tingido de vermelho, com índole criminosa, conhecido também
por cobarde quando uma mulher, Maria Emília Ferreira, lhe deitou as mãos ao
pescoço e no ímpeto agarrou-o pela camisa arrancando-lhe um botão, caso não
tivesse sido salvo pela tropilha fandanga criminosa abrileira Maria Emília
Ferreira matava-o e vontade e coragem não faltava às gentes honradas de
Angola.
O camarada Mário Soares vendedor de Pátrias, o apátrida convicto, conhecido
por o deslumbrado, o bolha, o pingo de sebo, o cara de Bulldog, o sorna, o
quiosqueiro, o bailarino era visto pelas ruas de Lisboa a pular e a cantar o
Larilolé enquanto distribuía a sua propaganda vermelha, bailarino também pelos
passos de dança entre o comunismo, o socialismo e o dinheiro fácil, um dos
grandes responsáveis pela mutilação da nossa Pátria, a delapidação do nosso
Património e a morte de milhões de Portugueses, este crápula disse : os
retornados são para serem atirados aos tubarões, mas que sabia este crápula
Mário Soares da guerra ou da própria realidade africana !!! tudo que sabia era
sobre vender papel, receber e dar os trocados, e sobre como poder enriquecer
sobre os destroços e os mortos de uma Nação.
O camarada Otelo de Carvalho, falho de dignidade, moralidade, indivíduo
ignorante, com índole criminosa, nas horas extras palhaço de caserna, mais
conhecido como discípulo da KGB e fiel cumpridor no exercício do terror, dos
assassinatos e das prisões arbitrárias, indivíduo ignorante com predisposição
ao crime organizado.
O camarada Freitas do Amaral não era comunista, não era socialista, não era
democrata, nem mesmo ele sabia o que era, mas, estava em todas e com todos,
mais conhecido por troca-tintas, hipócrita, falho, mudava de cor no vestir de
cada camisa, era sempre o primeiro a fugir quando o barco afundava e o
primeiro a entrar no barco das oportunidades.
O camarada Vasco Lourenço, suinicultor, mais conhecido por melena com sebo
e pá, este, ainda hoje só se sabe que é um charlatão nato.
O camarada tísico Álvaro Cunhal comunista psicopata, mais conhecido por o
cáfome de Moscovo, em quem o ódio contra a Nação, contra os seus povos e
contra Salazar, era lactente pelas suas frustrações pessoais, a sua capacidade
mental limitada, tornou-o no homem dos incentivos aos roubos, às
expropriaçtes, da exaltação ao ódio, às vinganças, o inventor da mentira, viveu
mal e mal morreu, pelo ódio exacerbado, contra Portugal, contra Salazar, contra
todo o povo da Nação Portugal foi vítima deste psicopata.
António Silva Cardoso não era comunista, nem socialista, nem democrata, nem
patriota não sabia o que era, era simplesmente um patético pérfido.
Pedro Pezart Correia comunista e maquiavélico pérfido Abrileiro.
E foram os electricistas, os sapateiros e os remendeiros que se juntaram ao
GRUPO PÉRFIDO CRIMINOSO DA CARNAVALESCA ABRILEIRA.
E vieram elas, umas eram bombistas faziam o trabalho sujo que os seus
camaradas ordenavam na distribuição e colocação de bombas no sentido de
matareme aterrorizar , outras serviam para inflamar as hordas selvagens
incultas, outras eram apanhadoras de caracóis molusco gastrópode, outras
combatiam o escaravelho da batata, outras de foice na mão intimidavam os
portugueses honrados que lhes davam de comer para matarem a fome e lhes
deram trabalho renumerado, outras armadas com gadanhas e forquilhas
assaltavam as propriedades particulares roubando todos os seus recheios e
disputavam entre si roupas de quarto, de banho, de cozinha, de mesa, tapetes,
quardos, obras de arte, mobiliário, faqueiros, peças de decoração, pratas,
serviços de jantar, cristais, candeeiros e candelabros, estofos, deixando as
casas completamente vazias em escassos minutos.
Mas todas estas ditas revolucionárias de uma qualquer Cuba, analfabetas,
bombistas, socialistas ou comunistas de pacotilha, destruíram à marretada
símbolos da nossa Nação, fotografias, documentos Históricos, imagens,
monumentos e estátuas de Salazar.
Tinham pretensões "pela conquista do poder popular comunista-socialista", a
serem imortalizadas num monumento igual ao da "PORCA DE MURÇA".
E a canalha militar Abrileira iam ocupando os tachos por ordem hierárquica…
Primeiro os Apátridas, depois os serventes ajudantes de campo.
E no gasto dos sapatos nas corridas contra-relógio pela conquista do poder, da
destruição e assaltos ao Património da Nação surgiam os sapateiros. A Nação
delapidada e transformada em charco de sangue, surgiam de seguida os
alfaiates, nas tentativas de remendar os buracos deixados há Nação...
E foram estes Canalhas Criminosos Apátridas Convictos, que destruíram uma
Nação com mais de 500 anos de existência.
