Sociedade

Marcelo expressa "alegria incontida" com a escolha de Lisboa para receber as JMJ em 2022

" A lusofonia e o falar-se português e o estar-se presente em todos os continentes em todo o mundo pesou na luta que foi muito difícil com outros candidatos a estas jornadas de 2022"

Depois de o Papa Francisco anunciar este domingo que Lisboa será o palco das Jornadas Mundiais da Juventude 2022, Marcelo Rebelo de Sousa disse estar a sentir uma “alegria incontida”.

"É uma alegria incontida e é começar a sonhar já e a projetar já o que se vai passar daqui a três anos e meio", referiu o Presidente da República, que se encontra na Cidade do panamá, citado pela agência Lusa.

"Acho que nós conseguimos, conseguimos todos, conseguimos nós portugueses, conseguiram naturalmente os católicos de Portugal, conseguiram os bispos católicos, conseguiu D. Manuel Clemente, cardeal-patriarca de Lisboa, mas conseguimos nós todos como povo e conseguimos nós que falamos português", acrescentou Marcelo, acrescentando ainda que "foi muito importante um argumento essencial para esta decisão, o ser um país que pudesse abrir para vários continentes e, nomeadamente, para África, porque é o único continente que ainda não teve as Jornadas Mundiais da Juventude".

Para o chefe de Estado, Portugal ser o segundo país lusófono a receber o evento, depois do Brasil, em 2013, é “o reconhecimento do peso da lusofonia, do mundo que fala português".

"E, ao mesmo tempo, o peso de Portugal, o peso de Fátima, o peso do povo católico português (…) Mas eu não escondo que a lusofonia e o falar-se português e o estar-se presente em todos os continentes em todo o mundo pesou na luta que foi muito difícil com outros candidatos a estas jornadas de 2022", acrescentou.