Sociedade

PSP de Braga já tem motos de reação imediata

Segundo a PSP de Braga, o objetivo é alcançar “entre outros aspetos, a garantia de uma resposta rápida e eficaz a este tipo de ocorrências criminais, designadamente ao crime de roubo"

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A partir desta semana, a PSP de Braga conta com a participação das Equipas de Prevenção e Reação Imediata (EPRI), que se deslocam em motos de grande potência. Esta nova iniciativa permite uma maior mobilidade por parte das autoridades “para o combate à criminalidade grave e violenta, para além da sua prevenção criminal”.

Este modelo operacional, de maior eficácia no combate à criminalidade, em particular à criminalidade violenta e grave, foi apresentado esta quinta-feira, em frente às instalações do Comando Distrital da PSP de Braga.

Segundo a PSP de Braga, o objetivo é alcançar “entre outros aspetos, a garantia de uma resposta rápida e eficaz a este tipo de ocorrências criminais, designadamente ao crime de roubo, devendo a ação policial pautar-se por uma maior mobilidade em ambiente urbano, que permita uma ação mais dinâmica, visando reduzir o tempo de resposta, inviabilizar a prática de ilícitos criminais e neutralizar as fugas de suspeitos”.

De acordo com aquela unidade distrital da Polícia de Segurança Púbica, “estas equipas contribuem para operacionalizar e dar corpo aos conceitos de Polícia Integral e Segurança Just in Time (JITS), aliando desse modo uma elevada capacidade operacional, marcada pelo efeito dissuasor, rapidez e versatilidade, à forte componente de visibilidade policial”.

“Esta adequação passou pela constituição de equipas operacionais que se deslocam já em motociclos, qualificando-se pela sua elevada capacidade reativa, considerando o seu grau de mobilidade num meio urbano, caracterizado por fluxos rodoviários saturados e por vezes com larguras de via reduzidas”, revelou a PSP, explicando que assim será melhor “complementar o patrulhamento apeado e auto com o aumento da visibilidade e facilidade de deslocação, aumentar o sentimento de segurança dos cidadãos e das comunidades” e “reforçar a resposta policial, nas áreas mais problemáticas e em relação aos fenómenos criminais mais graves, não só através da celeridade de reação mas também com carácter preventivo”, bem como “responder a ocorrências que comportem graus de ameaça ou níveis elevados de risco”, conforme foi anunciado, durante esta segunda-feira, em Braga.