Internacional

Mulher parte crânio de filha recém-nascida e mata-a

Antes de enrolar a criança em sacos de plástico e deixá-la a agonizar durante duas horas, tempo que decorreu até ao óbito, Cobley também fraturou o crânio da filha “em três locais”.


Hannah Cobley, de 29 anos, residente em Leicestershire, em Inglaterra, está acusada do crime de homicídio infantil. Em causa está a morte da sua filha recém-nascida, em abril de 2017. De acordo com o Daily Mail, a mulher “forçou a descida de um objeto pela garganta da bebé para que ela se calasse”.

Antes de enrolar a criança em sacos de plástico e deixá-la a agonizar durante duas horas, tempo que decorreu até ao óbito, Cobley também fraturou o crânio da filha “em três locais” e, posteriormente, abandonou-a numa zona de vegetação rasteira, na quinta onde vivia com os pais.

Sublinhe-se que a jovem manteve a gravidez em segredo durante oito meses, segundo informação adiantada pelo Leicestershire Live. O mesmo órgão de comunicação explicou também que as autoridades apuraram, através de pesquisas realizadas ao telemóvel da assassina, que a mesma pesquisou online pelos sintomas de aborto, a quantidade de tempo que um bebé pode sobreviver sem comer e aquilo que acontece a um recém-nascido quando é abandonado.

Após matar a filha, Cobley foi de férias para Skegness, em Lincolnshire e começou a ter hemorragias. Desmaiou e foi encaminhada para o hospital local, onde lhe perguntaram o motivo pelo qual tinha ocultado a gravidez.

Questionada acerca dos temas pesquisados pelo procurador Jonas Hankin, a homicida respondeu que não era capaz de justificar os motivos que a levaram a fazer as pesquisas anteriormente mencionadas. O procurador concluiu que, como Cobley realizou o parto sozinha, a criança caiu à sanita antes de ser alvo das agressões suprarreferidas. Por outro lado, para o neuropatologista Safa Al-Sarraj, as lesões são “das piores” que alguma vez observou.

O júri do tribunal de Leicester demorou duas horas a chegar a um veredicto. Cobley poderá enfrentar a condenação a prisão perpétua quando a sua sentença for divulgada na sexta-feira.