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Bairro do Panda ao vivo e a cores

15 de Março, 2013
Poucos imaginariam que o Pavilhão de Portugal se tornasse num parque de diversões, uma mini-cidade dedicada a uma das personagens preferidas da pequenada. O Panda, que dá nome ao canal que o celebrizou, mudou-se para o Parque das Nações, em Lisboa, e abre as portas do seu bairro aos fãs de palmo e meio e não só...

No início do mês, o Canal Panda abriu as portas do seu bairro aos fãs de palmo e meio. Para matar a curiosidade de como é a vida do panda fora do pequeno ecrã, o canal apostou num parque de diversões que mostra ao vivo e a cores a vida e os hábitos deste animal transformado em ícone. «A raiz deste parque temático decorre do sucesso do próprio programa: Bairro do Panda. As crianças perguntavam-nos muito – através do nosso site – como é a vida do panda, quem é que vive no seu bairro, como é a sua escola», refere Isabel Mimoso, directora do canal.

Por isso não é de estranhar que os visitantes encontrem o Cascas, o Crocas, o Riscas, o Juba, o Micas, o Panças, o Kinkas, o Pintas, a Professora Rita, a Tia Catarina, o Troca Tintas ou o Guilherme. São eles os residentes deste parque e colaboram nas muitas actividades desenvolvidas ao longo do dia. Entre elas estão a ‘Hora do Conto’, pinturas faciais, ateliês de agricultura e hábitos de vida saudável, aulas de dança e o tão aguardado espectáculo da banda do Panda. Mas os pais também não foram esquecidos...

Se é verdade que este parque de diversões está talhado para as crianças a partir de um ano, a verdade é que as famílias têm uma área reservada para si. Enquanto os filhos, netos, sobrinhos ou afilhados brincam nos 1.500 metros quadrados do parque com o apoio de 50 monitores, há uma zona de esplanada ao ar livre e um bar de apoio onde os ‘mais velhos’ podem «descansar, ler um livro ou aproveitar o sol sem se preocuparem», refere António Nobre, director da Lemmon, que produz em parceria com o Canal Panda esta iniciativa.

Este Bairro do Panda ao vivo pretende respirar um ambiente tranquilo, sem grandes confusões. Para evitar avalanches, estão previstas três sessões por dia. «Uma das 10h às 12h30, outra das 13h30 às 16h e, por fim, das 16h30 às 19h. É um espaço grande, com 1.500 metros quadrados, e para que todos possam usufruir dele e estar à vontade, com segurança, quisemos estabelecer o limite de 300 pessoas, por sessão, afinal a lotação máxima», adianta ainda António Nobre. Isto significa que uma família pode escolher qualquer um destes horários, sabendo que duas horas e meia depois as actividades terminam para dar lugar a um novo grupo de visitantes.

E o que se pode encontrar neste enorme bairro? António e Isabel explicam: «À chegada há uma zona de boas-vindas com a bilheteira, segue-se uma área de merchandising onde se podem encontrar todos os produtos do Bairro do Panda. Depois de se entrar no bairro propriamente dito, encontra-se a zona de esplanada dedicada às famílias que é apoiada por fraldários, casas de banho e microondas para os pais poderem aquecer a comida dos filhos». É então que a pequenada entra onde interessa: «Os miúdos vão encontrar aquilo que estão habituados a ver na televisão e cada área tem uma série de actividades associadas. Na praça central, vão encontrar um palco onde vão ter lugar os espectáculos, o panda gym, o panda dança e o panda hip hop». Mas as atracções não ficam por aqui. Há ainda a casa e a escola do Panda, além de uma zona de pátio interior com insufláveis, um banco onde podem levantar moedas de ouro, um programa de rádio em que podem participar, além de um jardim interactivo. E para quem possa achar que duas horas e meia são curtas para tudo isto, António avança: «a ideia é as famílias voltarem uma e outra e outra vez».

patricia.cintra@sol.pt




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