Politica

1º de Maio. Os cravos de abril abriram maio [Fotogaleria]

Os sindicatos saíram à rua, mas nao foi em protesto, foi em celebração. Era o dia dos trabalhadores. E a esquerda da 'geringonça' acompanhou.

João Porfírio
João Porfírio
João Porfírio
João Porfírio
João Porfírio
João Porfírio
João Porfírio
João Porfírio
João Porfírio
João Porfírio
João Porfírio
João Porfírio

Uma manifestação da CGTP tornou a ser coisa mais rara e o povo juntou-se para ver - e participar.

Bandeiras da república, cravos de Abril ainda rubros da semana passada, Bloco de Esquerda, Partido Comunista Português e megafones - mas em festejo, não em protesto contra um governo. Afinal de contas, já nem é a direita a governar.

Na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, a grande central sindical concentrou-se para ouvir o seu secretário-geral, Arménio Carlos. Diante da Fonte Luminosa em que Mário Soares disse, noutros tempos, cobras e lagartos sobre o comunismo e seus seguidores, Arménio Carlos proclamou a crise do capitalismo e os crimes do imperialismo norte-americano.

Nada de novo, portanto. Nem mesmo o namoro da coordenadora do Bloco, Catarina Martins, com os sindicatos, sempre respeitando o PCP. No fim, Catarina levou um beijinho de Arménio Carlos. E foram todos felizes, trabalhadores e contentes para casa.