Desporto

Sai Dunga, entra Dunga. Outra vez seleccionador do Brasil

Dunga regressa a casa, foi esta terça-feira apresentado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). E o que fez ele quando esteve lá? Foi campeão de coisas menores como a Taça América em 2007 e a Taça das Confederações em 2009 e caiu em coisas maiores como na meia-final dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, e nos quartos-de-final do Mundial da África do Sul, em 2010.


E por que voltou?

Para resgatar a imagem da selecção do Brasil após a humilhante participação no Mundial de 2014 e liderar o projecto para o Mundial de 2018, na Rússia.

Aos 51 anos, o capitão do tetra volta ao cargo para substituir o seleccionador do penta.

Luiz Felipe Scolari não resistiu aos maus resultados no Campeonato do Mundo, depois das goleadas sofridas antes a Alemanha (7-1) e para o terceiro lugar com a Holanda, 3-0. Terminando com o sonho da conquista do hexa em casa.

Dunga comandou o Brasil de 2006 até 2010 e volta agora após um interregno de quatro anos.

Na sua primeira passagem, quando foi anunciado para o cargo a seguir ao Mundial de 2006, na Alemanha, Dunga disputou 60 jogos com a selecção principal, obtendo 42 vitórias, 12 empates e seis derrotas, com 76,7% de aproveitamento dos pontos.

O reinado acabou com a Holanda, tal como o de Scolari. Em 2010, o Brasil foi eliminado nos quartos-de-final pelos holandeses, agora saiu no quarto ligar, ao perder o terceiro para a selecção “laranja”.

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