E perante tanta abominação e tanta desfaçatez a Canalha Apátrida Criminosa,
mutilou a Nação das suas províncias, causaram milhões de mortos, destruíram
as vidas de milhões de portugueses e mergulharam este pequeno país num
abismo, onde não se vislumbra o seu fim.
Ontem como hoje, a Revolução de 1974, traduziu-se apenas nos crimes contra a
Nação e o seu povo de cá e de além-mar.
Queremos apontar um homem honrado... um só, que seja, "destes homens do a
seguir, do durante e do agora" que têm desfilado em procissões patéticas na
avidez de ganhos fáceis, na maioria ilícitos, e na procura de melhores vidas,
pelos "governos" "presidentes" desta chamada "República" ou os "outros".
Queremos um só homem honrado, com coragem para que em consciência se
insurja contra comemorações profanas de um 25 de Abril.
Queremos encontrar uma – causa –, uma só, que seja, para justificar que o 25
de Abril seja motivo para uma qualquer comemoração como um "culto de acção
de graças". Para que o 25 de Abril de 1974 seja recebido e comemorado não só
pela chusma criminosa apátrida e afins, mas por todos os povos do Portugal de
outrora, festejado não só pelos criminosos, não só pelos ditadores, não só pelos
assassinos, não só pelos países estrangeiros que viram as nossas províncias de
Portugal oferecidas de bandeja como dádiva das promessas feitas, mas também
festejado por todo o povo, essa essência que fez e construíu a Nação do Minho
a Timor, vítimas dos criminosos apátridas.
– O 25 de Abril marca o surgimento à luz da ribalta de criminosos, de apátridas,
de sevandijas, inimigos de Portugal.
– O 25 de Abril marca a destruição da Nação, a morte, o luto e traumas
indeléveis nas vidas dos povos de Portugal.
– O 25 de Abril marca a mutilação da Nação, e a entrega de milhões de
portugueses amordaçados e de mãos atadas às arbitrariedades e, a todo o tipo
de despotismos em territórios de Portugal entregues ao socialismo-comunista:
– O 25 de Abril marca os assassinatos dos povos de Portugal:
– O 25 de Abril marca os milhões de portugueses vítimas de repressão, da
inveja, da mentira despudorada, dos roubos, das guerras promovidas e
incentivadas pelos verdugos de Abril nos territórios portugueses do Ultramar.
– O 25 de Abril marca a destruíção das vidas de milhões de portugueses.
– O 25 de Abril marca a chegada a Lisboa dos ecos de dor, do sofrimento, da
morte e do luto são os REFUGIADOS, ESPOLIADOS E TRAÍDOS dos territórios
de Portugal, a quem se foi dando a eufemística designação de "retornados",
mesmo que parte significativa deles nunca cá tivesse estado, porque haviam
nascido e crescido naquela terra que, para eles, era tão Pátria como para os que
se matavam, apenas divergindo quanto à maneira de a servir. Há entre muitos
desses que desembarcam inúmeras pessoas ditas de etnia africana, mas que
infelizmente se sentem tão portuguesas como os que os receberam. E brancos,
negros e mestiços foram espalhando-se por todo o país, e levando as tristes
novas do horror do 25 de Abril que os seus olhos viram, que as suas mãos
sentiram.
Denunciam a verdade, os horrores e os dramas de Abril, falam de crianças que
vagueavam pelas cidades chorando os pais mortos e a sua família. De filhas
violadas diante dos próprios pais e irmãos. De cadáveres esquartejados, de
muito sangue, dos cães e gatos que eram comidos, e até de algum desespero
canibal. De Luanda crioula, Luanda amada, Luanda cosmopolita qual filha
pródiga, transforma-se com nome de guerra, em terra queimada, em charco de
sangue, em território de morte e de dor. A guerra civil, uma das mais violentas
formas de guerra, consumiu-se, em nome de ideais alheios a Portugal, a causa
de ideais inimigos de Portugal e dos povos, instrumentalizada por mão criminosa
apátrida:
–O 25 de Abril marca os milhões de portugueses que se cobriram-se de luto,
pelos seus familiares e amigos assassinados aquém e além – mar:
–O 25 de Abril marca que um milhão de portugueses de origem europeia
fossem marcados indelével por traumas de guerras ferozes, pelo
desenraizamento das suas terras, dos seus laços afectivos, das suas vidas,
separados das suas famílias:
–O 25 de Abril marca que milhões de portugueses viram-se privados e
espoliados de tudo o que lhes pertencia, dos seus bens, dos seus afectos, dos
seus postos de trabalho:
–O 25 de Abril marca que centenas de portugueses sofreram nas suas vidas e
na sua saúde psíquica e física as consequências nefastas das prisões arbitrárias
de Abril, sem terem cometido dano ou crime:
–O 25 de Abril marca as centenas de portugueses que se viram obrigados pelas
circunstâncias a abandonaram o país rumo ao exílio:
–O 25 de Abril marca o ouro património pertença da Nação saqueado,
esbanjado e roubado e o património da Nação delapidado:
–O 25 de Abril marca os agentes da Polícia Internacional de Segurança do
Estado (PIDE/DGS) assassinados:
–O 25 de Abril marca que dezenas de honrados portugueses foram presos com
mandatos de captura em branco desterrados para as masmoras de uma
qualquer prisão e torturados:
–O 25 de Abril marca os grupos bombistas semeando o terror das explosões de
bombas de norte a sul.
