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Maquinistas do Metro Sul do Tejo marcam greves

11 de Agosto, 2012
O Sindicato dos Maquinistas (SMAQ) anunciou ontem à noite que os trabalhadores do Metro Sul do Tejo vão fazer greves parciais de 24 de agosto a 3 de setembro, exigindo a negociação do acordo da empresa.

De acordo com o pré-aviso de greve entregue à administração da Metro Sul do Tejo e ao Ministério da Economia e do Emprego, as paralisações vão ocorrer entre as 22:00 e as 03:00 durante todo o período e entre as 07:30 e as 09:30 no dia 24 de agosto e de 27 a 31 de agosto.

Os trabalhadores também estarão em greve «durante todo o período de trabalho que se prolongue além das 03:00» e, para o feriado de 15 de agosto, o SMAQ agendou um piquete de greve junto às portas do Parque de Materiais e Oficinas de Corroios.

Em declarações à agência Lusa, António Medeiros, presidente do SMAQ, disse que «o objetivo é negociar e resolver os problemas das condições de trabalho e de segurança dos maquinistas da Metro Sul do Tejo».

«Até agora há uma recusa absoluta à evolução negocial por parte da empresa e, portanto, só há um caminho a seguir para chegarmos a um entendimento - e é possível – que é a empresa disponibilizar-se para negociar o acordo da empresa», acrescentou.

No entanto, disse ainda o dirigente sindical, «não havendo essa disponibilidade da empresa, como não houve até agora, a alternativa é a greve».

Os maquinistas contestam a falta de pagamento das horas extraordinárias, a falta de abertura da empresa para negociar o acordo de empresa, o atual subsídio de transporte e as condições de trabalho e segurança.

A 1 de agosto, os maquinistas da Metro Sul do Tejo iniciaram uma greve de um mês às horas extraordinárias e aos feriados, para contestar o pagamento do trabalho suplementar e o subsídio de transporte, entre outros.

Este protesto mantém-se em simultaneidade com o pré-aviso de greve agora apresentado, refere o SMAQ.

Lusa/SOL




6 Comentários
veritatis
12.08.2012 - 12:39
Façam greve per seculo seculorum amen.....assim como assim é uma inutilidade de metro.....para ser metro teria que ser subterrâneo no centro de Almada, em vez de ter transtornado a vida dos almadenses....Foi uma sorte não terem posto esse metro na Cap. Leitão......
ABA
11.08.2012 - 18:43
O Metro foi bom para a D. Emilia dizer que também tem um metro que não passa de um caos nas apertadas ruas almadenses, impedindo o estacionamento que alimentava o comércio e propiciava deslocações ao centro da cidade. Os governos desinformados vão na conversa de autarcas que nem sabem o que lhes convém e assim se gastas os escassos recursos que os corruptos deixam.
Mesmo assim ainda vão dando dinheiro para o cristo rei cujo proprietário apenas tem uma multinacional no vaticano. Este país é fértil na compra de votos....
Algarvez
11.08.2012 - 15:24
A greve, a arma dos trabalhadores, dispara tiros de pólvora seca, qualquer dia encrava e dispara pela culatra e os atiradores vão ficar chamuscados porque a máscara de protecção deixa de proteger.
paralelo40
11.08.2012 - 13:50
eSPERO QUE NÃO FALTEM O PCP E O ARMÉNIUSOV.
o ESTADO ESTÁ MUITO GORDO. pRECISA DE UMA DIETA, MANDAR PARA A INICIATIVA PRIVADA ESSAS MERDD*** TODAS. aTÉ O PASSOS E O CALIMERO INSEGURO ESTÃO A FAZER DIETA. gASPAR, VENDE ESSA PORCARIA DAS CARRETAS.
quijote
11.08.2012 - 12:38
O melhor é fechar o metro. Aquilo não tem clientes bastantes para continuar aberto. Só dá prejuizo ao estado.
SHALOMMM
11.08.2012 - 12:37
Fazem bem!É uma inutilidade em que o Governo embarcou a derreter milhões que apenas contribuiram para transtornar a vida dos almadenses......


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