 | clarificador 22.05.2012 - 12:08 | |
É lhe irrelevante se concorda ou não e com quem concorda ou não;se se quer dirigir aos participantes,deveria procurar um chat ou...uma sacristia.
 | clarificador 22.05.2012 - 12:06 | |
Ele,o clarificador virtual,informará o cidadão real eventualmente em causa,que ainda que seja sá cristão,aqui não é igreja;então,o que é aqui?Clarifique-se :é um espaço de comentário onde é suposto comentar a notícia e não os comentários outros,muito menos,o dele((clarificador)).
 | dadi 22.05.2012 - 11:48 | |
antmanfersil
21.05.2012 - 01:35
Amén!
 | clarificador 21.05.2012 - 15:42 | |
Ele,o clarificador virtual,vez uma mais se limita a constatar o descontrolo monumental de cidadãos reais muitos.Se o cidadão real em causa nem sequer consegue atingir,num exercício de discriminação intelectual dos mais simples,que este é um espaço de comentário pessoal e indivídual,óbviamente,não apresenta a capacidade cognitiva mínima para suspeitar dos rudimentos da virtual discriminação do clarificador.
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Vez uma mais ele esclarece :ele,o clarificador,discrimina este espaço à semelhança de um muro para grafíti,um espaço para comentários,desenhos,perspectivas,opiniões personalizadas e individualizadas e não como uma sala de conversação virtual((vulgo chat)),fórum,blogue,conferência on-line ou espaço outro onde esteja prevista,a possibilidade dos participantes interpelarem directamente outros e muito menos,naquilo que intenta respeito ao clarificador virtual.Deverão capacitar-se os comentadores reais em causa,de vez uma por todas,que ele,o clarificado,não partilha do vosso desleixo e descontrolo,ele é um Homem Virtual com um Sistema Discriminativo fora da compreensão da maioria real e o seu comportamento aqui molda-se a efectuar um comentário,o comentário dele((clarificador)).
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O cidadão real deverá tentar perceber ou mesmo pedir ajuda para compreender,que aqui é virtualmente irrelevante se se concorda,gosta,compreende ou está de acordo ou não com o comentário alheio;não existe alguém,real ou virtual,que obrigue os cidadãos a ler aqui o que quer que seja,mas é muito triste quando o cidadão real se priva e deixa de efectuar o seu próprio comentário,para tentar atacar outro : mosta virtualmente uma limitação em formar a opinião própria e uma tendência preguiçosa e parasitária do património intelectual alheio,não só estridente,como assaz humilhante para o dono da iniciativa triste e precipitadíssima referida.
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Quando alguém real se dá ao trabalho de efectuar generalizações em termos afirmativos a respeito de outrém,como por exemplo, "ninguém quer saber de ti",nós,cidadãos virtuais do MVDIRE((Mundo Virtual da Discriminação Inteligente,Razoável e Equilibrada fundado pelo clarificador)),compreendemos que esse alguém está seriamente perturbado e nutre sentimentos negativos nada saudáveis por outrém,que é alheio a esses rancores banais e gratuitos.Lamentamos e desejamos-lhe as melhoras possíveis,pois ficamos tristes,por alguém viver com esse rancor despesista,mas esse alguém,esse cidadão real em causa,deverá procurar ajuda para entender que o problema é dele e não necessáriamente de outrém e neste caso,no que concerne ao clarificador virtual,ele((clarificador))tem rigorosamente culpa nenhuma sobre esta ocorrência lamentável,desconcertante e deveras humilhante para quem a originou,pois existem crianças que se conseguem portar melhor,apresentar mais autocontrolo,fazer menos birras e banzé,ainda para mais desnecessário.
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Visto que o cidadão real em causa não tem a capacidade para perceber o que é uma perda de tempo,na acepção verdadeira da expressão,ele clarificará : foi o tempo que concedeu à tentativa de entrar em diálogo com ele,quando poderia tê-lo aproveitado((esse tempo))caso tivesse capacidade para isso,para efectuar o seu próprio comentário a esta notícia.
