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Ministério reconhece 'dificuldades pontuais' dos hospitais no pagamento de dívidas

21 de Dezembro, 2012
O ministério da Saúde reconheceu hoje que os hospitais têm tido “dificuldades pontuais” em cumprir a Lei dos Compromissos, que limita o endividamento, mas rejeita que haja “qualquer incumprimento” como referiu a presidente da Apifarma.

Em entrevista à Lusa, Ana Paula Carvalho, da Associação Portuguesa da Indústria farmacêutica (Apifarma), revelou hoje que os hospitais continuam a contrair dívidas superiores às definidas na Lei dos Compromissos, adiantando que só à indústria farmacêutica devem 1.197 mil milhões de euros, com um prazo médio de pagamentos de 495 dias.

Fonte do ministério da Saúde afirmou à Lusa que o Governo, reconhecendo dificuldades pontuais no cumprimento da Lei, “socorre os hospitais individualmente, caso a caso”.

Na entrevista, a responsável da Apifarma revelou que 70% da dívida de 2011 já foi liquidada, mas que esta continua a crescer e em Outubro situava-se nos 1.197 milhões, o que “é insustentável”.

Ana Paula Carvalho reconheceu, contudo, o esforço do ministério da Saúde, que, entre Julho e Agosto, pagou 532 milhões de euros de dívidas às empresas farmacêuticas e, desde então, tem prosseguido o pagamento.

“Muitas das nossas empresas associadas alargaram os prazos de pagamento dos hospitais, mas apesar disso a dívida continua a subir”, acrescentou.

Este alargamento dos prazos de pagamento, que a Lei dos Compromissos visa evitar, é possível por se tratar de “decisões individuais de cada uma das empresas farmacêuticas”, esclareceu Ana Paula Carvalho.

Em Outubro, o prazo médio de pagamento dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde a empresas farmacêuticas era de 495 dias.

Para Ana Paula Carvalho, “o ideal é que a dívida esteja paga até ao final de 2012”.

Lusa/SOL




3 Comentários
CurvaDeLaffer
21.12.2012 - 14:07
VOTO BRANCO QUE CONTA

Se pensa VOTAR BRANCO nas próximas eleições, precisa de estar alertado para isto:
- SÓ VOTOS EM PARTIDOS SÃO VÁLIDOS.
- Nada mais entra nas contagens, nem sequer os brancos.
- O parlamento enche-se com 230 deputados, não importa quantos votem.
- O voto branco não penaliza os partidos e não serve como forma de pressão.

Quem se abstém ou vota branco está a deixar que a decisão se concentre nos que votam - e que inclui sempre os "incondicionais" de cada partido. É por isso que votar branco arrisca-se a fazer o jogo dos partidos que têm desgovernado Portugal.

Se pretende votar branco, lembre-se de que há mais partidos além dos que estão no parlamento. Há ideologias e programas para todos os gostos - e votos nesses partidos entram nas contagens.

É o esquecimento dos outros partidos por parte dos portugueses que está a fazer o jogo da partidocracia. Mantém a dança infernal entre o PSD e o PS, baseada em "eleições" sem mérito. Para romper este ciclo, que cada cidadão escolha um dos outros partidos.
sibila
21.12.2012 - 12:23


se era para cortar na saúde na educação e em outras ajudas sociais o governo não precisava de aumentar impostos e confiscar subsídios
como fez as duas coisas isso revela as políticas anti sociais que pratica ...



ULtimoSeGundo
21.12.2012 - 12:07
médicos e enfermeiros , servem-se dos hospitais públicos para fazerem negocio . fazem uma triagem aos pacientes , e os que teem dinheiro são encaminhados para clínicas privadas , aonde médicos e enfermeiros fazem serviço


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