Internacional

Autoridades sul-coreanas abrem investigação a Juventus e Cristiano Ronaldo

"Eu já não sou fã de Ronaldo", disse um dos adeptos na sua conta de instagram.

A polícia metropolitana de Seul abriu uma investigação contra Cristiano Ronaldo, a Juventus e à empresa TheFasta por possível “fraude”. Na passada sexta-feira, ocorreu um encontro amigável entre os melhores jogadores do campeonato da equipa, onde era esperado que Cristiano jogasse durante 45 minutos, no entanto, este acabou por ficar no banco durante toda a partida.

Segundo o jornal sul-coreano The Chosun Ilbo, o advogado da L.K.B & Partners, Oh Seok-Hyun, decidiu apresentar queixa depois de cerca de 2000 adeptos terem afirmado sentirem-se engandos por terem pago para ver Ronaldo a jogar, o que acabou por não acontecer e declararem querer receber uma compensação pelo preço pago pelo bilhete. 

Robin Chang, CEO da The Fasta, a agência coreana que organizou o jogo declarou que foi Ronaldo quem não quis jogar. "Quando fui discutir com (Pavel) Nedved, o vice-presidente da Juventus, tudo o que ele disse foi 'eu também gostaria que o Ronaldo jogasse, mas ele não quer. Desculpe, não há nada que eu possa fazer'.

Os fãs tem-se mostrado revoltados com a atitude do jogador e tem-no demonstrado através das redes sociais. "Ele traiu a audiência de 60.000. Menosprezou-nos", disse um fã na sua conta de instagram. "Eu já não sou fã de Ronaldo", acrescentou. 

Apesar da queixa, não é certo que o caso de fraude possa ser aberto. “Se não conseguirmos encontrar provas objetivas de engano propositado, nenhum caso de fraude pode ser aberto, e a polícia não pode intervir, uma vez que isso iria transformar o caso num caso civil”, afirmou fonte das autoridades ao mesmo jornal.