LifeStyle

Insufláveis. Há um novo animal prestes a invadir as fotografias de verão

Depois dos flamingos e dos unicórnios, parece que o simpático lama será a nova tendência. Os insufláveis, esses, é que parecem ter vindo para ficar. 

No mundo das tendências tudo é possível. E nem o reino animal fica de fora: os últimos ícones que marcaram presença em objetos de decoração, vestuário e acessórios vão desde corujas a mochos, flamingos e unicórnios, e, mais recentemente, os pinguins. Em Portugal o verão ainda não acabou e a moda dos insufláveis gigantes e coloridos, que tem sido uma febre mundial, aparece cada vez mais nas fotografias da estação mais quente do ano. Certo é que desde famosos a pessoas menos conhecidas, quem é dono de um animal que ganha vida através do ar, partilha, qual ritual, a boia gigante em fotos pela internet fora. Mas será que tinha coragem para posar ao lado de um lama? Segundo o jornal brasileiro A Redação, os lamas são mesmo a nova tendência que vai invadir as piscinas e não só. Apesar de já estarmos a meio do mês de agosto - e, muito provavelmente, a nova tendência só chegar às praias portuguesas no próximo verão - esta nova moda não ficará apenas pelos insufláveis. Estende-se também a outros objetos como por exemplo tapetes, roupas ou ainda porta-joias com a forma do animal. Será este o fim dos pinguins, dos unicórnios e dos flamingos?

Tânia Martins, atriz - e fã da moda dos insufláveis - garante que tem uma coleção que gostava de aumentar. Um unicórnio, flamingo, concha e donut são alguns insufláveis com quem Tânia divide a piscina pessoal. Mas por enquanto, no que diz respeito aos lamas, afirma que ainda não viu a moda e que provavelmente não irá aderir. «Acho piada aos insufláveis que tenho pelos bonecos em si». 

Uma moda que não é consensual - mas é divertida

Manuel Coelho Baptista, que trabalhou como nadador-salvador, no último verão, no Dunas Douras Beach Club, no Algarve, conta que por lá «havia crocodilos, pizzas, emojis, flamingos, cisnes e pavões». O ex-nadador-salvador afirma que todos os dias a piscina enchia com os animais de ar. «Era possível termos uma piscina completamente tapada de insufláveis a boiar obrigando os clientes a terem de mudar para a [piscina] interior».Uma tendência de que não gosta particularmente: «Para me divertir com os meus amigos, uma boia simples é suficiente».

Diogo Gomes e Bárbara Sousa, ambos estudantes, também não se deixam deslumbrar pelos insufláveis gigantes. Diogo comprou um gelado há um ano e Bárbara um ananás no início do mês de junho. Ambos afirmam que não gostam dos insufláveis que «estão na moda», os tais flamingos e unicórnios, porque preferem estar deitados «a flutuar na água». 

Enquanto a tendência preconizada pela comunicação social brasileira não se instala, a moda dos flamingos, que começou em 2015 com uma fotografia da cantora norte-americana Taylor Swift - quando publicou no Instagram uma fotografia com o seu ex-namorado, o DJ Calvin Haris, em cima de um cisne insuflável - ainda não se extinguiu por completo. Por exemplo no Lolla Bar, em Curitiba (Brasil), as bebidas de verão são servidas numa boia em formato flamingo. E, por cá, a verdade é que os cisnes rosinhas continuam a ser pano de fundo do Instagram.