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Cérebro do homens e da mulher reage de forma diferente ao stress

10 de Outubro, 2012
Uma especialista em neurociências defendeu hoje que «o cérebro tem sexo» e registam-se reacções diferentes dos homens e das mulheres em vários distúrbios neuropsicológicos, perante o «stress» ou os medicamentos.

Christina Dalla, da Medical School da Universidade de Atenas, que participa numa conferência sobre o cérebro, em Lisboa, organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian, disse que as doenças neuropsicológicas são mais comuns nas mulheres, e o autismo mais frequente entre os homens.

 

«O cérebro tem diferentes géneros e comportamentos diferentes», defendeu.

 

Entre os exemplos apontados por Christina Dalla estão as diferenças nos sintomas da depressão relacionada com o «stress» ou a ansiedade, perturbação que, aliás, é mais comum entre as mulheres.

 

Em situações de «stress», «as sinapses [ligações entre neurónios] aumentam nos homens e diminuem nas mulheres», explicou.

 

A reacção também não é a mesma no que respeita ao resultado da utilização de medicamentos, área que a investigadora considera relevante, até porque a maior parte das experiências eram realizadas em homens, e somente em 1993 a lei passou a referir a necessidade da participação de mulheres nos ensaios clínicos.

 

Para responder à pergunta «o teu cérebro tem género?», também a investigadora Melissa Hines, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, deixou em Lisboa a sua opinião que vai no mesmo sentido: «os comportamentos mostram diferenças».

 

Com base em várias experiências realizadas ao longo dos últimos anos, a cientista concluiu que as hormonas desempenham um papel nesta diferença, tal como a socialização e a influência cultural, e não pode ser esquecida a variabilidade individual.

 

«Os homens e mulheres comportam-se de modo diferente porque algo de diferente se passa no seu cérebro», realçou Melissa Hines, referindo igualmente que «o cérebro muda em resposta à experiência e à aprendizagem».

 

Lusa/SOL




8 Comentários
Antonyjunior
11.10.2012 - 01:27
http://youtu.be/f9FMmJ6zeak
Antonyjunior
11.10.2012 - 00:26
A mim não me chateia que elas sejam mais inteligentes...o que me chateia é elas saberem isso...
Se, por cima, ainda usarem o decote, fica o caldo todo entornado! Digam depois que é do cérebro...
Leinad
10.10.2012 - 22:51
A minha pergunta é somente se conseguiram concluir estatísticamente ou deterministicamente. É que se for a primeira então não é assim tão linear quanto isso (quer dizer que há homens em que foi encontrado relações sinapticas tal qual como nas mulheres e vice-versa, e o universo onde isso aconteceu até pode ser por demais representativo). O ser deterministico quer dizer que acontece SEMPRE. Tendo em conta a tenra idade em que as relações sinapticas se formam e moldam a matriz, quem me diz a mim que não é social, cultural, ambiental (genético mesmo, mas não ser "universal")? Só mesmo se for deterministico.
Trol
10.10.2012 - 21:24
Vou andar á marrada com a mulher...preferia dar uns murros bem dados no porco do Passos, do portas e do Relvas...no Socrates ia-lhe ao rabo de pila grande
ABA
10.10.2012 - 21:00
Provavelmente, um dia, as mulheres nascerão com uma máquina de calcular!....
miguelstrogoff
10.10.2012 - 20:16
Pois claro.
O cerebro do homem diz pró fundo e em força.
O da mulher diz com jeitinho senão magoas.
parasol
10.10.2012 - 19:48
Se continuam com estes estudos ainda vão descobrir que a diferença "entre" homens e mulheres "entra"
paralelo40
10.10.2012 - 19:07
Pois é, há milénios que sabemos que nós homens pensamos com a cabeça de baixo e as mulheres com a de cima.


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