Economia

Crédito habitação. Juros em máximos

O valor médio da prestação vencida subiu um euro, para 248 euros, e deste valor, 49 euros (20%) correspondem a pagamento de juros e 199 euros (80%) a capital amortizado.

Portugal  A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação subiu em julho para o máximo dos últimos três anos, atingindo os 1,087%, acima da taxa de 1,081% em junho, revelou o Instituto Nacional de Estatística.

Para o destino de financiamento 'aquisição de habitação', o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos subiu para 1,109%, mais 0,6 pontos base do que em junho, e nos contratos celebrados nos últimos três meses a taxa de juro para esse destino de financiamento aumentou 3,4 pontos base, para 1,281%.

O valor médio da prestação vencida subiu um euro, para 248 euros, e deste valor, 49 euros (20%) correspondem a pagamento de juros e 199 euros (80%) a capital amortizado.

Em julho, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 39 euros face a junho, fixando-se nos 52.954 euros.

Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida fixou-se em 100.655 euros, mais 905 euros do que em junho.