Opiniao

In Trump we trust: 4 de Julho de 2019 será histórico (para os EUA e para Israel)

Felizmente para todos os nós, os EUA retomaram a sua postura activa na arena internacional; abandonando a sua postura passiva, de permanente formulação de “pedidos de desculpa” a tudo e a todos, que marcou a era de Obama (daí que os alemães, os russos, os iranianos e os chineses gostem tanto do anterior Presidente…).

1.Por muito que a comunicação social dominado pelos lóbis da esquerda radical não gostem, por muito que esbracejem, reclamem, gritem histericamente, a verdade é só uma: o Presidente Donald Trump é o líder político do mundo livre, o único que desafia sem medo as potências autoritárias que ameaçam as nossas liberdades fundamentais, o nosso modo de viver e os valores que cultivamos tão orgulhosamente.

A História não poucas vezes é imprevisível, comportando voltas e reviravoltas que desafiam o que temos por adquirido em determinada conjuntura: as certezas do momento transformam-se, pois, em incertezas do futuro.

Talvez esta seja a explicação para a frustração que as pessoas de esquerda têm em relação ao desempenho do Presidente Obama, analisado retrospectivamente: julgam que o anterior Presidente dos EUA deveria ter adoptado uma postura mais firme economicamente – e ter compreendido melhor o papel dos EUA na senda internacional. É a vida: os mitos nunca são tão bons na realidade quanto na fantasia.

2.Não será, porém, esse o caso do Presidente Donald Trump.

Com efeito, o actual líder político dos EUA e do mundo livre já iniciou um novo período político da história da nação norte-americana e da humanidade: tal como no século passado, os Presidentes Franklin Delano Roosevelt, John Kennedy, Ronald Reagan iniciaram novos ciclos políticos que lograram mudar o curso da história interna e externamente, prolongando-se a sua acção para além dos respectivos mandatos, o Presidente Donald Trump tomou posse dos dados da história.

E, felizmente para todos os nós, os EUA voltaram ao seu papel liderante – e não expectante.

Felizmente para todos os nós, os EUA retomaram a sua postura activa na arena internacional; abandonando a sua postura passiva, de permanente formulação de “pedidos de desculpa” a tudo e a todos, que marcou a era de Obama (daí que os alemães, os russos, os iranianos e os chineses gostem tanto do anterior Presidente…).

Quanto muito, o Presidente Obama deveria era pedir desculpa aos cidadãos norte-americanos; não a líderes políticos estrangeiros.

Nós defendemos, desde sempre, que, ao contrário do que se diz, a guerra no Iraque não foi um erro: a sua estratégia (ou a falta dela), adoptada pelo Presidente George W. Bush, é que foi o problema mais candente. Não há nada que justifique pedido de desculpas à la Presidente Obama – há sim que aprender com erros do passado e não os repetir no presente (e no futuro).

É o que tem feito o Presidente Donald Trump – com uma vantagem: não tem medo de decidir.

 Daí que tenha tido a coragem de – finalmente! – transferir a Embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém, que – como todos sabemos e reconhecemos – é a capital do Estado israelita.

Outros Presidentes foram adiando a execução da lei, aprovada pelo Congresso de 31 de Maio de 1999; o Presidente Donald Trump executou-a, sem medo, nem tergiversações paralisantes da acção política.

3.E mais um facto histórico se segue: pela primeira vez, a representação diplomática dos EUA em Israel irá celebrar o 4 de Julho – dia da declaração da independência da nação americana – na capital de Israel, ou seja, Jerusalém.

Após a deslocação do muito competente e brilhante Embaixador dos EUA para Jerusalém, a capital de Israel, ficou concluído o processo de execução do “Jerusalem Embassy Act” de 1999 (vinte anos depois, graças à determinação – há que reconhecê-lo, por imperativo de Justiça – do Presidente Donald Trump).

