 | RosaDoDeserto 05.05.2012 - 00:39 | |
Felizmente que neste caso a polícia teve possibilidades de actuar, dado tratar-se de um caso directo.
Chantagem e extorsão nem sempre são questões directas, mas sim algo difícil para a investigação criminal e impossível para jornalismo de investigação.
Uma rede de prostituição, pedofilia, etc., poderá muito bem ser capaz de prender os seus alvos perto, não lhes permitindo libertarem-se nem terem os seus próprios movimentos, ao mesmo tempo que consigam subornar equipas de investigação. Não será frequente em Portugal, apesar de não se perceber como é que algum segredo de justiça surge por livre e espontânea vontade nos meios de comunicação social, mas uma prática habitual em alguns países estrangeiros.
Pelo menos este cidadão teve sorte, pediu ajuda e obteve-a. Felizmente que ainda há quem saiba trabalhar neste país e mais, quem queira, que é o mais importante na investigação.
 | RosaDoDeserto 05.05.2012 - 00:37 | |
Felizmente que neste caso a polícia teve possibilidades de actuar, dado tratar-se de um caso directo.
Chantagem e extorsão nem sempre são questões directas, mas sim algo difícil para a investigação criminal e impossível para jornalismo de investigação.
Uma rede de prostituição, pedofilia, etc., poderá muito bem ser capaz de prender os seus alvos perto, não lhes permitindo libertarem-se nem terem os seus próprios movimentos, ao mesmo tempo que consigam subornar equipas de investigação. Não será frequente em Portugal, apesar de não se perceber como é que algum segredo de justiça surge por livre e espontânea vontade nos meios de comunicação social, mas uma prática habitual em alguns países estrangeiros.
Bom trabalho.