G20

Comércio externo em ritmo elevado

O comércio externo de mercadorias cresceu no primeiro trimestre nos países do G20 ao ritmo mais elevado desde o segundo semestre de 2011. 

De acordo com dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), as exportações do grupo dos 20 países mais desenvolvidos do mundo (G20) aumentaram 3% entre janeiro e março. Nos últimos três meses de 2016 o crescimento tinha sido de 1,5%.

Já as importações aumentaram 4% nos primeiros três meses do ano, quando no último trimestre de 2016 tinha sido de1,2%.

As melhorias no primeiro trimestre foram maiores em alguns dos países emergentes que fazem parte do G20, e sobretudo no Brasil. Aqui as exportações aumentaram 21,5e as importações 9,1%.

Também as vendas da Rússia ao exterior aumentaram 13,6%, enquanto as compras registaram um acréscimo de 7,6%.

Juntamente com os referidos emergentes, constataram-se fortes acréscimos das exportações da Austrália (7,2%) e da Coreia do Sul (5,7%).

Os acréscimos das exportações foram menos pronunciados no Reino Unido (3,3%), no Canadá (2,9%), nos Estados Unidos (2,7%) e no Japão (2,5%). À exceção de França, onde houve um decréscimo de 2,4%, todos os outros países do G20 aumentaram as exportações.  

As importações aumentaram em todas as economias do G20 no primeiro trimestre e registaram a maior taxa de crescimento na China (9,6%).

A China - o primeiro exportador mundial, com 556800 milhões de dólares (à frente dos 380700 milhões de dólares dos EUA dos 332700 milhões de dólares da Alemanha) – é também o segundo importador, com 462800 milhões de dólares.

A liderar os países importadores estão os EUA - 556.800 milhões de dólares – e a fechar o pódio está a Alemanha  com 268.300 milhões de dólares de compras ao exterior.