–O 25 de Abril marca o assassinato um jovem dentro do seu carro às portas do
RALIS e feridos outros portugueses, porque um qualquer criminoso tinha uma
metralhadora nas mãos e resolveu que seria para matar:
–O 25 de Abril marca os agentes da GNR, os civis e crianças assassinados:
–O 25 de Abril marca a morte do Mestre Branco Núncio, a morte criminosa dos
seus cavalos, a expropriação e roubo das suas herdades:
–O 25 de Abril marca o assalto, roubo e destruição da Quinta-Bela e de todas as
Quintas-Belas da Nação:
–O 25 de Abril marca que milhares de portugueses assistiram às mortes dos
seus familiares sem nada poderem fazer contra a prepotência dos Verdugos que
se impunham pela força das metralhadoras:
–O 25 de Abril marca a venda em leilões de todos os nossos navios, e o
encerramento por mão criminosa apátrida das nossas companhias de
navegação.
–O 25 de Abril marca os roubos, os assaltos, as violações e vinganças pessoais
do rebotalho da sociedade:
–O 25 de Abril marca a implatação em Portugal da ditadura do terror, dos
roubos, das violações aos direitos humanos. A ditadura da prepotência arbitrária
do abuso do poder pela força das armas, do terrorismo, da humilhação, dos
atentados à dignidade:
–O 25 de Abril marca o abandono e o desprezo pelos nossos militares mortos
em defesa da Pátria e o esquecimento dos militares vivos:
–O 25 de Abril é a comemoração dos déspotas, dos criminosos apátridas, dos
assassinos, dos destituídos de qualquer moralidade e honra:
–O 25 de Abril é dia de luto Nacional do Minho a Timor.
"ESTAS SÃO AS DIVISAS E OS GALARDÕES AOS SEUS PRÓPRIOS
PESARES!!!"
Este é o 25 de Abril do qual não se encontra – causa – para festejo: onde
só é encontrado um manto negro a cobrir o luto, o desespero, a fome e a
desonra.
Este é o libelo do 25 de Abril que a tropilha criminosa de Abril e os
apátridas participantes terão de pedir perdão de joelhos a Portugal e a milhões
de portugueses do Minhoa a Timor, por tantos crimes praticados e,
impulsionados de fora.
Este dia negro e trágico realçado com eventos de honras de feriado nacional,
atenta contra a nossa memória, ao respeito que devemos aos nossos mortos de
1961 no norte de Angola, atenta contra a nossa dignidade, a honra dos
portugueses de Lei, é uma profanação aos nossos heróicos militares mortos na
defesa da integridade e da paz da nossa Nação, é um ultraje à Nação e a todos
nós.
Se Portugal deixou de ser uma Grande Nação, os portugueses não perderam a
sua honra nem tão pouco a sua dignidade.
QUE SURJA O HOMEM HONRADO E QUE ESTENDA A SUA MÃO AO SEU
POVO QUE SEM ALENTO E EM LUTO, PEDE AJUDA PARA O LEVANTAR, E
QUE REPONHA A DIGNIDADE E A HONRA A ESTE PORTUGAL FERIDO E
EM LUTO QUE NOS DEIXARAM COMO PAÍS.
emadio
23.04.2012 - 22:33
PENDURALOS TODOS NA PONTE DE SALAZAR AINDA ERA POUCO TRAIDORES DA PATRIA PORTUGUESA !!!!!!!!
JustinoDeMello
23.04.2012 - 22:19
Os militares de Abril passaram-se tal como o dr. Soares e o sr. Alegre. Esquecem que governo foi eleito democraticamente! Para tirar o país da falência! A que o levaram as esquerdas! Pois é, o país não ganha para tanta despesa. E como não ganha - nem deixa ganhar quando se destroem empresas e empregos por muitas razões e não há impostos sem lucros - andamos a pedinchar para as despesas essenciais. Lamentavelmente não sabem fazer contas. É que os direitos e valores, custam dinheiro. Para isso é preciso ganhá-lo. Como não se ganha, é preciso reduzir a despesa. E foram os socialistas a levarem-nos a esta situação e imporem-nos o programa da troika. É que quem empresta quer receber e quem pediu comprometeu-se a pagar. Ou não há já respeito pela palavra dada, e escrita? Deviam ter juízo!
Zeus
23.04.2012 - 22:10
Parabéns!
Acho muito bem que não alinhem em farsas.

Mas deviam celebrar os 38 anos do 25 de Abril numa cerimónia paralela na rua com o Povo onde só estejam presentes aqueles que respeitam os valores do 25 de Abril de 1974.
piolhoso
23.04.2012 - 21:41
Estes energúmenos nojentos, nunca deviam era ter nascido. De certeza que Portugal não estave sem identidade e valores.



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