LifeStyle

Estes ‘maus’ hábitos afinal até fazem bem à saúde

E está tudo comprovado por estudos científicos

Todos nós temos maus hábitos. Seja acordar tarde ao fim de semana, dizer palavrões, deixar a loiça por lavar… Mas a verdade é que alguns hábitos que consideramos maus até fazem bem à saúde. E quem o diz é a ciência.

O site Body and Soul fez uma lista com alguns desses hábitos:

Ouvir música com o volume alto: um estudo da universidade de Manchester confirma – ouvir música alta ajuda-nos a sentirmo-nos mais felizes.

Beber café: as mulheres que bebem quatro ou mais cafés por dia têm 20% menos risco de sofrer de depressão, revela um estudo de Harvard.

Mandar SMS em vez de telefonar: 53% dos adolescentes e 51% dos adultos norte-americanos consideram que este hábito ajuda a melhorar as relações.

Coscuvilhar: os grupos de pessoas que não veem mal nenhum na chamada ‘cusquice amigável’ funcionam melhor do que aqueles que condenam este comportamento, diz um estudo da Universidade de Standford.

Jogar videojogos: vários estudos dizem que este hábito ajuda a aliviar o stress e a dor.

Usar ‘muletas’: Aquelas palavras irritantes que usamos sempre durante as conversas afinal têm uma excelente finalidade – segundo um estudo da Universidade de Illinois, ajudam a outra pessoa a lembrar-se do que você está a dizer.

Dizer palavrões: um estudo da Universidade de Keele mostra que quem tem este hábito consegue suportar a dor 50% mais do que os restantes.

Comer chocolate: As pessoas que comem mais chocolate têm 37% menos risco de desenvolver problema cardiovasculares e menos 29% de hipóteses de sofrer um AVC, revela uma investigação publicada no British Journal. Mas atenção: este estudo só teve em conta chocolates com pelo menos 70% de cacau.  

Viver no meio da desarrumação: uma investigação da Escola de Gestão Carlson, da Universidade do Minnesota, revela que as pessoas que vivem em ambientes desarrumados são 28% mais criativos do que as restantes.

Mascar pastilhas: Este hábito melhora o pensamento e o estado de alerta, revela um estudo da Universidade Cardiff, no País de Gales.