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Feira Popular de Lisboa regressa no Natal

8 de Novembro, 2013
Os carrosséis, os carrinhos de choque, as pipocas e as farturas vão regressar temporariamente à antiga Feira Popular de Lisboa, que pelo quarto ano consecutivo volta a abrir portas por ocasião do Natal.

A feira vai estar aberta de 29 de Novembro a 26 de Janeiro e, além do parque de diversões, terá um circo residente.

Com entrada e estacionamento gratuito, vai oferecer "entre 18 a 20 equipamentos, todos diferentes, para crianças, famílias e radicais", disse à Lusa o organizador da feira, Hélio Amaral.

A Super Pista Hiper Gigante, a Roda Gigante (com 18 metros), a Mini Roda Gigante, um pavilhão de jogos, carrinhos de choque para crianças, um trampolim para todas as idades, barcos infantis e bolas aquáticas são alguns dos divertimentos.

Para tentar "contrariar a crise", os feirantes decidiram criar o "dia do euro", que consiste em ter "todas as fichas por um euro", explicou Hélio Amaral.

A feira vai estar aberta todos os dias de semana entre as 15:00 e as 24:00 e aos fins de semana entre as 13:00 e as 24:00.

Esta é a segunda vez que o feirante organiza esta feira popular temporária, lamentando que Lisboa ainda não tenha uma permanente.

"Gostava que voltasse a funcionar todo o ano. Gostava de ter capacidade para organizar a Feira Popular em Lisboa", confessou.

Com esperanças de que o novo parque de diversões esteja para breve, Hélio Amaral defendeu que a sua futura localização tem de ser em Lisboa: "Se for fora, perde a piada".

A Feira Popular foi criada inicialmente para financiar férias de crianças carenciadas e, mais tarde, passou a financiar toda a acção social da Fundação O Século. Encerrou há 10 anos e nunca mais Lisboa voltou a ter um parque de diversões.

Esta semana, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, fez saber que já tem um local escolhido para acolher a nova feira, mas escusou-se a revelar qual.

Contactado pela Lusa, o presidente da Fundação O Século disse desconhecer quaisquer negociações sobre a futura Feira Popular e admitiu que gostava de ser chamado a participar nas conversações, embora reconheça que a fundação abdicou de quaisquer direitos sobre a exploração do espaço, num acordo de 2002.

Lusa/SOL




4 Comentários
cbastiao
08.11.2013 - 23:15
A feira já foi a orçamento participativo (com propostas de 1 euro!) É só ver as propostas apresentadas no site do orçamento participativo de Lisboa... deixo aqui também a página criada para "apoiar" as propostas apresentadas com o intuito de que seja criada uma nova feira popular mais ecológica: www.facebook.com/FeiraPopular
33zedk
08.11.2013 - 20:33
No último parágrafo, pode ler-se que a Fundação O Século "abdicou de quaisquer direitos sobre a exploração do espaço" de Entrecampos, deduzo.

Depois da polémica que o encerramento provocou na data, antres e depois, envoilvendo a Braga Parques, a Camara Municipal, os feirantes e posteriormente a guerra judicial, aparenta que a resolução final ficou descolorida, a sépia, e algumas carteiras em multicolor de luxe.
Digo eu, com um QI de saldo duvidoso.
amenino
08.11.2013 - 19:38
O presidente Emanuel Isaltino Martins quer meter-se no negócio? Para quê? Para fazer galas no Casino e os putos não terem férias porque não há dinheiro?
arconico
08.11.2013 - 16:34
de portas abertas


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