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Rescisões avançam no Estado

23 de Abril, 2012por João Madeira
No documento que enviou aos sindicatos, Hélder Rosalino indica também novas regras no que diz respeito às rescisões de contratos de trabalhadores em funções públicas.

O Governo já havia indicado que iria regulamentar esta questão, para possibilitar rescisões amigáveis, e a proposta actual vai no sentido de alinhar as rescisões no Estado com o sector privado: em caso de acordos de rescisão, há direito a 20 dias de remuneração-base por cada ano trabalhado, com o limite de 12 vezes o vencimento mensal ou 20 salários mínimos.

Abre-se ainda a possibilidade de os trabalhadores colocados em mobilidade especial requerem a rescisão por sua própria iniciativa. Neste caso, o trabalhador tem direito a uma compensação semelhante, mas que não pode ser superior ao que receberia se estivesse em mobilidade especial até à idade de reforma.

joao.madeira@sol.pt




5 Comentários
parasol
24.04.2012 - 11:56
O Aldrabaro vai receber 12 meses? Que abuso!
pontaesquerda
24.04.2012 - 11:42
começo a pensar seiamente que este fulano é um idiota!...é que nem para a direita é bom!...
Zeus
24.04.2012 - 11:08
A Cáfila Fascista de novo ao ataque.
Massilva
24.04.2012 - 08:04
Pode ser que o Mexia da EDP e outros iguais comecem a ter problemas de consciência e larguem o excesso do balúrdio com que se amanham em favor dos que vão ficando pior.
Padre
23.04.2012 - 23:39
A tentativa é a de aterrorizar os trabalhadores para que estes, pressionados pelos acordos amarelos da UGT, aveitem como comida toda a m**** que lhes queiram dar.


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