Cultura

Ambiente. Centenas de festivaleiros adotaram árvores durante o NOS Alive

Iniciativa da EDP tem como objetivo reflorestar as regiões afetadas pelos incêndios do ano passado

Festivais de verão são sinónimo de música, calor (bem, este ano nem por isso...) e muita diversão. Mas podem também ser uma altura para alertar os mais distraídos e chamar a atenção dos festivaleiros para questões importantes.

Foi exatamente isso que a EDP decidiu fazer. Há nove anos presente no NOS Alive, a elétrica portuguesa marcou presença no festival e desta vez teve uma ação de sensibilização que marcou a diferença: o objetivo era reflorestar as regiões afetadas pelos incêndios de 2017.

Quem explica a iniciativa é Ana Sofia Vinhas, diretora de marca, patrocínios e eventos da EDP: “uma brigada EDP percorreu o recinto do festival à procura de pessoas que queriam juntar-se a esta causa e adotar uma árvore”, no âmbito de uma ação voluntária de reflorestação promovida pela empresa em parceria com a Associação Semente e a Médicos do Mundo.

A equipa que esteve percorrer o NOS Alive estava vestida a rigor, com um estilo irreverente, para não passar despercebida junto dos festivaleiros. A empresa tinha como objetivo chegar às 300 árvores adotadas ao longo dos três dias de festival, mas como a meta foi alcançada logo no primeiro dia, a elétrica portuguesa comprometeu-se a duplicar o número total de ‘adoções’ conseguidas durante esta iniciativa.

Esta ação vem no seguimento da resposta que a EDP tem dado nas regiões afetadas pelos incêndios do último ano, nomeadamente através de ações de voluntariado de reflorestação, através das quais já foram plantadas cerca de 4.000 árvores.

A diretora da marca, patrocínio e eventos da EDP afirma que “a ideia surgiu da necessidade de alertar as consciências” porque “faz parte do nosso ADN preocuparmo-nos com a questão da sustentabilidade”.

No NOS Alive, no topo do stand da EDP, foram também colocados 12 painéis solares que forneceram energia a algumas das iniciativas da marca no festival.


Carmen Guilherme e Edilson Coutinho*
Editado por Joana Marques Alves