Sociedade

'Assumo que tive uma falha ética'

“Assumo que tive uma falha ética nas campanhas eleitorais e fui omisso em informações que deveria ter prestado a instâncias judiciais”. Foi com esta declaração de Isaltino Morais aos serviços do Estabelecimento Prisional da Carregueira que as juízas do Tribunal da Relação de Lisboa ficaram convencidas de que o ex-autarca de Oeiras está arrependido dos crimes que cometeu, de fuga ao fisco e branqueamento de capitais, e pode ficar em liberdade condicional. Está apenas impedido de sair do país até expirar (em Abril de 2015) a pena de dois anos a que foi condenado.

As desembargadoras Alda Tomé Casimiro e Filomena Lima defendem, no acórdão, que o ex-autarca de Oeiras “revela consciência crítica” dos seus erros. Por isso, decidiram dar luz verde à sua libertação, na terça-feira, ao fim de 14 meses na prisão. 

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joana.f.costa@sol.pt