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Fundada em 2018 com o nome Boost IT, a Emagine Portugal ultrapassou as fronteiras físicas do retângulo nacional e está hoje presente em mais de 30 países. Com sede em Lisboa e uma faturação que cresceu de um para 34 milhões de euros em apenas seis anos, a tecnológica é símbolo da inovação e do talento português aplicado à tecnologia global, e faz, desde janeiro de 2024, parte do grupo dinamarquês que agora lhe dá nome. “A nossa visão foi sempre voltada para as pessoas e para um mercado mais tecnológico”, afirma Fábio Rosa, Business Unit Director da Emagine Portugal, que marcou presença em mais um episódio do podcast ‘The Best of Portugal’. Segundo o responsável, a empresa nasceu da vontade de “criar um impacto imediato no mercado” e de se afastar do modelo tradicional de consultoria.
Ao longo do percurso da ainda jovem Emagine Portugal, Fábio Rosa destaca três marcos que, na sua opinião, foram fundamentais para o crescimento e o sucesso da empresa. O primeiro foi, logo no início, a conquista de um grande cliente dinamarquês, que permitiu à empresa criar um digital hub em Portugal. “Foi esse cliente que nos trouxe a robustez e o reconhecimento que queríamos desde o início”, explica Fábio Rosa. O segundo marco aconteceu em 2023, com a criação da holding que agregou as diferentes empresas do grupo, aumentando a eficiência e a capacidade de resposta. Finalmente, em 2024, a Boost IT foi adquirida pelo grupo dinamarquês Emagine, passando a integrar um universo com presença em 13 mercados e 30 escritórios.
Esta integração, conta o responsável, surgiu de forma natural. “A Emagine já era nosso cliente. Com o tempo percebemos que partilhávamos os mesmos valores, ideias e objetivos. Foi um casamento perfeito.” A aquisição abriu as portas a novos projetos e a uma atuação mais forte a nível internacional. “O modelo Best Store permite-nos entregar, em conjunto com o grupo, a melhor solução ao cliente, independentemente da geografia.”
Mas nem tudo foi fácil. A pandemia foi um dos grandes desafios que a empresa enfrentou. “A nossa primeira preocupação foram as pessoas. Garantimos que cada colaborador tinha as condições para trabalhar a partir de casa e mantivemos contacto próximo com todos os clientes”, recorda Fábio Rosa. Ainda assim, a empresa não só sobreviveu como cresceu nesse período. Outro desafio recorrente é a necessidade de adaptação a um setor em constante transformação. “O mercado tecnológico é dinâmico e competitivo. Mas com uma boa equipa, tudo se consegue.”
Cultura de pessoas, para pessoas
A cultura organizacional centrada nas pessoas é uma das principais razões para o sucesso. “Desde o início fugimos ao modelo tradicional de body shopping, ou seja, de terceirização das operações. Trabalhamos a retenção, a proximidade com os colaboradores e os clientes. Temos relações de amizade com muitos clientes”, destaca. A empresa investe ainda em eventos, acompanhamento personalizado, formação e pequenos gestos que o Business Unit Director acredita que “fazem a diferença”.
A responsabilidade social também faz parte da identidade da Emagine. “Participamos em iniciativas solidárias, como a corrida das mulheres, ou doações para o Banco Alimentar. Estamos a criar um departamento específico para causas sociais”, adianta.
No plano tecnológico, a empresa aposta em três tendências principais: inteligência artificial, arquitetura composable (um novo paradigma no desenvolvimento de software), e a convergência entre tecnologia e sustentabilidade. “Queremos evoluir para um modelo mais tech-driven, mais automatizado, e contribuir para soluções mais eficientes do ponto de vista energético.”
O futuro da Emagine Portugal também é ambicioso. Até 2030, o objetivo é ultrapassar os mil colaboradores em território nacional e consolidar a integração no modelo One Emagine. “Queremos ser a melhor empresa do setor e ombrear com as grandes consultoras internacionais. Portugal tem qualidade para isso”, conclui Fábio Rosa.