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Morreu Vítor Alves, capitão de Abril

9 de Janeiro, 2011Fotografia por Raquel Wise
O antigo capitão de Abril Vítor Alves morreu hoje, durante a noite, no Hospital Militar, em Lisboa, vítima de doença prolongada, disse à Agência Lusa Maria João Seixas, amiga e ex-colaboradora.

O corpo do coronel Vítor Alves, capitão de Abril falecido durante a noite, estará em câmara ardente a partir das 18h de hoje na Capela da Academia Militar, em Lisboa, informou a empresa prestadora dos serviços fúnebres.

Na segunda-feira, a missa de corpo presente realiza-se pelas 15h, seguindo o cortejo fúnebre para o Cemitério dos Olivais, onde decorrerá a cremação de Vítor Alves.

O antigo capitão de Abril morreu durante a noite, no Hospital Militar, em Lisboa, vítima de doença prolongada, disse à Lusa Maria João Seixas, amiga e ex-colaboradora.

Vítor Alves nasceu em Setembro de 1935 em Mafra, onde iniciou a vida escolar, e tinha a patente de coronel desde 2001.

Em 1974, juntamente com Otelo Saraiva de Carvalho e Vasco Lourenço, fez parte da comissão coordenadora e executiva do Movimento das Forças Armadas (MFA), tendo redigido o programa.

Foi o responsável pelo comunicado do MFA divulgado à população no 25 de Abril e substituiu Otelo Saraiva de Carvalho, a partir das 16h, no posto de comando da Pontinha, passando a coordenar o desenvolvimento da acção.

Pertenceu ao Conselho de Revolução, do qual foi porta-voz, e foi ministro dos II e III Governos provisórios.

Em 1982, foi nomeado conselheiro do então Presidente da República, Ramalho Eanes, ano em que passou à reserva como militar e foi extinto o Conselho da Revolução.

Matriculou-se na Escola do Exército em 1954 e passou à reforma em 1991.

Durante a vida militar, esteve colocado em várias unidades, incluindo no Ultramar em comissão de serviço, onde permaneceu 11 anos, em Moçambique e Angola.

Fez vários estágios e cursos militares e em 1969 foi-lhe atribuído o Prémio Governador-Geral de Angola pelo trabalho desenvolvido no campo das actividades socioeconómicas em prol das populações africanas.

Recebeu em Portugal vários louvores e condecorações, entre os quais a Medalha de Mérito Militar e a Medalha de Comportamento Exemplar de Prata.

Vítor Alves recebeu a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade (1983), entre muitas outras distinções dentro e fora de Portugal.

Participou na fundação da Associação 25 de Abril e posteriormente no conselho de acompanhamento do ministro da Justiça (1997-2000).

Sol/Lusa




33 Comentários
cuico
10.01.2011 - 11:07
Se me permitem meto a colherada:



Salazar finou-se há já quarenta anos;
Persiste alvo d’infâmia, mesmo aviltado;
Até agora injúria não tem faltado
Na voz e pena de funestos tiranos.

Estadista sério entre os lusitanos,
Economista sagaz, pobre e honrado.
No muito ouro por ele bem poupado
Se banqueteiam falsos samaritanos.

Aqueles que o povo honesto põem na penúria
Privados de escrúpulos, fartos de luxúria
Vergonha e honra para sempre esqueceram.

Garras profanas, longas, aguçadas
Nos fundos do erário sempre afundadas
Intrujando a nação bem que enriquecem.


CondedeMenteTriste
10.01.2011 - 10:43
emadio
10.01.2011 - 06:49

Se bem me lembro o poema em causa andou, copiado a setencil, de mão em mão.
Quanto a referências no Google há muito mais que isso e recentemente algumas foram retiradas pela, creio, liberdade de expressão vigente.
Cumprimentos e nunca as mãos lhe doam no prosseguimento da divulgação em que se empenhou
.
00SEVEN
10.01.2011 - 09:09
Este tipo foi um privilegiado dos governos anteriores ao 25 de Abril que veio conduzir o país ao estado terminal em que se encontra!

Ponto final!
emadio
10.01.2011 - 06:49
CondedeMenteTriste
09.01.2011 - 15:47
Oh emádio,
Faça o favor de esclarecer que o poema que oportunamente transcreveu é da autoria de JOAQUIM PAÇO DE ARCOS e foi escrito e publicado pouco depois do vinte e cinco e também foi inserido na poesia interventiva tão apreciada ao tempo.
Agradecido.


ESCRITO SIM !!!!!!! PUBLICADO NAO!!!!!



A CORJA TRAIDORA NAO O DEIXOU PUBLICAR A ESSA DATA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
E O DTR. ANTONIO E QUE ERA DITADOR!!!!!!!!!!!!!

INFORME-SE HOMEM USE O COMPUTADOR E VAI VER QUE ENCONTRA MUITA COISA QUE ESTA CANALHA TRAIDORA NAO QUER NEM FALAR!!!!!!!!!!!!!!!!!

