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Preços dos comboios urbanos de Lisboa e Porto aumentam

1 de Janeiro, 2013
A CP introduz hoje um novo tarifário por zonas nos comboios urbanos de Lisboa e do Porto, o que significa, na maioria dos casos, um aumento do número de zonas percorridas e, por consequência, do preço da viagem.

No caso dos comboios urbanos da Grande Lisboa (linhas de Cascais, Sintra, Azambuja e Sado), a CP – Comboios de Portugal altera um modelo “assente em origem/destino para uma rede global com zonas de dimensões equivalentes” e, a partir de hoje, o utente conta as zonas do mapa das linhas para saber o valor do bilhete que paga.

Assim, uma viagem do Cais do Sodré ao Estoril, na Linha de Cascais, por exemplo, passa por quatro zonas, em vez das anteriores três. Neste caso, o preço da viagem aumenta de 2,05 euros (correspondentes às três zonas) para 2,15, equivalentes às novas quatro zonas. A assinatura mensal desta viagem aumenta de 45,10 para 47,30 euros.

No entanto, andar no centro de Lisboa sai mais barato, porque em algumas situações passa a significar apenas uma zona e porque o custo de viagem numa zona é reduzido.

É o caso das viagens entre Rossio e Oriente: se até hoje implicavam percorrer duas zonas e pagar 1,80 euros, a partir de hoje significa percorrer apenas uma zona e pagar 1,25. A assinatura mensal neste caso também é reduzida: de 29,50 para 27,50 euros.

Já no Grande Porto, a CP argumenta que o novo modelo vem “uniformizar as distâncias [equivalentes] às zonas tarifárias e eliminar os desequilíbrios existentes”.

Nas linhas do Porto, Braga, Aveiro, Marco de Canavezes e Guimarães, a empresa acrescenta cinco novas zonas tarifárias às 12 anteriormente existentes e “todos os títulos são válidos para um mínimo de duas zonas”, ou seja, numa viagem de uma zona o utente paga o mesmo de duas: 1,40 euros, o valor cobrado até aqui.

Por exemplo, no caso da Linha de Braga, o utente passa a percorrer oito zonas entre São Bento e Braga e a pagar 3,10 euros, quando pagava menos dez cêntimos e atravessava menos duas zonas.

Na Linha de Aveiro, o passageiro passa a pagar 3,35 euros por uma viagem entre São Bento e Aveiro, num bilhete que corresponde a uma viagem entre nove zonas, mais três áreas e mais 0,35 euros do que anteriormente.

Nestes exemplos, o aumento do preço é ainda mais visível nas assinaturas mensais: entre São Bento e Braga o utente passa a pagar 77,05 euros, quando até hoje pagava 69 euros, e entre São Bento e Aveiro passa a pagar 83,95 euros.

A assinatura para circular dentro da primeira zona fixada pela CP para os comboios urbanos do Porto é a única que não aumenta o seu custo, mantendo-se nos 32,20 euros.

A companhia ferroviária justificou esta reestruturação - tanto em Lisboa como no Porto - com a necessidade de “simplificação e racionalização dos modelos tarifários” dos títulos (quer sejam bilhetes ou assinaturas), por considerar que se encontravam “desajustados”.

A partir de hoje, é ainda obrigatório aderir ao "Navegante" (35 euros) que permite circular nos transportes públicos da Carris, do Metro e da CP. Até 31 de dezembro, foi possível a quem usa só a rede urbana da Carris ou do Metro de Lisboa carregar o "passe L" ou o cartão "Lisboa Viva" (29 euros).

Lusa/SOL




6 Comentários
concei01
02.01.2013 - 04:12
Este aumento é para pagar aos funcionários da CP, portanto 2013 será um ano sem greves, ora viva !
bunker
01.01.2013 - 23:54
Este aumento é para pagar aos parasitas que estão quase todo o ano em greve.
ASS1719
01.01.2013 - 22:43
NÃO NECESSITO DE DESLOCAR-ME EM COMBOIOS, MAS QUE NA CP, HÁ MUITO MALANDRO, LÁ ISSO, HÁ!... POR MIM, PRENDER OS SINDICALISTAS, E DESPEDIR TODO O PESSOAL DA CP. É SÓ MALANDRAGEM A ROUBAR, AQUELES QUE NECESSITAM DOS COMBOIOS, OS QUE RELIGIOSAMENTE PAGAM OS SALÁRIOS AOS MALANDROS DA CP.
quijote
01.01.2013 - 16:27
Os sindicatos pretendem destruir o país.
silmendo
01.01.2013 - 14:56
Anteontem, Domingo, precisei de usar o comboio entre o apeadeiro da Madalena (Gaia) e Espinho, que deveria ter saído do Porto às 11h50 e chegado à Madalena às 12h11. Eram 12h30 e nem sinal do comboio. No apeadeiroda Madalena, para quem não conhece, não existe qualquer apoio ao cliente, nem sequer do guarda-linha, pois naquele local não passam carros.
Felizmente (?) por más experiências anteriores, tinha gravado no telemóvel o número do Call Center da CP. Liguei para lá e confirmaram que efetivamente havia a possibilidade de haver "um ou outro" comboio suprimido naquele dia (30 de Dezembro). No sentido de saber se haveria apenas um atraso ou se o comboio teria mesmo sido suprimido e porque tinha horas marcadas para chegar a Espinho, questionei se me podiam pelo menos informar se o comboio tinha sido suprimido ou se estava apenas atrasado. Responderam que não. 20 minutos depois da hora a que o comboio deveria ter saído do Porto ainda não me sabiam tão pouco dizer se estava a circular ou se tinha sido suprimido e que a única solução seria esperar pelo comboio seguinte (13h11 na Madalena) qyem "em princípio" não seria suprimido. Que raio de serviço é este? Acabei por chamar um táxi dum café ali próximo e paguei muito mais do que o que ganhei no negócio que fui fazer a Espinho para não faltar à minha palavra. Rua com todos esse bando de malandros e é já! Nem respeito pelos clientes tem, informando-os convenientemente!
veritatis
01.01.2013 - 12:38
O preço deveri ir para o dobro para premiar os crápulas que nem no Natal nem no Ano Novo respeitam quem lhes paga o pão como sindicalistas irresponsáveis que são....não aprenderam que a greve é a última arma, nunca a primeira....aliás, eles deveriam anunciar quando trabalham, pois greves já sabemos que são todos os dias..pelo menos de zelo!Um país condenado. Antes do 25 não os via eu a lutar contra o bandido salazarista...aí estavam de serviço!


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