Politica

Sonangol. Isabel dos Santos apresenta números em sua defesa

Isabel dos Santos despediu-se de colaboradores lembrando “dias dramáticos” de há 17 meses. João Lourenço quer começar a construir outra refinaria em 2018 para reduzir importação

Sem nomear qualquer alvo para as suas palavras, apenas fazendo uma retrospetiva porque “a memória é curta”, Isabel dos Santos despediu-se ontem dos altos quadros da Sonangol, lembrando que a empresa petrolífera angolana estava em “quase pré-falência” quando a empresária nela entrou há 17 meses, nomeada pelo pai, o então presidente José Eduardo dos Santos.

“A memória é curta, mas para fazer lembrar, nós quando chegámos cá, esta empresa estava numa situação difícil”, disse a empresária angolana que é acionista em Portugal, entre outras empresas, da Galp. Estava “numa situação que se poderá considerar de quase pré-falência”, acrescentou.

“Eram dias dramáticos. Havia momentos em que sabíamos coisas e tínhamos medo até de partilhar convosco, porque não queríamos que percebessem o quão dramática era a situação da nossa empresa. Mas, bom, estes dias foram melhorando, muito graças aos vossos esforços, muitas das iniciativas vieram do vosso lado”, afirmou.

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