POR EX. PROCURE NO GOOGLE:( ABRIL PRISOES MIL)


E VOLTO A REPETIR!!!!!!!!!
E O DTR. ANTONIO E QUE ERA DITADOR!!!!!!!!!!!!!
emadio
10.01.2011 - 05:56
Almirone
10.01.2011 - 00:59
Dizer coisas como aqui se dizem, no funeral de um homem que tem um lugar na História de Portugal


MAS NAO E POR CAUSA DE ISSO QUE DEIXA DE SE UMA DAS
PÁGINAS MAIS VERGONHOSA E ULTRAJANTE NA HISTÓRIA DE
PORUGAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Almirone
10.01.2011 - 00:59
Conde da Mente Triste 09.01.2011 - 17:51
Concordo consigo. Agora não se devem tratar os capitães ao tempo do 25 de Abril, como aqui se disse; a maioria não pode responder por uma ou duas dúzias, que eventualmente nem tinham ouvido um tiro antes, que se bandearam como lacaios da escória política. A grande maioria, a que se deve a honra da condução em combate dos nossos soldados, e, cujo exemplo os levava a servir Pátria durante mais de uma dezena de anos, merecendo a admiração de outros exércitos; operaram esta página brilhante da nossa história que espantou o mundo, dando ao povo o que é do povo, a Democracia. Não têm culpa de Portugal, com 900 anos de História, ter uma élite política de asnos, como não se encontra na Europa. Este País das caravelas, bem pode por estes asnos políticos mandar acender velas. Poderão ser Doutores, altamente qualificados, etc. mas são uns paisanos de m**** incapazes de se pôr à frente do povo e abrir-lhe os olhos... Mas não o fazem porque têm esses "trafulhas de esquerda" a manter o povo na ignorância e a garantir que lhes encham os bolsos. É essa a verdadeira candidatura do Manuel Alegre, que diz ser patriota, mas que só anda a manobrar a estupidez, para alimentar a sua vaidade, e, para esconder que tudo o que fez ao longo de uma vida, foi para chegarmos a isto. Como é possível um País ter um mentecapto a 1ºMinistro, apoiado por um partido que se diz socialista, só num País de azêmolas. O Camões teria vergonha disto; porque ele viveu no tempo em que Portugal era o País mais avançado do Mundo. Só assim se compreende que apareçam estas poesias de cano de esgoto. Estes não são poetas, são almas de m****, que também têm direito de desabafar; mas, já se sabe o que podem vomitar... Dizer coisas como aqui se dizem, no funeral de um homem que tem um lugar na História de Portugal, dá vómitos!!!
Almirone
10.01.2011 - 00:07
emadio
Deve ter razões de desespero pelo que resultou do 25 de Abril. Mas deve ter em conta que o Exército tinha nessa altura 95% dos seus efectivos como pessoal do serviço militar obrigatório; na Academia Militar não teri mais que 50 voluntários da juventude portuguesa; e, nos capitães que fizeram e defenderam o 25 de Abril contra toda a trampa política de direita e de esquerda que até hoje destruiram o país a maioria foi voluntária para a guerra. São os últimos a quem se pode atribuir a situação de "m****" em que se chegou ao 25 de Abril e a que se chegou agora em especial por responsabilidade dos gabarolas anti-fascistas, que não são nada disso; são anti-patriotas incapazes de conduzir o povo por um caminho realista de progresso e educação; que são justamente a cusados de tachistas miseráveis, corruptos que todos conhecem e ninguém denuncia, sendo disso representantes uma caterva de deputados arregimentados como gado em listas que por isso têm carácter de vermes. É isso que deve ser dito perante o cadáver de um dos três cérebros que mobilizou os capitães. Quando os capitães têm que pegar nos destinos de um país, o País é uma "m****". O general Almeida Viana, em 1966, no seu relatório de posse de comandante Chefe em Angola escreveu que a Guerra estava perdida por que se tinha esgota a capacidade de recrutamento. Quando isso acontece o governo tem de terminar a guerra. Disse isso a Marcelo Caetano quando foi a Angola, e quando ele duvidou disse-lhe; - "Senhor Presidente, disto sei eu". Há pouco tem po veio um Almirante dizer, por outras palavras, a propósito dos submarinos, que este governo é de papalvos, porque com a Defesa não se brinca. Estamos como no 25 de Abril. Se o Marcelo foi um banana este Sócrates é um mentecapto. Estas palavras em homenagem ao Vitor Alves.
juncal
09.01.2011 - 22:42
Tokarev

