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PJ detém suspeito de extorsão através de redes sociais

4 de Maio, 2012
A Polícia Judiciária (PJ) de Braga deteve um jovem de 19 anos suspeito de praticar um crime de extorsão através de redes sociais

De acordo com comunicado emitido hoje pela PJ, o indivíduo identificado é suspeito de recorrer a redes sociais para ameaçar a vítima, um homem residente em Braga, que terá pago 2.750 euros em dinheiro para evitar a divulgação de informação de foro privado.

Na mesma nota a PJ adianta que as ameaças continuaram e através da mesma prática o jovem agora detido tentou extorquir mais 4.350 euros à mesma vítima.

O suspeito foi detido ontem em flagrante delito quando se preparava para apropriar do montante deixado pela vítima num local combinado previamente.

Segundo a PJ, o jovem de 19 anos é um estudante residente em Braga e não tem antecedentes criminais.




2 Comentários
RosaDoDeserto
05.05.2012 - 00:39
Felizmente que neste caso a polícia teve possibilidades de actuar, dado tratar-se de um caso directo.

Chantagem e extorsão nem sempre são questões directas, mas sim algo difícil para a investigação criminal e impossível para jornalismo de investigação.

Uma rede de prostituição, pedofilia, etc., poderá muito bem ser capaz de prender os seus alvos perto, não lhes permitindo libertarem-se nem terem os seus próprios movimentos, ao mesmo tempo que consigam subornar equipas de investigação. Não será frequente em Portugal, apesar de não se perceber como é que algum segredo de justiça surge por livre e espontânea vontade nos meios de comunicação social, mas uma prática habitual em alguns países estrangeiros.

Pelo menos este cidadão teve sorte, pediu ajuda e obteve-a. Felizmente que ainda há quem saiba trabalhar neste país e mais, quem queira, que é o mais importante na investigação.
RosaDoDeserto
05.05.2012 - 00:37
Felizmente que neste caso a polícia teve possibilidades de actuar, dado tratar-se de um caso directo.

Chantagem e extorsão nem sempre são questões directas, mas sim algo difícil para a investigação criminal e impossível para jornalismo de investigação.

Uma rede de prostituição, pedofilia, etc., poderá muito bem ser capaz de prender os seus alvos perto, não lhes permitindo libertarem-se nem terem os seus próprios movimentos, ao mesmo tempo que consigam subornar equipas de investigação. Não será frequente em Portugal, apesar de não se perceber como é que algum segredo de justiça surge por livre e espontânea vontade nos meios de comunicação social, mas uma prática habitual em alguns países estrangeiros.

Bom trabalho.


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