Desporto

Messi: "Candidatos ao Mundial? Brasil, Alemanha, Espanha e França"

O astro argentino considera que os espanhóis são o adversário mais indesejado para a Argentina

Lionel Messi já tem bem definidos os adversários que não quer enfrentar no próximo Mundial. E com uma equipa específica à frente de todas as outras: Espanha. "Queríamos evitá-los nos grupos porque seria um adversário muito difícil. Os candidatos são Espanha, Brasil, Alemanha e França", considerou o astro argentino, em declarações à TyC Sports.

A Argentina, recorde-se, sofreu muito para chegar ao Mundial, apurando-se apenas na última jornada. Para Messi, seria impensável um campeonato do mundo sem a seleção das pampas. "É verdade que pensei que nos classificássemos mais cedo. Mas não podíamos ficar fora do Mundial. Pensei que nos íamos classificar mais cedo", admitiu Messi, deixando elogios à liderança de Jorge Sampaoli, técnico que pegou na equipa antes dos jogos decisivos e conseguiu o apuramento.

No que respeita às hipóteses da Argentina na prova na Rússia, Messi faz apenas uma promessa. Ou duas, na verdade. "Ganhar o Mundial é tudo o que queremos. Se conseguirmos, prometo ir a andar para San Nicolás [cidade da província de Buenos Aires que é um local de peregrinações]", atirou o jogador do Barcelona, considerando que a Argentina merecia ter ganho duas das três finais que perdeu desde 2014 - o Mundial desse ano e as Copas América de 2015 e 2016.

O capitão da seleção argentina garantiu ainda não ter qualquer peso nas convocatórias, refutando as alegações de que Mauro Icardi, capitão e goleador do Inter de Milão, raramente é chamado por sua causa. "É uma falta de respeito que digam que jogam os meus amigos. É mentira que eu controle a seleção. Nunca pus nem tirei um jogador da seleção e nunca vou fazê-lo", salientou. Na mesma entrevista, Messi abordou ainda o seu futuro e admitiu ter o sonho de um dia regressar ao Newell's Old Boys, o clube onde começou a sua formação no país natal e de onde saiu com apenas 13 anos para rumar ao Barcelona: "É um sonho pendente, não sei o que pode acontecer, mas a vontade de jogar no futebol argentino existe."