se não fossem os homens do 25 de Abril nem abrias piu..
Sonhas e acordas com o PCP na tola..Toma os comprimidos..
Quem como tu apoia trafulhas e Corruptos como o Presd. da Camara de Oeiras o Isalatino..estamos conversados.
Meta a viola no saco.Deves ser um grande imbecil. Tem vergonha e respeito por quem arriscou tudo para teres direito a falar (mesmo mal..)
mundonovo50
09.01.2011 - 22:15
Vitor Alves fazia parte daquele grupo de grandes herois portugueses que restituiram a liberdade ao povo português, dai as minha sinceras condolências pelo seu desaparecimento, Vitor Alves, Melo Antunes e Salgueiro Maia todos já desaparecidos ficarão com os nomes gravados na História de Portugal
1304
09.01.2011 - 21:35
Os militares do 25 de Abril foram ingénuos ao pensarem numa democracia em Portugal. Não lhes ocorreu que vinha aí uma geração oportunista (a actual)que desmoronaria todas as boas intenções. Lembram-se quando Otelo disse que os metia a todos (oportunistas)no Campo Pequeno? Calaram-no e foi preso. Salazar não faria melhor.
tokarev
09.01.2011 - 21:06
As intenções dos tipos que fizeram a abrilada eram bem claras, impedir os militares do quadro de complemento de passar à frente deles na escala hierárquica, oficiais oriundos da Escola do Exército. E, já agora, acabar com a guerra nas colónias para onde já não lhes apetecia ir mais.
Estupidamente, e por falta de planeamento, resolveram entregar o fruto do seu labor, ou seja o poder que tinham conquistado, ao PCP, que lá se mantém desde então. Mesmo sem estar no governo, e a despeito das fracas percentagens eleitorais, o poder em Portugal continua a estar solidamente nas mãos do PCP, tendo como rivais apenas organizações civis desarmadas como a Maçonaria e a Opus Dei.
sacarina
09.01.2011 - 20:03
Qualquer poesia não tem valor real... só são feitas para rimar.

juncal
09.01.2011 - 19:31
Os Homens do 25 de Abril fizeram tudo com boas intensões. Depois se algo ou tudo corre mal é CULPA de um povo Corrupto e trafulha. Vive bem como está.
Um povo que se define em que uns procuram emprego e não um trabalho enqunato outros pretendem ser empresários não para criar riqueza nacional mas riqueza privada.
As eleições Presidenciais estão à porta e parece que estão contentes com o estado actual e de quem os governa. Tem o que merecem.
juncal
09.01.2011 - 19:21
CondedeMenteTriste
09.01.2011 - 15:27

nao deram PCs mas deram-lhe a liberdade para escrever o que querem e aonde querem assim como falar.