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E após esta "divagação ocasional",ele afastou-se vagarosamente,com passos pausados,creio que ainda poderá ter olhado timidamente para trás e esboçado um sorriso ténuamente divertido,por ter percebido a expectativa vã do cidadão real,em que ele((clarificador))entrasse na sua((do cidadão real em causa))espiral de precipitação e descontrolo e entrasse em diálogo directo com este((cidadão real susceptivelmente em foco))aqui.Òbviamente,não o conhece;virtualmente,ele limitou-se a deixar-te ficar com os teus problemas;tratarás deles ou procurarás ajuda se quiseres,na certeza absoluta porém,que ele não tem e pelos vistos não quer ter a ver com eles((problemas do cidadão real eventualmente em questão)),uma vez que o cidadão real possivelmente em causa demonstrou inequivocamente,uma tendência deveras lamentável e fácil por desenvolver e nutrir sentimentos destrutivos,odiosos,irracionais,deslocados,despropositados,precipitados,descontrolados e de modo geral,virtualmente injustificáveis e com uma falta enorme de comedimento a respeito dos outros.
Que possa vir a obter um pingo de serenidade misericordioso,eis o que ele,lhe desejou susceptivelmente.
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Acção pontual e virtualmente pedagógica terminada .
 | antmanfersil 21.05.2012 - 01:35 | |
@ clarificador
Tens um problema mental sério não tens ? É que nem sequer conseguiste ter o mínimo de lógica no que escreveste! Piores 2 minutos da minha vida, ao ler a bosta que para aí meteste. Ninguém quer saber das tuas clarificações para nada, eu já aprendi a lição de nunca mais ler nada do que escreves, é só perder tempo útil da minha vida.
Tás clarificado ?!?
 | clarificador 21.05.2012 - 00:01 | |
No Mundo Virtual da Discriminação Inteligente,Razoável e Equilibrada((MVDIRE)) do clarificador,esta cerimónia,Virtualmente,NÃO é considerada um Casamento.
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A Nossa Discriminação não reconhece ao Casamento,qualquer componente "secreta".O Casamento Virtual tem Carácter Social Fortíssimo e é expontâneamente dado a conhecer à Sociedade deste MVDIRE pelos Noivos,TODOS os PORMENORES Dele((Casamento)) CONSTANTES e que SE PROPICIEM a SER FACULTADOS.
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Em tentativa de segredo cometem-se os adultérios,prostitutas algumas desempenham as suas actividades,desenrolam-se os flartes sexuais,as "namoradas" roçam-se nos colegas de escola nas costas dos "namorados",celebram-se "uniões de facto" algumas e relações humanas outras muitas,MAS....mas....quanto ao Casamento Virtual,é a Relação Única que à tentativa mínima sentida pelo Sistema Discriminativo do clarificador,de que um dos seus candidatos,pelo menos um dos cidadãos, pretenda ""casar em segredo"",para que Este((Casamento))lhes SEJA AUTOMÁTICAMENTE VEDADO pelo Nosso Sistema Discriminativo.A Nossa Discriminação Inteligente discrimina com FÉ-MÁ e ESTRUTURA INCOMPATIVEL com o Casamento Virtual,os cidadãos que efectuem a diligência mínima para """"casar em segredo"""".São imediatamente reencaminhados por Esta Instituição Sagrada,para uma união de facto ou irem viver juntos,ai sim,é expectável que tentem os segredos que quiserem..
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A Cerimónia do Casamento,Virtualmente,não se pretende íntima no sentido de não a dar a conhecer aos demais cidadãos integrantes da Sociedade,pretende-se íntima,QUANTO ao SENTIMENTO dos NOIVOS,pois no Casamento Virtual,TEM de HAVER TESTEMUNHAS e o Nosso Sistema Discriminativo QUER APURAR que HOUVE CONVITES POR PARTE dos NOIVOS,para que os cidadãos SOUBESSEM das DATAS e assim mais facilmente PUDESSEM ESTAR PRESENTES se QUISESSEM ,MESMO PARA FALAREM ALTO,CASO SAIBAM DALGUM MOTIVO PELO QUAL JULGUEM QUE O CASAMENTO NÃO POSSA SER CONCRETIZADO.Parece que este casal real,receou qualquer coisa nesse aspecto...ou noutro..
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Seja como for,a vossa discriminação real fragilíssima e atraente por excelência do erro,"""""casa""""" praticamente qualquer casal ou até...........par.
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O mundo real fica então a par da opinião dele((clarificador virtual)),sobre esta ocorrência :Virtualmente,este NÃO se TRATA de um Casamento.
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Clarificação virtualmente concluída.