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Pessoas com tipo sanguíneo O têm menor risco de ataque cardíaco

21 de Agosto, 2012
Estudo americano revela que pessoas com sangue tipo O têm menos probabilidade de desenvolver doenças cardíacas do que as que pertencem ao grupo sanguíneo AB, sendo estas mais susceptíveis a problemas.

Segundo uma pesquisa realizada pela Escola de Saúde da Universidade de Harvard, em Boston, as pessoas com o tipo sanguíneo mais raro, o AB, são mais propensas a doenças do coração. Estas enfrentam mais 23 por cento de probabilidade de virem a sofrer de doenças cardíacas do que as pessoas com o tipo sanguíneo O.

A investigação também avaliou as condições dos outros grupos sanguíneos, A e B. Concluiu que, para pessoas com sangue do tipo B, o risco de doenças cardíacas aumenta em 11%, e para pessoas com sangue tipo A, o aumento é de 5%.

Para compreender melhor estas probabilidades, os responsáveis pelo estudo vão agora analisar como é que os grupos sanguíneos reagem a um estilo de vida mais saudável. Os resultados poderão ajudar os médicos a perceber ao certo quem tem maior risco de desenvolver doenças cardíacas.

A pesquisa já feita baseou-se em dois grandes estudos efectuados nos Estados Unidos, um que envolveu 62.073 mulheres e outro 27.428 pessoas adultas. Os participantes tinham entre 30 a 75 anos e foram acompanhados durante 20 anos.

Os investigadores ainda não conseguiram esclarecer se as descobertas podem ser aplicadas a outros grupos étnicos, dado que a pesquisa apenas se restringiu, na sua maioria, a pessoas de etnia caucasiana.

Desta avaliação concluiu-se que o grupo sanguíneo AB está ligado às inflamações, capazes de causar danos nas artérias. Já o tipo sanguíneo A está associado ao mau colesterol, o LDL, responsável por bloquear as artérias. Os possuidores do sangue tipo O podem beneficiar de maior quantidade de um elemento químico que contribui no fluxo sanguíneo e na coagulação.

Pensa-se que este estudo poderá, com a aquisição de bons hábitos de vida, vir a prevenir o risco de ataques cardíacos e outras doenças do coração.

SOL




2 Comentários
DownWithNewWorldOrder
21.08.2012 - 17:20
É curioso darem este estudo da universidade de Harvard e não outros vindo da mesma universidade, tais como o último estudo sobre o flúor que pelos vistos origina uma diminuição do QI e cancro.

Dava jeito também informarem quando se trata de algo que as pessoas realmente consideram um beneficio, pois não é....
com tanta adição de flúor nas águas públicas, nas comidas para bebés e nas pastas de dentes é natural que o QI de uma inteira população fique ao nível da apatia e ignorância.

http://www.reuters.com/article/2012/07/24/idUS127920+24-Jul-2012+PRN20120724

Não têm de quê pelo serviço público...
casainicioArmaGedom
21.08.2012 - 16:57
vai tudo correr para as transfusões sanguíneas


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