Foram uns malandros. Tava-se bem era como estava com o Salazarismo.
Mas compreendo que existe muita gente saudosista.
emadio
09.01.2011 - 19:10
25 DE ABRIL de 1974, "QUEREMOS ECONTRAR UMA – CAUSA–, UMA SÓ".
SOBRE A PÁGINA MAIS VERGONHOSA E ULTRAJANTE NA HISTÓRIA DE
PORTUGAL. A EFEMÉRIDE DO PROFANO, DOS ASSASSINATOS DE
MILHÕES DE PORTUGUESES, DO LUTO E DA DESONRA.
A EFEMÉRIDE DO "CARNAVAL VERMELHO" TAMBÉM VERMELHO A COR
DO SANGUE DERRAMADO PELOS CRIMES DA TRAIÇÃO À PÁTRIA.
DA TÚNICA AUGUSTA E PURA DE ESPERANÇA DE UM PORTUGAL MAIOR,
AO MANTO NEGRO E TRÁGICO DE UM PORTUGAL FINADO.
"Julgai com equidade as questões de cada um (...) Não fareis acepção de
pessoas nos vossos julgamentos.
Ouvireis tanto o grande como o pequeno, sem temor de ninguém, porque a
Justiça provém de Deus".
Deuteronómio—1-16/17
– O 25 de Abril marca a transformação de uma Nação do Minho a Timor,
próspera e rica, a um manicómio nacional.
– O 25 de Abril marca os acontecimentos trágicos da nossa Nação e os
assassinatos de portugueses.
– O 25 de Abril marca que no exército da Nação existiam traidores apátridas que
desonravam as fardas e divisas envergadas sem honra nem dignidade.
– O 25 de Abril marca que no exército de Portugal existiam "homens" que
iludiam os órgãos do Estado e a Hierarquia Militar para promoções imerecidas a
capitão, major, coronel, marechal, general. Canalha criminosa destituída de
patriotismo, de honestidade que desonravam o exército da Nação, a mancha
desonesta e vergonhosa entre Patriotas, os Heróis e os militares mortos que
deram as suas vidas, derramaram o seu sangue pela defesa intransigente da
Nação e da paz dos povos de Portugal.
Esta Canalha Criminosa, falhos obscenos imorais, continuaram a manter as
divisas militares após os crimes realizados, alguns deles ousaram autopromoverem
aproveitando as oportunidades fortuitas com a anuência dos
cúmplices participantes dos crimes de assassinato realizados nas províncias
ultramarinas de Portugal, e responsáveis pelo crime de Lesa-Pátria, alguns
falhos de vergonha escreveram livros sobre os Crimes realizados: António da
Silva Cardoso, o livro "Anatomia de uma Tragédia" tendo sido ele um dos
responsáveis pela Tragédia.
Pedro Júlio Pezarat Correia, o livro " PERVERSÕES E FRAGILIDADES" sendo
ele um dos Perversos Traidores.
Todo o homem tem como valores intransigentes: a Palavra como Honra, a
Hombridade como Dignidade, a Nobreza como generosidade, a Honra como
Sentimento da Integridade e do Dever, a Rectidão como Justiça, o Carácter
como Propriedade Individual, o Dever Sacro na Defesa da sua Nação, a
Decência como Decoro, a Moral como Princípios, a Protecção aos seus iguais
como Dever, a Consciência do Dever Cumprido na Causa do Bem Comum como
Valor Humano, a Protecção e a defesa da sua Nação e da Paz do seu Povo
como Obrigação e Dever de Patriota.
"Estes Valores não foram encontrados em nenhum dos Apátridas Criminosos
Militares de Abril".
E surgem nomes do nada, na maioria desconhecidos, saídos das casernas dos
quartéis, dos hospitais psiquiátricos, das ruelas estranhas, dos quiosques de
França, de um qualquer Gulag de Moscovo, de uma qualquer favela de Argel.
E surgem os embustes tramados nos quartéis para justificarem os actos
paranóicos dos insanos militares, perante a estupefacção de milhões de
portugueses, apanhados na surpresa pelo acto paranóico destes militares
apátridas e pelo aparato saído dos quartéis.
E Surgem as siglas feitas em cima do joelho, nos degraus ou nos vãos de uma
qualquer escada, de Moscovo, de Argel ou Conakry ou num qualquer quiosque
de Paris: PRP, PREC, PCP, PS. O MFA o CEMGFA o COPCON. E os Pactos
entre a CANALHA DA MAROFA : MFA/Partidos, o PDC ex-MES. Mais os
Plenários na: BETP na EPAM, os da tropilha fandangueira a: EPC/ RASP. As
Manifestação dos: SUV, APU, FUP, GDUP do MES e da LCI, o CEMGFA, o
MFA/POVO-UNIDO/VASCO -AMIGO, da UDP do MRPP mais conhecido por MR
pum-pum pelos petardos que rebentavam por todo este já pequeno Portugal,
uma organização terrorista vinculada a Pequim, Jiang Quim, a viúva de Mao, e o
chamado “bando dos quatro” ainda eram influentes, um dos chefes era o
enganoso Durão Barroso. Já em fase de completa destruição da Nação surge
uma Junta de Salvação Nacional, sobre a Junta percebe-se, sobre a Salvação
Nacional, essa nunca existiu.
– E surgem os Embustes –
1°- Embuste, a saída do quartel de alguns militares com material de guerra
usado abusivamente pelas ruas de Lisboa em passeio exclusivo e pessoal,
deram-lhes o nome de "intentona", alguns minutos mais tarde, passaria a ser
denominada "insurreição", horas mais tarde já com directrizes vermelhas,
passaria a "revolução militar", e de "revolução militar" passaria à Lírica
"revolução dos cravos", mas, para uma revolução militar tinha que existir uma
forte ditadura civil com existência de terror diário, com repercussões dramáticas
a todo um povo, persecuções diárias com milhares de portugueses presos,
desaparecidos ou milhares de mortos civis vítimas de uma feroz ditadura, "esta
ditadura anunciada não existia".
2 °- Embuste, era contra Salazar, não se pode atentar contra alguém que
fisicamente não existe!.
3°- Embuste, era contra o regime de Salazar, não se pode acusar contra um
Estado de Direito cívico, livre e Constitucional...
4°- Embuste, era a guerra no Ultramar, centenas de milhares de portugueses de
origem europeia nasceram, cresceram e viviam nas províncias ultramarinas de
Portugal eram testemunhos vivos e presentes, podiam provar e testemunhar de
que em Angola não existia guerra, em Moçambique o terrorismo estava
praticamente ganho, em Cabo-Verde não existia guerra, em S. Tomé e Príncipe
não existia guerra, em Timor não existia guerra, na Madeira não existia guerra,
