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Praias fluviais de Mirandela nunca foram zonas balneares oficiais

1 de Junho, 2012
O presidente da Câmara de Mirandela afirmou hoje que a integração do seu concelho na lista da Quercus das praias fluviais com água de má qualidade «não faz nenhum sentido, porque Quintas nunca foi zona balnear licenciada».

A Quercus, Associação Nacional de Conservação da Natureza divulgou hoje que seis da 526 áreas balneares existentes em Portugal têm água com qualidade «má», entre elas Quintas, no concelho de Mirandela, distrito de Bragança.

O autarca local, António Branco, garantiu à Lusa que este espaço, junto ao rio Tuela, nunca foi oficialmente uma zona balnear, pelo que não tem de cumprir os critérios ou parâmetros obrigatórios para estas zonas.

António Branco explicou que o município «tentou durante um ou dois anos licenciar» aquele espaço, mas desistiu justamente porque não cumpria os parâmetros necessários, entre outras razões.

Mirandela só tem, segundo o presidente da Câmara, uma praia fluvial, que é a do Parque José Gama, dentro da cidade, nas margens do rio Tua, e que cumpre todos os critérios, desde o plano de controlo à vigilância durante a época balnear.

Segundo o relatório divulgado hoje pela Quercus, Portugal tem seis praias com qualidade da água classificada má, mais quatro que na época balnear passada.

De acordo ainda com a associação ambientalista, quatro destas zonas balneares situam-se no interior, concretamente Fragas de São Simão, em Figueiró dos Vinhos, Pontilhão da Valeta, em Arcos de Valdevez, Quintas, em Mirandela e Burgães - Rio Caima, em Vale de Cambra, e duas são costeiras, as de São Roque, em Machico - Madeira, e Castelo do Queijo, no Porto.

Lusa/SOL




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