Politica

António José Seguro diz estar “muito, muito satisfeito” com a campanha

O candidato às primárias do PS António José Seguro afirmou hoje, durante uma arruada em Vila D´Este, Vila Nova de Gaia, estar “muito, muito satisfeito” com a campanha realizada e a adesão das pessoas.

“Estou também muito satisfeito pelo facto de ter havido mais de 150 mil portugueses que se inscreveram para participar num acontecimento histórico, que é o facto de um partido, pela primeira vez em Portugal, aderir à participação de simpatizantes na escolha do candidato a primeiro-ministro”, afirmou, rodeado de uma centena de apoiantes.

Distribuindo beijos e abraços a quem o interpelava, António José Seguro garantiu estar “cheio de força” e “nada cansado”.

O candidato às primárias do PS referiu ter escolhido Vila Nova de Gaia para encerrar a campanha por se sentir “bem” a norte e para agradecer ao actual presidente, Eduardo Vítor Rodrigues, a vitória nas eleições autárquicas.

“Amanhã [sábado] vou estar com a família”, confidenciou.

A caminho do pavilhão municipal Professor Miranda de Carvalho, em Vila D´Este, onde se vai realizar o jantar de encerramento da campanha, António José Seguro ia ouvindo palavras de apoio: “Vamos pelo Seguro”, “Estou confiante na sua vitória” ou “Você merece ser primeiro-ministro”.

Apesar do barulho de um grupo de bombos, o socialista conseguiu dizer às crianças que o seguiam e lhe pediam beijos e apertos de mão para “brincar, mas estudar muito também”.

“Você chama-se António José Seguro, eu sei, vejo-o muito na televisão”, dizia ao candidato, Diogo de 11 anos.

As eleições primárias no PS realizam-se no domingo e destinam-se a escolher o candidato do partido a primeiro-ministro.

Nestas eleições, poderão votar os cerca de 90 mil militantes do PS (quer tenham ou não as quotas em dia) e os simpatizantes que se tenham registado para o efeito até dia 12 de Setembro, cerca de 150 mil.

No total, de acordo com a Comissão Eleitoral, presidida pelo socialista Jorge Coelho, o universo eleitoral atingirá mais de 240 mil cidadãos.

Lusa/SOL