nos Açores não existia guerra, na Guiné haviam focos de terroristas mas para os
eliminar existiam os exércitos! Caso contrário afinal para que servem os
exércitos?
Que se saiba desde que o mundo é mundo, e desde que existem Estados ou
Nações existem exércitos para defenderem as suas Nações, o seu povo e os
seus territórios! Neste caso, qualquer acto de terrorismo que atentasse contra o
Estado de direito da Nação e do povo, o seu exército perante juramento feito de
honra, de lealdade ao serviço da sua Pátria e do bem comum pela paz, e pela
ordem, tinham por dever e obrigação defender a Nação dos inimigos a
interesses estrangeiros, alheios a Portugal, e a Nação portuguesa era do Minho
a Timor.
A nossa Nação encontrava-se em vários continentes e a sua geografia em si
própria não era impedimento,para motivo de negação da sua defesa, a Nação
Portuguesa era como era há 500 anos, a Nação era uma só e, aonde chegava a
Nação, tinha que chegar o Estado e o seu exército, esta era precisamente a
razão porque a Constituição de um Estado Unitário não permitia qualquer
descriminação entre os seus territórios.
O exército da Nação era constituído por homens naturais de toda a Nação do
Minho a Timor, brancos, asiáticos, euro-africanos e africanos.
5°- Embuste, apelaram que o único objectivo da saída dos quarteis era a
reivindicação de status militares e salários mais elevados, mas aqui também a
situação não era clara, estes assuntos são tratados em gabinetes e não nas
ruas nem na posse de armas de guerra.
6°- Embuste, a causa era o colonialismo em África, como pode existir
colonialismo entre um só povo que faz parte integrante de uma única Nação!!!
De Embuste em Embuste, surgiu a Usura, a Perfídia, a Traição, as Prisões, os
Assassinatos, o Apunhalamento pelas costas dos povos de Portugal.
Destruída a Nação, declarada as guerras nas suas províncias a única saída que
colocavam estes paranóicos, trágicos apátridas era abandonar os territórios de
Portugal e os seus povos, perante a catástrofe só lhes restava a retirada e
refugiarem-se nos quartéis de Lisboa, e retiraram armas e bandeiras, e todos os
povos de Portugal foram abandonados e entregues há morte às mãos
assassinas dos seus algozes comunistas.
E restava-lhes continuarem a suster um qualquer embuste como justificação aos
seus Crimes para imporem as suas razões pela força da mentira, sobre os
portugueses assassinados, sobre as ferozes guerras fomentadas por Abril,
sobre as centenas de milhares de portugueses refugiados dessas guerras,
desenraízados e espoliados, sobre o grave Crime praticado contra a Nação.
De entre os Crápulas Criminosos, alguns nomes:
O camarada Spínola o homem que cultivava as peneiras, o monóculo, o
pengalim, que se cuspia quando falava como trôpego de pensamento, de
palavras e de acção, este não era comunista, nem socialista, nem democrata,
não sabia o que era, era simplesmente um patético pérfido.
O camarada Salgado Zenha comunista de índole criminosa, mais conhecido por
pescoço de cavalo. O camarada Costa Gomes mais conhecido por falar para
dentro e, o boca de sapo este, não era comunista, nem socialista, nem
democrata, não sabia o que era, era simplesmente um patético pérfido, ao
deixar este mundo rumo ao Julgamento Divino descobriu-se que tinha uma
"consciência", "oculta", disse como num expurgar de pecado e remorsos a
"descolonização" feita daquela forma foi o maior desastre para Portugal ( mas
não existiu descolonização!!! não deveria confundir abandono e desprezo dos
povos de Portugal entregues à morte, com descolonização).
Segue-se o camarada esquizofrénico Vasco Gonçalves que tinha acabado de
saír do Hospital Psiquiátrico Júlio de Matos e abandonado as consultas a meio
do tratamento, como doente mental era comunista. Mas nada para admirar a
Nação foi transformada em manicónio nacional.
Ainda para se juntarem à pandilha dos desequilibrados mentais e pérfidos.
O camarada Corvacho, fiel cão rafeiro do COPCON criminoso cumpridor e
seguidor das leis do COPCON das prisões arbitrárias, das expropriações, dos
roubos, comunista com índole criminosa.
O camarada Rosa Coutinho figura tenebrosa, canalha assassino, instigador e
fomentador da guerra em Angola (às ordens do colega e amigo, camarada Mário
Soares) mestiço tingido de vermelho, com índole criminosa, conhecido também
por cobarde quando uma mulher, Maria Emília Ferreira, lhe deitou as mãos ao
pescoço e no ímpeto agarrou-o pela camisa arrancando-lhe um botão, caso não
tivesse sido salvo pela tropilha fandanga criminosa abrileira Maria Emília
Ferreira matava-o e vontade e coragem não faltava às gentes honradas de
Angola.
O camarada Mário Soares vendedor de Pátrias, o apátrida convicto, conhecido
por o deslumbrado, o bolha, o pingo de sebo, o cara de Bulldog, o sorna, o
quiosqueiro, o bailarino era visto pelas ruas de Lisboa a pular e a cantar o
Larilolé enquanto distribuía a sua propaganda vermelha, bailarino também pelos
passos de dança entre o comunismo, o socialismo e o dinheiro fácil, um dos
grandes responsáveis pela mutilação da nossa Pátria, a delapidação do nosso
Património e a morte de milhões de Portugueses, este crápula disse : os
retornados são para serem atirados aos tubarões, mas que sabia este crápula
Mário Soares da guerra ou da própria realidade africana !!! tudo que sabia era
sobre vender papel, receber e dar os trocados, e sobre como poder enriquecer
sobre os destroços e os mortos de uma Nação.
O camarada Otelo de Carvalho, falho de dignidade, moralidade, indivíduo
ignorante, com índole criminosa, nas horas extras palhaço de caserna, mais
conhecido como discípulo da KGB e fiel cumpridor no exercício do terror, dos
assassinatos e das prisões arbitrárias, indivíduo ignorante com predisposição
