Politica

Maria de Belém Roseira apresenta candidatura à Presidência

A ex-presidente do Partido Socialista (PS) e antiga ministra da Saúde, Maria de Belém Roseira, apresenta hoje a sua candidatura à Presidência da República, em Lisboa.

A apresentação decorrerá no Centro Cultural de Belém, às 18h00, sendo esperadas figuras do PS como Manuel Alegre ou Vera Jardim, além de elementos do seu grupo de apoio, afirmou fonte da candidatura à agência Lusa.

Desse grupo contam-se nomes como o médico Joshua Ruah, a farmacêutica e professora universitária Ana Paula Martins, a médica e professora universitária Maria do Céu Santo, o diretor comercial Paulo Marques, a técnica de 'marketing' Joana Santos e a assistente social Vânia Dias.

Maria de Belém Roseira, 66 anos, foi ministra da Saúde e da Igualdade em governos de António Guterres (1995-2000) e ex-presidente do PS (2011-2014) durante a liderança de António José Seguro.

O anúncio da intenção de candidatura a Belém foi feito a 17 de agosto pela própria, mas o seu nome já havia sido lançado para uma candidatura a Presidente da República numa reunião da Comissão Política do PS pela eurodeputada socialista Ana Gomes e por elementos do partido ligados ao anterior secretário-geral António José Seguro.

"Apresentarei publicamente a minha candidatura após as eleições legislativas de 04 de outubro", dizia Maria de Belém numa nota, na qual acrescentava que já tinha comunicado a sua intenção ao secretário-geral do PS, António Costa.

No momento em que anunciava a sua intenção de se candidatar, o secretário-geral do partido respondia a perguntas de telespetadores na SIC Noticias.

Na noite das eleições de 04 de outubro, Maria de Belém escusou-se a comentar a derrota do PS nas eleições legislativas, explicando que desde que se apresentou como candidata à Presidência da República deixou de intervir na vida interna do partido.

A Comissão Política Nacional do PS decidiu conceder liberdade de voto aos socialistas na primeira volta das eleições presidenciais entre os candidatos do seu espaço político, para já, Sampaio da Nóvoa e Maria de Belém.

Lusa/SOL