Tecnologia

Pokémon chega aos smartphones

O seu nome, Pokémon, não é mais que é uma abreviatura da marca Poketto Monsutā, título original e que significa pocket monster. Criados por Satoshi Tajiri no ano de 1995, são pequenas figuras de ficção, alguns semelhantes a animais e repletos de poderes ou truques. E o sucesso começou com o jogo para o Game Boy original: o jogador podia escolher a sua personagem preferida, desenvolvê-la, ensiná-la e desafiar outros Pokémon.

Daí até ao sucesso foi um pulo! As cores e bonecos cativantes ‘agarraram’ crianças, pais e famílias e, atualmente, a marca Pokémon já se encontra em jogos, revistas, brinquedos, cartas colecionáveis, séries de televisão e até filmes.

E agora é anunciado que chegam às ruas, podendo ser jogado através de um smartphone ou tablet, a partir do próximo ano.

Na demanda em continuar o sucesso do título, a Nintendo anuncia uma aventura inédita, um passo em frente: chama-se Pokémon GO e é uma nova e interativa aventura. O objectivo é idêntico: procurar e apanhar Pokémons para os treinar, mas agora no mundo real. Falamos de 721 monstrinhos nas ruas à espera de serem capturados ou desafiados.

A interação promete ser fácil através do Pokémon GO Plus,  um dispositivo com semelhanças de um relógio que, através da localização geográfica do jogador, notifica através de luz LED e vibração à medida que o jogador se aproxima do ‘monstro’.

Imprescindível é um smartphone ou tablet (Android e iOS) onde podemos instalar o jogo e, através de bluetooth, recebermos mais notificações sobre eventos, Pokémons nas imediações ou desafios.

Este projecto nasceu de uma parceria entre a Nintendo e a Niant, uma empresa fundada por John Hanke, o co-criador do Google Earth que já havia criado a Ingress, uma MMO de realidade aumentada que recorre aos dados do GPS nos smartphones.

A chegada ao mercado está prevista para 2016. O jogo será gratuito, mas obriga a compras dentro da aplicação.

oscar.rocha@sol.pt