ao crime organizado.
O camarada Freitas do Amaral não era comunista, não era socialista, não era
democrata, nem mesmo ele sabia o que era, mas, estava em todas e com todos,
mais conhecido por troca-tintas, hipócrita, falho, mudava de cor no vestir de
cada camisa, era sempre o primeiro a fugir quando o barco afundava e o
primeiro a entrar no barco das oportunidades.
O camarada Vasco Lourenço, suinicultor, mais conhecido por melena com sebo
e pá, este, ainda hoje só se sabe que é um charlatão nato.
O camarada tísico Álvaro Cunhal comunista psicopata, mais conhecido por o
cáfome de Moscovo, em quem o ódio contra a Nação, contra os seus povos e
contra Salazar, era lactente pelas suas frustrações pessoais, a sua capacidade
mental limitada, tornou-o no homem dos incentivos aos roubos, às
expropriaçtes, da exaltação ao ódio, às vinganças, o inventor da mentira, viveu
mal e mal morreu, pelo ódio exacerbado, contra Portugal, contra Salazar, contra
todo o povo da Nação Portugal foi vítima deste psicopata.
António Silva Cardoso não era comunista, nem socialista, nem democrata, nem
patriota não sabia o que era, era simplesmente um patético pérfido.
Pedro Pezart Correia comunista e maquiavélico pérfido Abrileiro.
E foram os electricistas, os sapateiros e os remendeiros que se juntaram ao
GRUPO PÉRFIDO CRIMINOSO DA CARNAVALESCA ABRILEIRA.
E vieram elas, umas eram bombistas faziam o trabalho sujo que os seus
camaradas ordenavam na distribuição e colocação de bombas no sentido de
matareme aterrorizar , outras serviam para inflamar as hordas selvagens
incultas, outras eram apanhadoras de caracóis molusco gastrópode, outras
combatiam o escaravelho da batata, outras de foice na mão intimidavam os
portugueses honrados que lhes davam de comer para matarem a fome e lhes
deram trabalho renumerado, outras armadas com gadanhas e forquilhas
assaltavam as propriedades particulares roubando todos os seus recheios e
disputavam entre si roupas de quarto, de banho, de cozinha, de mesa, tapetes,
quardos, obras de arte, mobiliário, faqueiros, peças de decoração, pratas,
serviços de jantar, cristais, candeeiros e candelabros, estofos, deixando as
casas completamente vazias em escassos minutos.
Mas todas estas ditas revolucionárias de uma qualquer Cuba, analfabetas,
bombistas, socialistas ou comunistas de pacotilha, destruíram à marretada
símbolos da nossa Nação, fotografias, documentos Históricos, imagens,
monumentos e estátuas de Salazar.
Tinham pretensões "pela conquista do poder popular comunista-socialista", a
serem imortalizadas num monumento igual ao da "PORCA DE MURÇA".
E a canalha militar Abrileira iam ocupando os tachos por ordem hierárquica…
Primeiro os Apátridas, depois os serventes ajudantes de campo.
E no gasto dos sapatos nas corridas contra-relógio pela conquista do poder, da
destruição e assaltos ao Património da Nação surgiam os sapateiros. A Nação
delapidada e transformada em charco de sangue, surgiam de seguida os
alfaiates, nas tentativas de remendar os buracos deixados há Nação...
E foram estes Canalhas Criminosos Apátridas Convictos, que destruíram uma
Nação com mais de 500 anos de existência.
E perante tanta abominação e tanta desfaçatez a Canalha Apátrida Criminosa,
mutilou a Nação das suas províncias, causaram milhões de mortos, destruíram
as vidas de milhões de portugueses e mergulharam este pequeno país num
abismo, onde não se vislumbra o seu fim.
Ontem como hoje, a Revolução de 1974, traduziu-se apenas nos crimes contra a
Nação e o seu povo de cá e de além-mar.
Queremos apontar um homem honrado... um só, que seja, "destes homens do a
seguir, do durante e do agora" que têm desfilado em procissões patéticas na
avidez de ganhos fáceis, na maioria ilícitos, e na procura de melhores vidas,
pelos "governos" "presidentes" desta chamada "República" ou os "outros".
Queremos um só homem honrado, com coragem para que em consciência se
insurja contra comemorações profanas de um 25 de Abril.
Queremos encontrar uma – causa –, uma só, que seja, para justificar que o 25
de Abril seja motivo para uma qualquer comemoração como um "culto de acção
de graças". Para que o 25 de Abril de 1974 seja recebido e comemorado não só
pela chusma criminosa apátrida e afins, mas por todos os povos do Portugal de
outrora, festejado não só pelos criminosos, não só pelos ditadores, não só pelos
assassinos, não só pelos países estrangeiros que viram as nossas províncias de
Portugal oferecidas de bandeja como dádiva das promessas feitas, mas também
festejado por todo o povo, essa essência que fez e construíu a Nação do Minho
a Timor, vítimas dos criminosos apátridas.
– O 25 de Abril marca o surgimento à luz da ribalta de criminosos, de apátridas,
de sevandijas, inimigos de Portugal.
– O 25 de Abril marca a destruição da Nação, a morte, o luto e traumas
indeléveis nas vidas dos povos de Portugal.
– O 25 de Abril marca a mutilação da Nação, e a entrega de milhões de
portugueses amordaçados e de mãos atadas às arbitrariedades e, a todo o tipo
de despotismos em territórios de Portugal entregues ao socialismo-comunista:
– O 25 de Abril marca os assassinatos dos povos de Portugal:
– O 25 de Abril marca os milhões de portugueses vítimas de repressão, da
inveja, da mentira despudorada, dos roubos, das guerras promovidas e
incentivadas pelos verdugos de Abril nos territórios portugueses do Ultramar.
– O 25 de Abril marca a destruíção das vidas de milhões de portugueses.
– O 25 de Abril marca a chegada a Lisboa dos ecos de dor, do sofrimento, da
morte e do luto são os REFUGIADOS, ESPOLIADOS E TRAÍDOS dos territórios
de Portugal, a quem se foi dando a eufemística designação de "retornados",