O 4 de Julho (que será comemorado amanhã, dia 2) terá este ano um significado ainda mais especial para o povo americano, para o povo israelita e para todo o mundo.

Para o povo norte-americano, porque é a consagração de um acto de justiça, mostrando que os EUA são – e serão sempre – um guardião da paz, da liberdade, dos justos entre nós; “e pluribus unum”, os amigos da paz e da liberdade apoiam-se reciprocamente contra os adeptos da tirania e do fanatismo.

Os EUA – tal como a Europa deveria, mas prefere seguir o agradável apelo das negociatas – sabem que estar ao lado de Israel contra os “neo-nazis religiosos” dos Ayatollahs e quejandos não é uma opção política; é uma obrigação de decência.

O 4 de Julho doravante será também um motivo de celebração para Israel e para todos os amigos de Israel, onde Portugal se inclui com muita honra e na primeira linha; assim como George Washington e os seus heróis fundaram uma nova nação de homens livres e corajosos, a celebração do 4 de Julho de 2019 em Jerusalém significa o culminar de um processo de reconhecimento definitivo e estabilização do Estado de Israel, a única democracia, livre e feita também de mulheres e homens de exemplar coragem, do Médio Oriente.

4. Adicionalmente, convém recordar que o Presidente Trump foi o primeiro Chefe de Estado norte-americano a reconhecer a soberania de Israel sobre os Monte Golã – o que, aliás, já resultava dos princípios de Direito Internacional.

 E a verdade é que a comunidade internacional, não obstante o criticismo (habitual e já cansativo) inicial, já acabou por se render; isto porque, no fundo, os líderes europeus percebem que não há outra solução viável que não o reconhecimento da soberania israelita sobre a tão problemática quanto essencial zona dos Monte Golã.

Por conseguinte, o Primeiro-Netanyahu esteve muito bem ao dedicar uma localidade em tributo ao Presidente Donald Trump pela sua coragem e certeira decisão: o Trump Heights será, certamente, mais um exemplo de como Israel consegue promover o desenvolvimento humano, a segurança e a transformação de (outrora) zonas problemáticas em belas comunidades para viver.

Quanto mais Israel cresce em zonas limítrofes e essenciais para a sua segurança, mais cresce o espaço onde a liberdade e a igualdade imperam – e o terrorismo é derrotado.

A comunidade dos Monte Trump será, daqui a poucos anos, um sítio histórico que celebrará um facto que será incontroverso – a soberania de Israel sobre os Monte Golã, governado a partir dos órgãos do seu poder político situado na sua capital, Jerusalém – e valerá muito a pena visitar. Num Estado de Israel economicamente pujante, socialmente coeso, em paz e com um vizinho que derrotou implacavelmente os terroristas alimentados pelo Irão e seus amigos e tenta construir o seu futuro.

5.É assim: os verdadeiros estadistas – como o Presidente Trump e o Primeiro-Ministro Netanyahu – pensam no futuro de todos quanto ao que é estrutural, esquecendo aquilo que só importa para uns poucos e apenas é conjuntural.

O mérito das decisões do Presidente Donald Trump em matéria de política externa – e designadamente no que se refere ao Médio Oriente – funda-se no seu mérito intrínseco; e não na força da coerção. Na força dos argumentos e não na força das armas. Como escreveu o Embaixador David Friedman, em artigo no jornal “Israel Hayom”, os Estados Unidos são fortes porque actuam de acordo com a justiça; e não impõem a sua concepção de justiça através da força. Right makes might; not might makes right.

P.S – Entratanto, o Presidente Trump voltou a fazer história: desta feita, ao ser o primeiro Presidente a pisar o território da Coreia do Norte (desde a criação deste Estado). O Presidente Trump já fez mais pela paz do que alguns Prémios Nobel da Paz…Desenvolveremos em próxima oportunidade a estratégia do Presidente Trump quanto à Coreia do Norte.

joaolemosesteves@gmail.com