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GoFit Campo Grande nega acusações e acusa Joana Amaral Dias de "falta de civismo"

“É tudo pura invenção"

O diretor de operações da cadeia de ginásios GoFit, João Galileu, reagiu às acusações de Joana Amaral Dias e negou o tratamento diferenciado e punitivo relativamente aos sócios que não aceitaram o novo sistema de impressões digitais, acusando ainda a ex-deputada de “falta de civismo”.

“É tudo pura invenção, a realidade não é essa”, começou por referir João Galileu, citado pelo site Notícias ao Minuto.

De acordo com o responsável, a opção da utilização da impressão digital é legal, desde que haja o consentimento das pessoas e uma opção para quem não queira aderir ao sistema - no GoFit a alternativa é  “dirigirem-se à receção, identificarem-se e a rececionista abre-lhes diretamente o torniquete”.

“Como é óbvio, a pessoa que tem a impressão digital pode entrar automaticamente porque lida ela diretamente com a situação. E às vezes, estão duas ou três pessoas, e por uma questão de respeito e civismo, temos de esperar pela nossa vez”, disse João Galileu, acrescentando ainda que Joana Amaral Dias quer “entrar no imediato, no aqui e no agora” e, por isso, passa à frente de outros membros do ginásio.

Segundo o diretor, a ex-deputada saltou duas vezes os torniquetes para entrar “à velocidade que quer”.

"Uma vez, estava uma pessoa à frente dela, chegou esbaforida a dizer que queria entrar e que estava atrasada para uma aula. (…) Como não foi logo atendida, decidiu saltar os torniquetes e tratar mal as pessoas que estavam na receção e inclusivamente até o cliente que estava à frente dela perguntou se ela era mais do que os outros. Houve aqui este bate-boca que é desagradável pela atitude que ela teve”, começou por contar.

Na segunda vez, o ginásio decidiu chamar a polícia e fazer uma participação.

“É um comportamento de falta de civismo muito grande, além da falta de respeito. Nem as crianças nós permitimos que o façam”, criticou, referindo que Joana Amaral Dias “tratou mal” os funcionários e sócios do ginásio.

O novo sistema de impressão digital serve, segundo João Galileu, para “controlar as entradas por uma questão de segurança”.

 “Aquilo de que ela se queixa é totalmente mentira e não corresponde minimamente à verdade”, realçou, afirmando ainda que a comentadora televisiva foi a única, de todos os que não utilizam o novo sistema, que se queixou.