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CP, Metro e Rodoviária de Lisboa em greve amanhã

3 de Outubro, 2012
Um conjunto de greves marcadas para quinta-feira na CP, no Metropolitano de Lisboa e na Rodoviária de Lisboa deverão causar transtornos aos utentes dos transportes públicos da capital e do Porto.

Os serviços urbanos de Lisboa e Porto da CP enfrentam na quinta-feira o quarto dia de greve consecutivo às duas primeiras horas de turno, com supressões previstas na ordem dos 60 por cento, segundo disse à Lusa António Medeiros do Sindicato Nacional dos Maquinistas.

Já a porta-voz da CP, Ana Portela, perspectivou uma supressão de 80 por cento nas zonas urbanas, referindo que desde o início desta greve (na segunda-feira) estão a ser diariamente afectadas cerca de 310 mi pessoas em Lisboa e no Porto.

No entanto, Ana Portela ressalvou que por se tratar da véspera de feriado do 5 de Outubro, durante o qual será realizada uma paralisação total, os efeitos da greve serão maiores do que nos dias anteriores, sobretudo ao final da tarde.

Nesse sentido, a porta-voz da CP recomendou que os utentes procurem informar-se dos comboios disponíveis na página da empresa na internet, através do telefone ou nas bilheteiras.

No caso do Metropolitano de Lisboa a paralisação decorre entre as 06:30 e as 10:00 de quinta-feira, véspera de feriado.

Em comunicado, a empresa do metro estima que a circulação das composições esteja normalizada pelas 10:30.

A Lusa tentou contactar o sindicato dos transportes para obter uma estimativa desta greve, mas tal não foi possível até ao momento.

Já na quinta-feira da semana passada, os trabalhadores do Metro de Lisboa realizaram uma greve parcial, entre as 05:00 e as 10:00, em protesto contra o corte nos salários e nos subsídios e pela defesa do Metropolitano enquanto empresa pública.

Em greve estarão também os motoristas da Rodoviária de Lisboa que iniciam às 03:00 de quinta-feira uma paralisação de 24 horas para reivindicar a integração de um abono na tabela salarial.

De acordo com António Fernandes da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações a perspectiva é que a adesão seja entre os 70 e os 80%, um número semelhante às quatro paralisações anteriores.

Na Rodoviária de Lisboa, que opera nos concelhos de Lisboa, Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira, trabalham 773 trabalhadores.

A Lusa tentou ouvir a Rodoviária de Lisboa, mas a empresa remeteu quaisquer comentários para mais tarde.

Lusa/SOL




5 Comentários
jcesar
03.10.2012 - 23:05
Sou a favor de empresas de transportes públicos, mas com estes trabalhadores, que de vez enquanto estão em greve, ou manifestações, sem nenhum respeito pelos utentes, que de vez enquanto, e quando menos esperam, ficam sem um serviço que têm direito, obrigados a desenrascarem-se, ou simplesmente a faltarem ao trabalho.

Por tudo isto acho que a privatização do transportes públicos é uma necessidade.
bomauvilao
03.10.2012 - 21:42
Esta comunada não quer é fazer nenhum.
CMDR
03.10.2012 - 19:17
CHUPISTAS!!! Tirem TODAS as regalias desta gente! Têm subsídios que nem lembra ao diabo, não fossem já os ordenados altos e horário baixo! Estou farto de pagar uma FORTUNA por passe e não ter transporte seus bandidos!
fmvale
03.10.2012 - 18:21
Estes trabalhadores ganham mais que a média nacional.
REQUISIÇÃO CIVIL SEGUIDA DE PRIVATIZAÇÃO!
Como as empresas públicas onde trabalham são deficitárias, os salários principescos são pagos com os nossos impostos.
Vamos aumentar os nossos impostos para estes indivíduos ficarem com mais regalias?
VENHA A REQUISIÇÃO CIVIL JÁ E EM SEGUIDA A PRIVATIZAÇÃO !!
Antonyjunior
03.10.2012 - 17:48
Estou esperando que os privados, a todos os níveis, façam greve...durante 90 dias. É muito fácil!
Para além de outras questões, não entrariam impostos nos cofres do Estado...

Assim, esta cambada de chulos, aprendiam a comer m.erda e deixavam de se armar em patrões!


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