Politica

PGR. O tabu da rentrée

A um mês de acabar o mandato, a procuradora-geral da República até poderia estar disponível para continuar e a lei até permite a recondução. Mas Costa já deu sinais de que Marques Vidal não fará parte da lista de três nomes que levará a Belém para Marcelo escolher como  próximo PGR.

O mandato da atual procuradora-geral da República Joana Marques Vidal termina a 12 de outubro e, a pouco mais de um mês do fim, é já quase certa  a sua não recondução. O Governo, que terá de propor nomes ao Presidente da República, ainda não fechou o dossiê, mas António Costa já deu claros sinais de que não pretende reconduzir a atual PGR no cargo por mais seis anos - apesar de a lei permitir a continuidade. Em época pré-eleitoral, há uma leitura óbvia: o primeiro-ministro não arriscará levar nomes a Marcelo Rebelo de Sousa que possam ser rejeitados, o que causaria embaraço político. 

A verdade é que, não obstante ter recebido Joana Marques Vidal em Belém, no que pode ser interpretado como um sinal de que gostaria que fosse reconduzida, Marcelo Rebelo de Sousa faz tabu do tema tema da nomeação do próximo PGR. Belém diz que «a situação só se colocará em outubro».

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