mesmo que parte significativa deles nunca cá tivesse estado, porque haviam
nascido e crescido naquela terra que, para eles, era tão Pátria como para os que
se matavam, apenas divergindo quanto à maneira de a servir. Há entre muitos
desses que desembarcam inúmeras pessoas ditas de etnia africana, mas que
infelizmente se sentem tão portuguesas como os que os receberam. E brancos,
negros e mestiços foram espalhando-se por todo o país, e levando as tristes
novas do horror do 25 de Abril que os seus olhos viram, que as suas mãos
sentiram.
Denunciam a verdade, os horrores e os dramas de Abril, falam de crianças que
vagueavam pelas cidades chorando os pais mortos e a sua família. De filhas
violadas diante dos próprios pais e irmãos. De cadáveres esquartejados, de
muito sangue, dos cães e gatos que eram comidos, e até de algum desespero
canibal. De Luanda crioula, Luanda amada, Luanda cosmopolita qual filha
pródiga, transforma-se com nome de guerra, em terra queimada, em charco de
sangue, em território de morte e de dor. A guerra civil, uma das mais violentas
formas de guerra, consumiu-se, em nome de ideais alheios a Portugal, a causa
de ideais inimigos de Portugal e dos povos, instrumentalizada por mão criminosa
apátrida:
–O 25 de Abril marca os milhões de portugueses que se cobriram-se de luto,
pelos seus familiares e amigos assassinados aquém e além – mar:
–O 25 de Abril marca que um milhão de portugueses de origem europeia
fossem marcados indelével por traumas de guerras ferozes, pelo
desenraizamento das suas terras, dos seus laços afectivos, das suas vidas,
separados das suas famílias:
–O 25 de Abril marca que milhões de portugueses viram-se privados e
espoliados de tudo o que lhes pertencia, dos seus bens, dos seus afectos, dos
seus postos de trabalho:
–O 25 de Abril marca que centenas de portugueses sofreram nas suas vidas e
na sua saúde psíquica e física as consequências nefastas das prisões arbitrárias
de Abril, sem terem cometido dano ou crime:
–O 25 de Abril marca as centenas de portugueses que se viram obrigados pelas
circunstâncias a abandonaram o país rumo ao exílio:
–O 25 de Abril marca o ouro património pertença da Nação saqueado,
esbanjado e roubado e o património da Nação delapidado:
–O 25 de Abril marca os agentes da Polícia Internacional de Segurança do
Estado (PIDE/DGS) assassinados:
–O 25 de Abril marca que dezenas de honrados portugueses foram presos com
mandatos de captura em branco desterrados para as masmoras de uma
qualquer prisão e torturados:
–O 25 de Abril marca os grupos bombistas semeando o terror das explosões de
bombas de norte a sul.
–O 25 de Abril marca o assassinato um jovem dentro do seu carro às portas do
RALIS e feridos outros portugueses, porque um qualquer criminoso tinha uma
metralhadora nas mãos e resolveu que seria para matar:
–O 25 de Abril marca os agentes da GNR, os civis e crianças assassinados:
–O 25 de Abril marca a morte do Mestre Branco Núncio, a morte criminosa dos
seus cavalos, a expropriação e roubo das suas herdades:
–O 25 de Abril marca o assalto, roubo e destruição da Quinta-Bela e de todas as
Quintas-Belas da Nação:
–O 25 de Abril marca que milhares de portugueses assistiram às mortes dos
seus familiares sem nada poderem fazer contra a prepotência dos Verdugos que
se impunham pela força das metralhadoras:
–O 25 de Abril marca a venda em leilões de todos os nossos navios, e o
encerramento por mão criminosa apátrida das nossas companhias de
navegação.
–O 25 de Abril marca os roubos, os assaltos, as violações e vinganças pessoais
do rebotalho da sociedade:
–O 25 de Abril marca a implatação em Portugal da ditadura do terror, dos
roubos, das violações aos direitos humanos. A ditadura da prepotência arbitrária
do abuso do poder pela força das armas, do terrorismo, da humilhação, dos
atentados à dignidade:
–O 25 de Abril marca o abandono e o desprezo pelos nossos militares mortos
em defesa da Pátria e o esquecimento dos militares vivos:
–O 25 de Abril é a comemoração dos déspotas, dos criminosos apátridas, dos
assassinos, dos destituídos de qualquer moralidade e honra:
–O 25 de Abril é dia de luto Nacional do Minho a Timor.
"ESTAS SÃO AS DIVISAS E OS GALARDÕES AOS SEUS PRÓPRIOS
PESARES!!!"
Este é o 25 de Abril do qual não se encontra – causa – para festejo: onde
só é encontrado um manto negro a cobrir o luto, o desespero, a fome e a
desonra.
Este é o libelo do 25 de Abril que a tropilha criminosa de Abril e os
apátridas participantes terão de pedir perdão de joelhos a Portugal e a milhões
de portugueses do Minhoa a Timor, por tantos crimes praticados e,
impulsionados de fora.
Este dia negro e trágico realçado com eventos de honras de feriado nacional,
atenta contra a nossa memória, ao respeito que devemos aos nossos mortos de
1961 no norte de Angola, atenta contra a nossa dignidade, a honra dos
portugueses de Lei, é uma profanação aos nossos heróicos militares mortos na
defesa da integridade e da paz da nossa Nação, é um ultraje à Nação e a todos
nós.
Se Portugal deixou de ser uma Grande Nação, os portugueses não perderam a
sua honra nem tão pouco a sua dignidade.
QUE SURJA O HOMEM HONRADO E QUE ESTENDA A SUA MÃO AO SEU
POVO QUE SEM ALENTO E EM LUTO, PEDE AJUDA PARA O LEVANTAR, E
QUE REPONHA A DIGNIDADE E A HONRA A ESTE PORTUGAL FERIDO E
EM LUTO QUE NOS DEIXARAM COMO PAÍS.
legru
09.01.2011 - 18:46
De entre os "capitães" haverá que distinguir os que, no após, tiveram papel positivo e os que se deixaram levar na onda esquerdalha e levaram este país à anarquia.
Este foi um dos poucos que lutou contra a anarquia, foi um resistente aos esquerdalhas (Tomé, Otelo and so one)e por isso merece o meu profundo respeito.
Cincomileum
09.01.2011 - 18:34
A abundância de «puetas»...

