Economia

PT Portugal. Receitas recuam 1,5% em 2016

Apesar da descida representa uma melhoria face ao ano anterior, altura em que as receitas desceram mais de 7%

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As receitas da Altice em Portugal desceram 1,5% para 2.311 milhões de euros em 2016. Mas apesar desta queda, as receitas tiveram um desempenho melhor do que no ano anterior quando recuaram 7,3%, revelam os dados da operadora. Segundo a mesma, excluindo o impacto regulatório, como a descida das terminações móveis, a receita diminuiu 0,5%.

O EBITDA ascendeu a 1.089 milhões de euros, o que representou crescimento de 12,5%, enquanto a margem EBITDA cresceu de 41,2% para 47,1%. Já p cash flow operacional cresceu 8,2% para os 689 milhões de euros apesar do forte investimento em fibra.

A operadora registou um crescimento de receitas de 0,5% face ao período homólogo, para os 580 milhões de euros, “suportado numa melhoria sustentada de todos os segmentos de negócio e invertendo a tendência que se verificava há 32 trimestres”, revela a operadora que explica também que “excluindo o impacto regulatório, nomeadamente a descida das terminações móveis, a receita cresceria 1.3% no trimestre”. E a PT explica esta tendência: “esta inversão positiva nas receitas está alicerçada numa estratégia transversal ao Grupo Altice, que assenta na convergência e numa oferta best-in-class ancorada em inovação, investimento e experiência do cliente”.

Para Paulo Neves, chairman e CEO da PT Portugal: “ 2016 foi um ano de consolidação para o Grupo Altice, que se afirma hoje como uma multinacional líder, convergente em telecomunicações e media. Os resultados que hoje apresentamos em Portugal, a par do que se verificou em França e o forte desempenho nos EUA, mostram uma clara inversão na tendência de queda de receitas que se verificava há 32 trimestres, e são a prova que em menos de dois anos, a estratégia adotada pela Altice permitiu à PT retomar o caminho do crescimento. Através de ofertas únicas, pioneiras e reconhecidas pela sua excelência tecnológica, através de uma aposta concertada na inovação, no investimento e na qualidade de serviço, em paralelo com uma disciplina de custos exigente, mostrámos que é possível crescer de novo.”