Sociedade

João Gil e Luís Represas cantam missa em latim no Funchal

Os cantores João Gil e Luís Represas vão cantar, em latim, na missa solene que marca o encerramento do congresso sobre os 500 anos da Diocese do Funchal.


A missa de acção de graças acontece no próximo dia 21 de Setembro (domingo), pelas 11 horas, na Sé Catedral do Funchal. A Diocese do Funchal assinala este ano 500 anos e o ponto alto é o congresso, que se inicia amanhã e decorre até sábado no casino da Madeira. Pelo congresso – intitulado “A primeira Diocese Global: História, Cultura e Espiritualidades” – vão passar grandes vultos da cultura, como Edgar Morin.

O professor parisiense falará amanhã sobre “Antigas e novas instituições globais: hipermodernidade e o futuro da cultura e da religião”, num painel em que intervirão ainda Marcelo Rebelo de Sousa e Guilherme D’ Oliveira Martins.

O cardeal Patriarca de Lisboa (D. Manuel Clemente), o presidente do Governo Regional (Alberto João Jardim), o bispo do Funchal (D. António José Cavaco Carrilho, primo ‘afastado’ de Cavaco Silva) e o reitor da Universidade da Madeira tomarão parte na sessão de abertura do congresso cuja comissão científica é liderada pelo professor da Universidade de Lisboa, José Eduardo Franco.

O auditor do Tribunal da Rota Romana, Manuel Saturino da Costa Gomes, os professores Bernard Vincent e Pierre-Antoine Fabre (da mesma escola parisiense de Edgar Morin), o padre António Rego, o vice-presidente da Assembleia da República, Guilherme Silva, o bispo emérito da Diocese de Évora, D. Maurílio de Gouveia, e José Tolentino Mendonça (poeta que leva ao congresso a provocatória palestra ‘E se, acerca de Deus, escutássemos Herberto Hélder?’) são outros nomes que intervirão no congresso.

A Diocese do Funchal foi a primeira da Igreja Católica instituída fora da Europa, na sequência dos Descobrimentos. Foi criada a 12 de Junho de 1514 por acção do Papa Leão X através da Bula ‘Pro excellenti praeeminentia’.

O congresso abordará diversos temas como o povoamento, a evangelização, a religiosidade popular, o estatuto de arquidiocese, espiritualidades, carismas e congregações, educação, mobilidade social, política, figuras e obras relevantes. Entre as várias iniciativas para assinalar os 500 anos da Diocese do Funchal está prevista a inauguração de um monumento alusivo à data, no Funchal.

 

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