Tantos «puetas» de fama...
«Puetas» das violetas...
Que escrevem versos à lama.
Inspirados nas valetas!

Prestemos a homengem devida a um homem do 25 de Abril(AQUELE DIA; INTEIRO, INICIAL E LIMPO).
Victor Alves, e outros militares de Abril e democratas corajosos, consequentes, retribuiram a Soberania ao Povo e a merecida Liberdade.
A limpeza que se impunha não aconteceu e os excrementos que por aí existem são o exemplo da lixeira que ficou...
tokarev
09.01.2011 - 18:18
Muito bem , Condementetriste. Quem fala assim não é gago. Estes borrabotas destes capitães nunca foram julgados em vida, mas sê-lo-ão, e severamente, pela História. E seus filhos se envergonharão de tais pais.
Fatima Freire
09.01.2011 - 17:58
Mais um que morreu vamos todos a caminhar para a parte final da vida e o que nos espera é uma nova dentro em breve mmas quanto a esta fica agora por aqui.
As minhas sinceras Condolências a Familia.
CondedeMenteTriste
09.01.2011 - 17:51
Almirone
09.01.2011 - 16:14

Para começar esclareço que não sou nem direita nem da esquerda, sou como o Jaiminho também já não uso as mãos.
Faz-me é muita confusão que atribuam a Salazar, que morreu há quarenta anos, as culpas do estado em que Portugal se encontra hoje, até dá a sensação que é o Salazar quem ainda governa.
Quando a culpa não é de Salazar é da direita como se a direita não tivesse sido abolida com o célebre vinte e cinco.
Cite-me um partido de direita activo em Portugal.
Acontece que foi a esquerda com a reforma agrária e nacionalizações quem acabou com o tecido empresarial com alguma importância que gerava empregos e riqueza e forjou o princípio da derrocada económica.
E a partir daí, qual o crescimento empresarial produtivo e gerador de empregos???
Salazar tinha um slogan, entre vários, que dizia: “Enquanto houver um lar sem pão a revolução continua” foi rapidamente substituído pela palavra de ordem “enquanto houver um patrão a luta continuará” como pode haver empregos sem patrões???
Dizem que os patrões explora os empregados… ... … só que um patrão paga mais ao estado para ter um empregado do que o que o próprio empregado recebe e depois mercê de inúmeros impostos ainda vai retirar uma grossa fatia do que o empregado recebeu.
Se repararem bem o estado, através do IVA cobra por tudo quanto cidadão compre. Tanto para comer como por defecar --o papel higiénico paga VINTE E TRÊS POR CENTO de IVA o que com propriedade pode dizer-se que todos os cidadãos quando defecam, uma parte vai para o estado.
Muito há para dizer mas isto já vai longo e o estado também faz como o Jaiminho: não usa as mãos fá-lo a torto e a direito.



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