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Polícia de Budapeste não acredita em crime no caso do jovem desaparecido

16 de Maio, 2012
A polícia de Budapeste reiterou hoje que não há indícios de crime no caso do estudante português de 22 anos que desapareceu na madrugada de sexta-feira, após saltar para o Danúbio, e acrescentou que as buscas continuam.

Em resposta escrita à Lusa, o departamento de comunicação da polícia de Budapeste informa que a Patrulha do Rio Danúbio ainda está à procura do jovem português, mas ainda não o encontrou.

«Não há sinais de crime neste caso e não está em curso qualquer investigação criminal», escreve ainda.

A informação da polícia húngara surge depois de, na terça-feira, terem surgido notícias que apontavam para a hipótese de o jovem ter conseguido chegar à margem, sendo depois raptado.

O estudante de Erasmus português e um outro francês saltaram às 5h35 de sexta-feira para o Danúbio, mas enquanto um conseguiu nadar até à margem, o outro não voltou a ser visto.

O estudante francês disse entretanto aos agentes da polícia que os dois se atiraram ao rio porque queriam nadar, segundo o departamento de comunicação da polícia da capital húngara.

Uma funcionária da embaixada de Portugal na capital da Hungria dissera antes à Lusa que o jovem português, estudante de Erasmus, saltou para o rio a partir de uma ponte no centro da cidade, com cerca de 10 metros de altura.

O incidente aconteceu depois de o estudante, bolseiro do Instituto Superior de Gestão, sair de uma festa de estudantes Erasmus.

O jovem francês escapou ileso ao mergulho e «está bem». Os dois rapazes estudavam em Budapeste e, segundo a funcionária, «não se tratou de suicídio».

Um homem não identificado que passeava na zona ligou para o número de emergência quando os jovens ainda se encontravam na ponte.

A polícia chegou ao local cinco minutos depois, mas «eles já tinham saltado», adiantou a funcionária diplomática.

A família do jovem português chegou a Budapeste logo na sexta-feira à noite e já esteve na polícia, que a levou ao local do incidente.

Lusa/SOL




3 Comentários
antas
16.05.2012 - 14:57
Uma pena perder a vida na sua plenitude e uma tragédia para a família.
Tenho um neto com dezoito e como ele vive nos EUA quando fáz parvoíces conto-lhe sobre a origem da palavra portuguesa -parvo-que deriva de parvulus que significa rapaz.Agir irrefletidamente é próprio daqelas idades e é obrigação dos mais velhos mostrar que ações imponderadas podem ter desfechos fatais.
leife
16.05.2012 - 13:23
A juventude portuguesa actual só sabe fazer disturbios e vandalismos....que é o que fazem cá no Bairro alto, em Coimbra (120 comas alcoolicos na ultima queima das fitas) baixa de Faro etc...
Ou Riga onde andaram a arrastar a bandeira nacional....Não fez cá falta nenhuma
quijote
16.05.2012 - 12:50
Foi um extra-terrestre que levou o rapaz que se estava a portar mal.


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