Inquérito de verão

Cláudio Ramos. “Nunca sonhei ser outra coisa que não fosse comunicador"

O apresentador confessa que em férias tem um “profundo desprezo pelo relógio”, mas no dia-a-dia despreza os hipócritas. Em relação à praia admite que gosta das praias sem ninguém, pois o que o irrita mais são os “gritos, bolas e música”.

Umas férias inesquecíveis?

Acho que todas as viagens que faço em férias são inesquecíveis. Mas, no topo da lista, a minha viagem em férias à Sicília.

Praia ou campo? Portugal ou estrangeiro?

Praia e campo, Portugal e estrangeiro. Parece estranho, mas é assim mesmo. Praia porque preciso, campo porque me faz falta. Portugal porque tem lugares lindos e estrangeiro porque me dá uma maior liberdade. 

Um segredo bem guardado do seu roteiro de férias?

Se é segredo, não posso contar... mas passa por praias em Portugal.

Que notícia o fez rir nos últimos tempos?

Muitas que de tão absurdas parecem mentira. Eleger uma era achar que as outras teriam de ser levadas a sério. 

Quem gosta de seguir nas redes sociais?

Só sigo amigos ou marcas que trabalham comigo. Adoro que vejam o meu Instagram, mas eu raramente vou ao dos outros. 

Ainda usa palhinhas e cotonetes?

Cotonetes, nunca usei, que sempre me disseram que o ouvido se limpa com a toalha... palhinhas, nunca me passou pela cabeça usar.

O que o chateia mais na praia?

Gente aos gritos, bolas, música... gosto de praias sem ninguém. 

Que música associa ao verão?

Nenhuma! Eu tenho a minha banda sonora... não vou em modas.

Qual é o seu pior defeito?

Em férias? O profundo desprezo pelo relógio! Já no dia-a-dia, o profundo desprezo pelos hipócritas.

E virtude?

Em férias? Saber que o dia é meu! No dia-a-dia, um enorme sentido de justiça. Mesmo que isso me prejudique!

Uma boa grelhada mista ou salada de canónigos e afins?

Não como carne. Saladas, massas e afins... 

Tem algum medo?

Tantos! Acho que tenho os medos todos dentro de mim. Mas finjo que não!

E guilty pleasure?

Gelados. Gelados. Gelados,

Gostaria de ter tido outra profissão? Qual?

Nunca sonhei ser outra coisa que não fosse comunicador.... 

Quem mandava dar um mergulho para refrescar as ideias?

Eu? Não me daria a esse trabalho! 

Uma ideia para Portugal (que desse para aplicar já na rentrée)?

Olhar com atenção redobrada e reforçada para a colocação dos professores. A nossa base é a educação: se a base está errada... o resto não pode ser muito acertado. Ninguém pode achar que um professor ou professora, que vai dar aulas a 400 quilómetros de casa, onde deixa os filhos e as raízes, vai fazer o seu trabalho bem feito. Mas essa ideia é tão iluminada como a união das freguesias, que só foi para a frente porque foi decidida por quem não sabe o importante que é uma junta de freguesia numa terra. Decisões de secretaria!