Cultura

Tomás Taveira: ‘As Amoreiras foram a obra que me criou mais inimigos’

Já foi o arquiteto mais célebre e requisitado do país. Autor de ícones como as Amoreiras e o BNU, chegava a dar autógrafos na rua. Acabou por afastar-se dos holofotes, mas diz que não foi por causa do escândalo sexual, ‘página branca’ na sua vida. Alcantarense de gema, define-se como um arquiteto barroco e um homem simples.

Houve um período que ficou marcado pela divulgação de vídeos íntimos, o que talvez tenha até ditado parte do seu afastamento dos holofotes. Como é que hoje olha para trás?

Não quero falar sobre isso.

Mas o homem mudou ou não depois daquele episódio? O ter passado a estar longe dos holofotes também pode ter feito com que hoje ninguém o ligue às Amoreiras, ou não?

Não, não teve influência nenhuma. Nem internacionalmente. Nenhuma.

Não houve quem se tenha afastado de si?

Não me pergunte porque não sei, isso é uma página branca na minha vida.

Branca ou negra?

Branca, branca, branca, branca. Não está lá nada. Seria uma página negra se eu tivesse morrido. 

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