"Nós não temos uma posição nem de contestação sistemática ou de subserviência"

Rangel diz que PSD e CDS bateram o pé a Merkel

O cabeça de lista da Aliança Portugal, Paulo Rangel, afirmou esta quarta-feira que a maioria PSD/CDS-PP "bateu o pé" a Angela Merkel, para uma união bancária "muito mais ambiciosa", assumindo uma "atitude irreverente" ou cumpridora conforme o interesse nacional.

Rangel diz que PSD e CDS bateram o pé a Merkel

"Fomos nós que batemos o pé à senhora Merkel. Nem todos sabem disso, mas é preciso que se diga que, na união bancária, foi Portugal o primeiro e o único país a dizer que queria uma união bancária diferente", afirmou Paulo Rangel.

Perante apoiantes num almoço em Mafra, o primeiro candidato da coligação PSD/CDS-PP argumentou que com essa atitude Portugal liderou "uma mudança", entre dezembro e março, para "uma união bancária muito mais ambiciosa, muito mais arrojada, muito mais amiga daqueles países que estavam em dificuldades".

O cabeça de lista da coligação PSD/CDS-PP disse que a maioria teve esta "atitude irreverente" e "proactiva", porque "esse era o interesse de Portugal".

"Claro que quando o interesse de Portugal é cumprir, nós também cumprimos. É por isso que nós dizemos: nós não temos uma posição nem de contestação sistemática ou de subserviência. Nós temos uma clara posição de defesa dos interesses nacionais na Europa", afirmou.

Lusa / SOL

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